segunda-feira, 30 de julho de 2012

Quiet Riot - Metal Health (1983)


O Quiet Riot começou em 1973 pelo vocalista Kevin DuBrow. A formação original era composta por Randy Rhoads (guitarra), Kelli Garni (baixo) e Drew Forsyth (bateria).
Randy Rhoads e Kelly Garni moravam na Califórnia e durante quatro anos tocaram em algumas bandas pequenas. Já estavam cansados de tocar em festas na região e, em 1975, juntaram-se a dois amigos, Kevin DuBrow (vocal) e Drew Forsyth (bateria), criando, assim, o Quiet Riot, que rapidamente tornou-se um dos grupos mais ativos de rock pesado da região de Los Angeles.
Depois de lançar dois álbuns, o grupo se dispersou e Kevin criou uma nova banda com o baterista Frankie Banali e o baixista cubano Rudy Sarzo, mas com a chegada do novo guitarrista, Carlos Cavazo, eles decidiram fazer daquela reunião a volta do Quiet Riot. O grupo fechou um contrato com a Pasha Records e lançou, em 1983, Metal Health. O sucesso repentino do disco surpreendeu a todos e a canção "Cum on Feel the Noize", cover do Slade, foi direto para as paradas norte-americanas. Outra faixa importante no disco foi "Thunderbird", uma homenagem ao guitarrista Randy Rhoads, que havia falecido em um acidente um ano antes.


Palhinha: ( http://youtu.be/KW2J_UZ8lQU ).

Icon (1984)


Icon foi uma banda de Heavy Metal da década de 80, com relativo sucesso. Lembro que comprei este vinil na antiga HY-FY da Augusta e curti bastante. Vale uma conferida.
Segue info do nosso querido Wikipedia:
Originally known as Schoolboys, Icon was formed in 1981, in Phoenix, Arizona by high school friends Dan Wexler (guitar), Stephen Clifford (vocals) and Tracy Wallach (bass). They were joined by David Henzerling (guitar) and John Covington (drums). Schoolboys released an EP "Singin´ Shoutin´" and had a few songs on compilation albums. In 1984, Icon was signed to Capitol Records. By this point, Henzerling, and Covington had left the band and were replaced by John Aquilino (guitar) and Pat Dixon (drums).

Angel Witch (1980)


Angel Witch é uma banda britânica de heavy metal formada em 1977.  A banda foi fundada com o nome de Lucifer e inicialmente composta pelo guitarrista Kevin Heybourne, o guitarrista Bob Downing, baixista Kevin Riddles e o baterista Dave Hogg. O nome mudou para Angel Witch após a saída do guitarrista Bob. Ela foi seguidora do estilo do Black Sabbath, sobretudo na parte lírica.
Este post e' dedicado ao Pirata do Rock. Foi la' que conheci este som, ale'm de muitos outros... Pirata, um grande abraco e valeu pelos milhares de velhos sons novos que espalhou por ai'.

domingo, 29 de julho de 2012

The Girls on the Rocks - Rare Grooves and Funk Beats from Brilliant Music Library

Domingão com um Funk & Soul de primeira. Simplesmente adoro esta coletânea e gostaria de dividir aqui com vcs...
 
1. Heinz Kiessling / Russel Square 2:07
2. Helmuth Brandenburg / Comin' Up 2:55
3. Heinz Kiessling / Drift 2:22
4. Pete Jacques / Hard Work 3:09
5. Heinz Kiessling / Just For Fun 3:28
6. Heinz Kiessling / Porterhouse 3:13
7. The Rainbow Orchestra / Neptune's Walk 2:16
8. Heinz Kiessling / Spicy 2:12
9. Pete Jacques & The Jacquettes / Never In A Thousand Years 2:40
10. Pete Jacques / Love Cage 2:48
11. Pete Jacques / Open State 2:19
12. Heinz Kiessling / Orbiter 3:41
13. Helmuth Brandenburg / Moving Out 3:37
14. Pete Jacques / Moonrise 2:58
15. Heinz Kiessling / Statesside 3:07
16. Pete Jacques / Scotch And Soda 2:29
17. Heinz Kiessling / Feedback 2:35
18. The Rainbow Orchestra / Onyx 4:18
19. Pete Jacques / Fata Morgana 3:44
20. Pete Jacques / Straight 3:07
21. Pete Jacques / Grand Central 2:18
22. Pete Jacques & The Jacquettes / Stop It No More 3:30

sábado, 28 de julho de 2012

Robert Cray - (1980) Who`s Been Talkin



Robert Cray é um excelente blues man americano. Este é seu primeiro disco e uma ótima introdução ao seu trabalho. Espero que gostem...

