quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Music to enjoy and relax

Relax Now and Reduce Your Stress with Music. 

The ancient Greeks believed music could heal and used it to treat certain physical ailments. As it turns out they were on to something. The rhythm, or beat, of music does in fact have an immediate effect on the body. As you listen to music your heart rate decreases and sets in motion the relaxation process, which includes less tension in the muscles, clearer thoughts and slower breathing. Immediately, music can create an overall calming effect that slows bodies and minds down. While professionals don't know exactly how music has this effect, it is no mistake that it does. It has been proven that over time, relaxing music reduces both blood pressure and anxiety levels.


Music causes the hormone serotonin to accelerate. This "feel-good" chemical helps promote happiness and keeps moods in check while assisting with anxiety levels. Since low serotonin levels can lead to depression, music can help keep you in good spirits with positive emotions. Some say music has this effect because musical rhythm emulates the beating sound we heard in our mother's womb, which later in life relates us back to that comforting and safe environment.


While even upbeat music can calm its biggest fans, the music with the most calming capability is usually slower-tempo melodies and those with repetitive notes and sounds (jazz, classical). However, every type of music will have a different effect on every person, so what relaxes one might cause another to energize. A good way to test if a particular song or type of music is relaxing to you is to check your pulse. If your pulse quickens to a certain beat, then the music is actually more exciting than relaxing. If your pulse and breathing slow down, then you have found the music that will calm you down and help your body relax.

Read more: How Does Music Relax Stress? 
eHow.com http://www.ehow.com/how-does_5187347_music-relax-stress_.html#ixzz2M3wRxe1H



Whether you have had a stressful day, difficulty sleeping or have ongoing anxiety and stress, you can relax right now, simply and effectively, with our high quality MP3 download recordings of relaxing music, sleep music and relaxation music.  Each MP3 download recording of this relaxing music is only $0.00...

As my friend Dead (the wolf) always says: ENJOY!!!!!!!





DIRTY JAZZ is a collective mix of funky soulful jazz music compiled and mixed by QUESTION of MELLOW ORANGE and KIDRAGON of HOME GROWN BLENDS. A truly dope and well presented collection of Jazz breaks and grooves in one mix!
Um sonzaço bem relax...






On the Corner is a studio album by jazz musician Miles Davis, recorded in June and July 1972 and released later that year on Columbia Records. It was scorned by critics at the time of its release and was one of Davis's worst-selling recordings. Its critical standing has improved dramatically with the passage of time, as it is now seen as a strong forerunner of the musical techniques of post punk, hip hop, drum and bass, and electronic music.





Este álbum é uma pérola que encontrei há alguns anos no Blog do Nirso. É um disco raríssimo de Jazz Rock Instrumental, com uma batida muito forte. Abrax foi uma banda cult francesa da década de 70. Ouçam que vale a pena.







Magic Touch is the Blue Note Records debut album by jazz musician Stanley Jordan. Allmusic critic Daniel Gioffre has described the album as "[a]n instant classic, and one of the definitive moments of modern jazz guitar."





Suite for Flute and Jazz Piano (aka Suite for Flute and Jazz Piano Trio) is a "crossover" composition by the jazz pianist and composer Claude Bolling. The composition, originally written in 1973, is a suite of seven songs, written for a classical flute, and a jazz piano trio (piano, string bass, and drums).
The suite was recorded in 1975 by Bolling, classical flautist Jean-Pierre Rampal, bassist Max Hédiguer, and drummer Marcel Sabiani, and originally released as an LP album by CBS Masterworks Records and Columbia Masterworks. In the U.S., the album was nominated in 1975 for a Grammy Award for Best Chamber Music Performance. 





David Sanborn é um músico altamente requisitado desde final dos anos 1960, tocando com uma série de artistas famosos, como Eric Clapton, Roger Daltrey, Stevie Wonder, Paul Simon, Jaco Pastorius, The Brecker Brothers, David Bowie, Little Feat, Bob James, James Taylor, Al Jarreau, George Benson, Joe Beck, Donny Hathaway, Elton John, Gil Evans, Carly Simon, Linda Ronstadt, Billy Joel, Roger Waters, Steely Dan, Ween, The Eagles, o grupo alemão Nena, e o pop star japonês Utada Hikaru.
Sanborn já ganhou vários prêmios Grammy, incluindo os prêmios por Voyeur (1982), Double Vision (1987) e o single instrumental Close Up (1988). Na televisão, Sanborn é conhecido pelo seu sax solo na música-tema para o sucesso da rede NBC L.A. Law. Ele também fez algumas participações em filmes como Máquina Mortífera (Lethal Weapon) e Os Fantasmas Contra-atacam (Scrooged). Em 1991 Sanborn gravou Another Hand, que o All Music Guide to Jazz descriveu como um "regresso de Sanborn ao seu real e verdadeiro amor: um sem adorno (ou apenas parcialmente adornado) jazz" que "a balanceia as escalas" com o seu material de smotth jazz. Vinilzão digitalizado do Valvulado.