Segue uma biografia, adaptada de (http://www.cascadeblues.org/Legends/RobertCray/RobertCrayBio.htm )...

Robert Cray Bio
(courtesy of Will Knott with Temple Bar Properties, Ltd., Ireland)

Multi-talented Robert Cray is an artist of considerable scope. Considered to be one of the most expressive vocalists and impressive guitarists on the contempoary rhythm and Blues scene, Robert Cray draws R&B, rock, pop, and jazz with equal insight and authority.
Cray grew up listeningto his mother and father's O.V. Wright, Ray Charles and gospel records, but he is also a child of the late 60's and early 70's, so there is almost a psychedelic rock feel to some of his work.
The Robert Cray Band was born in the north west of America in 1974 and is now celebrating 21 years in the business. During those years Cray has achieved no less than six Grammy nominations and three awards, obtaining the universal respect and admiration of musicians and audiences alike.
In the early 1980's the Robert Cray Band moved from Portland to Seattle and San Francisco and began to build up the impressive credentials they hold today.
The band's debut record WHO'S BEEN TALKING was released in 1980 and with it, Cray's sound began to spread. In 1983 the band's first national tour saw them share the stage with the "Kings of the Boogie", John Lee Hooker and Willie Dixon. At the same time, the Cray Band was taken under the wings of the legendary Chicago guitarist Muddy Waters who introduced them as his opening act.
The 1985 release FALSE ACCUSATIONS made Newsweek's Top 10 LP picks and reigned as No. 1 on the Us and UK charts. 1985 also saw the release of SHOWDOWN! on which Cray performed alongside guitarists Johnny Copeland and Albert Collins. The sucess of this record yielded all three a Grammy. Indeed the following five Robert Cray Band releases were either Grammy winners or nominees.
1986 saw the release of STRONG PERSUADER, a debut prodution on the Mercury Label. This record took the band to platinum sales and put Robert Cray's face on the cover of magazines such as Rolling Stone. Also in 1986, rock artist Keith Richards invited Cray to perform in "Hail! Hail! Rock 'n' Roll", the concert and film tribute to Chuck Berry. Richards and Cray worked together again in 1991 at the Guitar Legends concerts in Seville and on the 1994 Rolling Stone's Hodoo U Voodoo pay-per-view broadcast.
In 1987 rock artist Eric Clapton covered Cray's "Bad Infulence" on AUGUST and then invited Cray to play on JOURNEYMAN and 24 NIGHTS. Together they wrote "Old Love", which featured on the Grammy-winning 1992 UNPLUGGED disc.
During the late 80's Cray appeared in Tina Turner's "Break every Rule", the international television special and home video which yielded two duet tracks on her Grammy wining 1988 LIVE IN EUROPE.
Robert Cray has entered the 1990's with a very impressive credentials. His first three 1990 releases were MIDNIGHT STROLL (1990); I WAS WARNED (1992) and SHAME AND A SIN (1993). On SHAME AND A SIN, Cray invited the now deceased Albert Collins to be the first guest guitarist to appear on a Cray Band Project. Cray has been involved with other music collaborations during his career. He has appeared on John Lee Hooker's hit releases "The Healer", "Mr Lucky" and "Boom Boom" and in 1993, Cray worked alongside B.B. King on BLUES SUMMIT.

terça-feira, 17 de julho de 2012

Brasil em Montreux II




Como já foi publicado aqui no Valvulado, tocar em Montreux é um privilégio e não é para qualquer um. Trata-se de um reconhecimento internacional. A música brasileira sempre marcou presença neste festival, e desde 1978, temos a honra de figurar em uma noite única, dedicada ao Brasil.

"A noite brasileira em Montreux começou em 1978 com Gilberto Gil e A Cor do Som. Nenhum outro país teve esse privilégio por tanto tempo.
O criador do Montreux Jazz Festival, Claude Nobs (76 anos), acompanhou apresentações históricas: de Ella Fitzgerald e Ray Charles a Miles Davis e Sonny Rollins; de Elis Regina e Hermeto Pascoal a João Gilberto e Tom Jobim. Para Nobs, é como se fosse receber convidados em casa. Só que a festa dura 16 dias e tem público de 230 mil pessoas. Para "Funky Claude" (apelido que ganhou a partir da música "Smoke on the water", do Deep Purple, sobre incêndio em Montreux), os 46 anos à frente do maior festival de música da Europa foram só diversão. "Nunca trabalhei na vida, amo o que faço. Estou com 76, tive problemas de saúde e comecei a passar responsabilidades. Agora, me concentro nos artistas", diz Nobs ao G1, por e-mail.

G1 - Como começou a noite brasileira em Montreux?
Claude Nobs -
Meu amigo, André Midani, era diretor da WEA no final dos anos 70. Em 1977 e 1978, ele me convidou para organizar dois festivais em São Paulo. Chamei vários artistas brasileiros que eu já tinha conhecido no Midem (encontro mundial de empresas ligadas à música, em Cannes, realizado dede 1968) e alguns americanos. Midani me colocou em contato com artistas como Elis Regina, Gilberto Gil e muitos outros. Até hoje, lembro o show da Elis como um dos melhores momentos do festival.

G1 - Qual seu top 3 de shows de música brasileira em Montreux?
Nobs -
Acho a Elis Regina a maior cantora que o Brasil já teve. E, naquela noite, ela ainda fechou cantando com o Hermeto Pascoal, um dos poucos a quem Miles Davis chamava de gênio. Nunca vou me esquecer do show do Ney Matogrosso. Ele apareceu quase pelado com uma fantasia feita só de penas, foi um escândalo. Fez um show inesquecível, com uma banda incrível. A noite com João Gilberto e Tom Jobim também foi muito especial, deu tudo certo.

Na 46ª do evento suíço, estão previstos mais de 100 shows, incluindo Van Morrison, Bob Dylan, Herbie Hancock e nomes mais novos, como Janelle Monaé e Hugh Laurie, da série "House".
Mais informações: ( http://g1.globo.com/pop-arte/musica/noticia/2012/06/criador-do-festival-de-montreux-exalta-musica-brasileira-quero-mais.html ) ".

Seguem alguns momentos históricos das noites brasileiras em Montreux:







Brazil Night Live in Montreux - Caetano Veloso, João Bosco, Ney Matogrosso (1983)




Ivinho - Ao Vivo em Montreaux [1978]
















Os álbuns de Elis e Hermeto possuem uma história interessante que deve ser contada aqui no Valvulado, com informações adaptadas de ( http://abre-surdo.blogspot.com.br/2005/06/o-duelo-entre-elis-e-hermeto-no.html ) e do grande livro de Nelson Motta, Noites Tropicais.

"O duelo entre Elis e Hermeto no Festival de Jazz de Montreux em 1979
       A grande estrela da “Noite Brasileira” era Elis Regina, que depois de 15 anos tinha saído da polygram para assinar com o seu velho amigo André Midani na Warner. A gravação de um disco ao vivo em Montreux era parte importante do novo contrato, para dar um impulso a sua carreira internacional. Com César Camargo Mariano [ pianista, arranjista e marido] e um pequeno grupo de músicos de alto nível, Elis montou um show com seus grandes sucessos.

       A lotação do velho Cassino de Montreux estava esgotada há dias e Hermeto Pascoal, vindo de gravações com Miles Davis, e idolatrado nos meios jazzísticos faria a primeira parte da “Noite Brasileira”.
Depois do ensaio , impressionado com a multidão que queria ver o show e não tinha entradas, o director do festival Claude Nobs pressionou o seu velho amigo André que convenceu Elis a fazer uma matinê-extra, às três da tarde no dia do show. Na matinê superlotada, Elis arrasou. Cantou com segurança, técnica e discreta emoção um repertório de alto nível. Fez o show como se fosse um ensaio geral. Como a preparação para a grande noite.

       A noite, no show de abertura, Hermeto Pascoal e os seus músicos fizeram a casa vir abaixo, foram aplaudidos de pé durante 15 minutos, com o público gritando e exigindo mais.

       Depois de um intervalo de meia hora, com uma orquídea azul nos cabelos, como Billie Holiday, Elis entrou no palco do Cassino de Montreux. Com um vestido longo e um penteado que a faziam mais velha, Elis parecia nervosa e tensa, cansada e intimidada, quando começou a cantar. Não cantava mal, cantava com precisão e cautela, sem tentar qualquer efeito. Na coxia, André entrou em pânico, pensou que Elis ia desmaiar. Entrou em palco com um copo de água que ela bebeu imediatamente. O Show continuou.