Este é o primerio disco da banda Yellowjackets, banda de Jazz Fusion formada em 1981 em Los Angeles, California. Praticamente são 30 anos de estrada, desde a gravação deste primeiro e histórico álbum da banda Yellowjackets. Com uma vasta e fenomenal discografia, Yellowjackets, tornou-se um ícone obrigatório no estilo Jazz-Rock/Funk-Fusion. Este álbum debut de 1981 (WB Records) além de mostrar o talento impecável de cada músico, conta com participações especialíssimas, como Ernie Watts, Larry Willians, Roland Bautista, Paulinho da Costa, etc.


HOKA HOKA HEY

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Counterculture Soundtracks - Trilhas Sonoras da Contracultura



Contracultura é um movimento que teve seu auge na década de 1960, quando teve lugar um estilo de mobilização e contestação social e utilizando novos meios de comunicação em massa. Jovens inovando estilos, voltando-se mais para o anti-social aos olhos das famílias mais conservadoras, com um espírito mais libertário, resumido como uma cultura underground, cultura alternativa ou cultura marginal, focada principalmente nas transformações da consciência, dos valores e do comportamento, na busca de outros espaços e novos canais de expressão para o indivíduo e pequenas realidades do cotidiano, embora o movimento Hippie, que representa esse auge, almejasse a transformação da sociedade como um todo, através da tomada de consciência, da mudança de atitude e do protesto político.



O principal marco histórico da cultura "hippie" foi o "Woodstock," um grande festival ocorrido no estado de Nova Iorque em 1969, que contou com a participação de artistas de diversos estilos musicais, como o folk, o "rock'n'roll" e o blues, todos esses de alguma forma ligados às críticas e à contestação do movimento.
A contracultura pode ser definida como um ideário altercador que questiona valores centrais vigentes e instituídos na cultura ocidental. Justamente por causa disso, são pessoas que costumam se excluir socialmente e algumas que se negam a se adaptarem às visões aceitas pelo mundo. Com o vultoso crescimento dos meios de comunicação, a difusão de normas, valores, gostos e padrões de comportamento se libertavam das amarras tradicionais e locais – como a religiosa e a familiar -, ganhando uma dimensão mais universal e aproximando a juventude de todo o globo, de uma maior integração cultural e humana. A contracultura desenvolveu-se na América Latina, Europa e principalmente nos EUA onde as pessoas buscavam valores novos.


Na década de 1950, surgiu nos Estados Unidos um dos primeiros movimentos da contracultura: a Beat Generation (Geração Beat). Os Beatniks eram jovens intelectuais, principalmente artistas e escritores, que contestavam o consumismo e o otimismo do pós-guerra americano, o anticomunismo generalizado e a falta de pensamento crítico.
Na verdade, como ideário, muitos consideram o Existencialismo de Sartre como o marco inicial da contracultura, já na década de 1940, com seu engajamento político, defesa da liberdade, seu pessimismo pós-guerra, etc, portanto, um movimento filosófico mais restrito, anterior ao movimento basicamente artístico e comportamental da Beat Generetion que resultaria em um movimento de massa, o movimento Hippie.

Na década de 1960, dessa forma, o mundo conheceu o principal e mais influente movimento de contra cultura já existente, o movimento Hippie. Os hippies se opunham radicalmente aos valores culturais considerados importantes na sociedade: o trabalho, o patriotismo e nacionalismo, a ascensão social e até mesmo a "estética padrão".



Sob o lema "Não Faça Guerra, Faça Amor", a contracultura produziu um arsenal cultural de livros, filmes e música. Jack Kerouac, Robert Crumb, Jimi Hendrix, Easy Rider, Hair foram obras primas deste movimento.

Leia mais em: ( http://lemad.fflch.usp.br/node/217 ), assista todos os filmes, leia todos os livros e escute todas as músicas.

Seguem alguns exemplos que devem ser vistos e ouvidos...





Fritz the Cat é uma tira de quadrinhos criada por Robert Crumb (um dos ícones da contracultura). As histórias se passam numa grande cidade habitada por animais antropomórficos, sendo que o gato Fritz é o personagem principal. Um calmo felino com tendências artísticas, Fritz frequentemente se vê envolvido em aventuras selvagens, nas quais passa por várias experiências sexuais. Fritz apareceu em histórias desenhadas por Crumb quando criança e viria a se tornar o mais famoso dos seus personagens. As tiras foram publicadas na revista Help! e Cavalier e depois em inúmeras publicações de quadrinhos underground durante os anos de 1965 e 1972. A trilha sonora segue o ritmo fantástico da animação, com muito Soul, Funk, Blues & Jazz.