No palco Elis sofria intensamente, como se não estivesse fazendo o que mais gostava na vida, mas cumprindo um doloroso dever. O show terminou com muitos aplausos mas muito menos intensos que os de Hermeto. Elis estava exausta e saiu rapidamente do palco.

       No meio da gritaria, Claude chama de volta Hermeto Pascoal, que tinha assistido todo o show de Elis na coxia. Recebido com uma espectacular ovação, o bruxo albino se encaminhou vitorioso para o piano enquanto, de surpresa, Claude chamava de volta Elis Regina! Sempre altamente competitiva, Elis sabia que tinha perdido a noite para Hermeto. Frustrada e furiosa, entrou no palco pisando duro e sorrindo tensa para o público.

       Silencio total, piano e voz. Hermeto começa a tocar “Corcovado” e quando Elis começa a cantar, suas harmonias começam a se transformar, dissonâncias surpreendentes começam a brotar do piano, é cada vez mais difícil para Elis – ou para qualquer cantor do mundo – se manter dentro da mesma tonalidade, tantas e tão sofisticadas são as transformações que Hermeto impõe, tornando o velho clássico quase irreconhecível, genialmente irreconhecível. E Elis lá, respondendo a todos os saques do bruxo, com uma precisão que o espantava e o fazia mudar ainda mais os rumos de uma canção não ensaiada.

       Na corda bamba e sem rede, Elis cantava como uma bailarina, como uma guerreira, como um músico. Hermeto arregalava seus olhos vermelhos atrás dos óculos. Elis crescia a cada nota, à cada frase de seus improvisos e scats, a cada compasso de seu duelo com Hermeto. Foram delirantemente aplaudidos.

       Quando Hermeto começou a tocar “garota de ipanema” ( que Elis odiava e jurava que jamais cantaria em sua vida) ela baqueou. Mas logo se recuperou e cantou todo o vigor, como se fosse a última música de sua vida, virou a música pelo avesso imitando uma menininha dengosa, rindo e debochando, provocou o Hermeto, voou com ele diante da plateia electrizada.

       Com o público em pé, “Asa branca”, Elis e Hermeto no round final, o baião de Luís gonzaga em ambiente free-jazz e atonal, harmonias jamais sonhadas se cruzando com fraseados audaciosos de Elis, trocas bruscas de ritmos e andamento, propostas e respostas, tiros cruzados, arte musical de altíssimo nível protagonizada por dois virtuosos.

        Ao meu lado, meu velho amigo Nesuhi Ertgun experimentado crítico de jazz, que acompanhou a carreira de Miles Davis e outros génios, disse que raras vezes tinha testemunhado um dueto tão emocionado, tão técnico, tão audacioso. Saiu do Cassino eufórico, me convidando para celebrarmos num jantar com André e Elis. Festejada por Nesuhi, Elis foi a contragosto, quase não falou, mas disse para André, ameaçadora: “Esse disco não vai sair, não é?”

        Elis sabia que o disco ao vivo em Montreux que poderia impulsionar a sua carreira, internacional não sairia. Porque ela não queria, porque tirando os números com Hermeto, ela achava que o resto não valia a pena, não tinha cantado bem. Achava que tinha chutado um pênalti para fora. De volta ao Brasil exigiu de André um juramento de que nunca lançaria aquela gravação, nunca, nem depois que ela morresse. Elis morreu pouco depois aos 36 anos e André não pensou mais no assunto. Até que uma tarde, dois anos depois, André pensava em Elis quando sentiu um arrepio e se lembrou: o show dela à tarde em Montreux, o show-extra que acabou exaurindo-a e prejudicando sua perfomance nocturna, tinha sido muito bom….e também tinha sido gravado!

       Pediu as fitas e sozinho no seu escritório ouviu e chorou e ouviu e chorou, se lembrou de tudo e decidiu, por amor e admiração – e justiça- contrariar o juramento ao pedido de Elis feito no calor da emoção e da decepção da noite fatídica em Montreux. E constatou que sim, a performance dela com Hermeto era realmente extraordinária, e até ela, mesmo furiosa ( com ela mesma) depois do show reconhecera. André seleccionou cinco faixas do show à tarde e juntou-as às três com Hermeto num LP lançado discretamente e sem maiores repercussões como “Elis em Montreux”. (….) disco histórico."


(Texto de Nelson Motta, retirado das notas da brochura da reedição remasterizada do álbum "Elis Regina - Montreux Jazz Festival", colecção Warner Arquivos, Warner. Outubro 2001.)


Palhinhas: ( http://youtu.be/XOgHxIXyTKc )
            ( http://youtu.be/zGnqyIfyXOI )
                ( http://youtu.be/X7Kv1TpZkTQ )



João Gilberto - Ao Vivo em Montreux (1986)




Paralamas do Sucesso - Ao Vivo em Montreux (1978)







sábado, 7 de julho de 2012

Talking Heads - Stop Making Sense (1984)


Stop Making Sense é um filme (ou documentário) de 1984 dirigido por Jonathan Demme, que acompanhou o Talking Heads durante três noites de apresentações no Pantages Theater, em Hollywood. Na época o grupo divulgava o álbum Speaking in Tongues e além de ser uma das primeiras produções audiovisuais que utilizaram técnicas digitais de som em todo seu processo de captação, o LP ainda foi financiado pelos próprios integrantes da banda. Älbum inspirado desta grande banda...

Simple Minds - Once Upon a Time (1985)



Simple Minds é uma banda de rock da Escócia, que atingiu sua maior popularidade de meados da década de 1980 até o início da década de 1990. Originários da zona sul de Glasgow, a banda produziu um punhado de álbuns aclamados pela crítica no início de sua carreira, e posteriormente engajando-se numa obra mais inspirada politicamente, que também conseguiu o sucesso de público.

Entre os membros que fundaram a banda, Jim Kerr (vocais) e Charlie Burchill (guitarra), juntamente com o baterista Mel Gaynor, formam o núcleo da banda, que atualmente conta com Mark Taylor/Andy Gillespie nos teclados e Eddie Duffy no baixo.

Once Upon A Time é o 8°álbum do Simple Minds e foi lançado em 1985.

The Style Council - Home & Abroad (1986)


The Style Council, é uma banda do ex-Jam Paul Weller, ele demontra ainda mais todo o seu talento com essa gloriosa banda, e aflora como nunca suas influencias de musica negra como soul, R&B, desfilando magnificamente todo seu talento. Alem de Weller, o grupo que se desmenbrou em 1989, contava com Mick Talbot, Dee C. Lee e Steve White. Este é um album ao vivo que conta com as principais musicas do Grupo, destaques para Headstart for Happinness, Our Favorite shop e Walls Come Tumbling Down.

01. "The Big Boss Groove"
02. "My Ever Changing Moods"
03. "The Lodgers"
04. "Headstart for Happiness"
05. "(When You) Call Me"
06. "The Whole Point of No Return"
07. "Our Favourite Shop"
08. "With Everything to Lose"
09. "Homebreakers"
10. "Shout to the Top!"
11. "Walls Come Tumbling Down!"
12. "Internationalists"

domingo, 1 de julho de 2012

Jazz on Sunday Afternoom











DIVIRTAM-SE!!!!!!!!

Genesis

Genesis é uma banda britânica de rock progressivo formada em 1967, quando os seus fundadores Peter Gabriel, Mike Rutherford e Tony Banks ainda estudavam na Charterhouse School. O grupo alcançou enorme sucesso nas décadas de 1970, 1980 e 1990.
Com aproximadamente 150 milhões de álbuns vendidos em todo o mundo, Genesis é considerada uma das mais importantes bandas de rock de todos os tempos. Sua carreira tem duas fases musicais diferentes. Na fase inicial, suas estruturas musicais complexas, instrumentação elaborada e apresentações teatrais a tornaram uma das bandas mais reverenciadas do rock progressivo na década de 1970. Criações clássicas da banda nesse período incluem a canção de 23 minutos "Supper's Ready" do álbum Foxtrot de 1972, além do álbum conceitual de 1974 The Lamb Lies Down on Broadway. A partir da década de 1980, sua música tomou um caminho distinto em direção ao pop, tornando-a mais acessível para a cena musical.
Os Genesis gravaram o seu primeiro álbum From Genesis to Revelation em 1968 depois de fazerem um acordo com Jonathan King, um compositor e produtor que teve um single de êxito na altura chamado "Everyone's gone to the moon". A banda gravou uma série de músicas reflectindo o estilo pop leve dos Bee Gees, de quem King era grande admirador, tendo King juntado estas músicas num pseudo álbum conceptual juntando-lhe arranjos de cordas. O álbum foi um terrível fracasso e a banda sentindo-se manipulada por King disse-lhe que se tinham separado, de modo a conseguirem quebrar o contracto que tinham com ele. Até hoje King é abominado pela banda e seus fãs, por dizer que foi ele quem deu nome ao grupo e por ter sempre tentado ganhar os direitos do primeiro álbum para regravação.
A marcha dos Genesis continuou, tocando onde conseguiam. Acabaram por fazer outro contrato com a Charisma Records. Devido às actuações ao vivo a banda começou a ser conhecida por melodias hipnóticas, que eram muitas vezes também, escuras, assombradas e com uma sonoridade medieval, Anthony Philips deixou a banda em 1970 a seguir ao lançamento de Trespass devido a discordâncias quanto ao rumo que a banda estava a seguir e a episódios de medo do palco. A partida de Phillips foi bastante traumática para Banks e Rutherford que devido a Phillips ser um membro fundador, tinham dúvidas sobre se deveriam ou não continuar sem ele. Eventualmente os restantes membros reuniram-se renovando o compromisso com os Genesis e afastando John Mayhew no acordo. Steve Hackett e Phil Collins juntaram-se ao grupo após terem respondido a anúncios no Melody Maker e realizado audições com sucesso.

Seguem os dois primeiros álbuns desta maravilhosa banda de Rock Progressivo.










Cumbia Fusion


O Valvulado é um blog de música Universal. Gostamos de descobrir e compartilhar sons e ritmos diferentes. Desta forma, gostaríamos de apresentar a Cúmbia, para quem não conhece...

Cúmbia é a música típica nacional da Colômbia. De início, surgiu nos guetos das grandes cidades colombianas, sendo que até hoje é uma categoria popular da música. O ritmo se disseminou por todos ou quase todos países falantes do castelhano na América Latina. Atualmente é considerado o ritmo musical mais popular da Argentina e de outros países vizinhos. A forma mais autêntica de cumbia é exclusivamente instrumental, executada e seguida tradicionalmente por o conjunto de tambores: chamador, alegre, tambora, assim como a flauta de milho o as gaitas, macho e hembra, as maracas e el guache.

Por ser um ritmo forte, marcante, músicos de rock e jazz introduziram a Cumbia em seus generos musicais. Seguem alguns exemplos magníficos de Cumbia Fusion, Jazz Fusion e Cumbia instrumental para quem quiser conhecer este som...





Este é um álbum que contem músicas compostas para o filme TODO MODO, além de performances solo de Mingus no piano. Palhinha: ( http://youtu.be/BKe3nMRB6Bc ).



Grande grupo formado nos anos 90 pelos irmãos Jorge e Sady Ramirez, para homenagear a grande orquestra Sonora Mantacera. O estilo de som é tipicamente latino, tropical, com metais misturando salsa, cumbia e jazz.
Palhinhas:  ( http://youtu.be/YKUiXfl6lNo )
                 ( http://youtu.be/HJxmYjdIYkQ )


Frente Cumbiero é uma banda colombiana que mistura vários ritmos latinos temperados com afrobeat. E o Mad Professor é o grande nome do Dub mundial. A primeira parte do disco apresenta as faixas do frente cumbiero e depois vem o mad professor e destroi tudo com as versões dub das mesmas faixas.





Grupo peruano de Cumbia clássica. Segue uma resenha do álbum:
"En setiembre de 2008, aprovechando la ola de revaloración de la cumbia clásica, Bareto presentó su segundo trabajo "Cumbia", disco compuesto enteramente de canciones de la cumbia peruana y del cancionero popular latinoamericano.
Este disco significó un ligero despegue de Bareto como banda de alcance local. El álbum, que contiene versiones de clásicos de la música popular amazónica y de la llamada "tropical andina" (Juaneco y su combo, Los Shapis etc.) se convirtió en un mensaje implícito: la música es de todos y para todos. Participa como invitado especial Wilindoro Cacique en la voz.

1.Vacilando con ayahuasca
2.Ya se ha muerto mi abuelo
3.Mujer hilandera
4.A la fiesta de San Juan
5.Soy provinciano
6.El aguajal
7.Caballo viejo
8.El Brujo (Fachín)
9.Un shipibo en España
10.Llorando se fue
11.La danza de los mirlos "



Valeu Babi e Jack...
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