Segue uma palhinha: http://youtu.be/zuTCN-o6o2A







Hair é um filme norte-americano de 1979 adaptado do musical do mesmo nome encenado no Broadway e criado por James Rado, Gerome Ragni e Galt MacDermot. Dirigido por Milos Forman, com John Savage, Treat Williams e Beverly D'Angelo no elenco, ele conta a história de um jovem do interior dos Estados Unidos convocado para a Guerra do Vietnã, que chega a Nova York para apresentar-se ao exército e encontra e se torna amigo de uma tribo de hippies cabeludos da cidade, adeptos do pacifismo e contra a guerra. A trilha sonora é demais...

Palhinha ( http://youtu.be/EhbxI5eVnM4 )




Easy Rider (Sem Destino) é um road movie americano de 1969, escrito por Peter Fonda, Dennis Hopper e Terry Southern, produzido por Fonda e dirigido por Hopper.
Conta a história de dois motociclistas que viajam através do sul e sudoeste do Estados Unidos, com o objectivo de alcançar a liberdade pessoal. O sucesso de Easy Rider ajudou a avivar a fase New Hollywood do cinema norte-americano durante a década de 1960.
Um marco na filmografia de contracultura, e a "pedra-de-toque" de uma geração" que "capturou a imaginação nacional", Easy Rider explora as paisagens sociais, assuntos e tensões na América da década de 1960, tal como a ascensão e queda do movimento hippie, o uso de drogas e estilo de vida comunal.
Trilha sonora espetacular...



E, em uma postagem como essa, tem que ter alguma coisa de Woodstock...











E um dos maiores símbolos de Woodstock, Mr. Jimi Hendrix;


Best Soundtracks - Great Movies



Um Repost de trilhas sonoras já publicadas aqui no Valvulado... Só para não serem esquecidas.




A Encruzilhada conta à história de um cara, que aprendeu a tocar guitarra em uma universidade renomada de música e que acaba caindo na estrada ao lado de um velho gaitista negro, em busca das músicas inéditas do bluesman Robert Johnson. O garoto é interpretado por Macchio e o filme tem uma participação muito especial de Steve Vai, no final, em um monumental duelo de guitarras em que o som que sai da guitarra de Macchio vem, na real, do mestre Ry Cooder. O filme é um belo tributo às raízes do blues, tem direção de Walter Hill - um dos cineastas mais rock'n'roll da década de 1980 - e toda a trilha tem blues elétrico de Ry Cooder. Trilha sonora completa, incluindo o grande duelo final.






O desenho animado mais cultuado de todos os tempos. Baseado na famosa HQ de ficção científica HEAVY METAL - UNIVERSO EM FANTASIA combina um extraordinário visual, uma trilha sonora genial e histórias espetaculares em uma experiência cinematográfica única.
Um trailer para quem ainda não conhece: http://youtu.be/B_MzWF8YLhY





Trilha sonora original de um filme que retrata o cenário do Rock dos anos 70. A revista Rolling Stone contrata um rapaz de 15 anos para fazer uma matéria sobre uma banda emergente.

Tracklist
1. America – Simon and Garfunkel
2. Sparks – The Who
3. It Wouldn’t Have Made Any Difference – Todd Rundgren
4. I’ve Seen All Good People: Your Move – Yes
5. Feel Flows – The Beach Boys
6. Fever Dog – Stillwater
7. Every Picture Tells A Story – Rod Stewart
8. Mr. Farmer – The Seeds
9. One Way Out – The Allman Brothers Band
10. Simple Man – Lynyrd Skynyrd
11. That’s The Way – Led Zeppelin
12. Tiny Dancer – Elton John
13. Lucky Trumble – Nancy Wilson
14. I’m Waiting For The Man – David Bowie
15. The Wind – Cat Stevens
16. Slip Away – Clarence Carter
17. Something In The Air – Thunderclap Newman








sábado, 16 de fevereiro de 2013

Progressive Rock III


O Rock Progressivo se iniciou no final dos anos 60. Estimuladas pelo movimento psicodélico, algumas bandas passaram a fazer músicas mais experimentais, mais complexas, mais obscuras. Bandas como Yes, Pink Floyd, Genesis se iniciaram nesta época e atingiram seu auge, sua maturidade na década seguinte, produzindo verdadeiras obras primas, consolidando o gênero e atraindo uma multidão de fãs. Na minha modesta opinião (não sou um entendido), as músicas que mais refletiram o que foi o Rock Progressivo e que se tornaram mais famosas foram: "Roundabout" do Yes, "Karn Evil 9"(principalmente a 1st impression, pois a 2nd e 3rd impression são solo de piano e bateria.), "The Knife" do Genesis, "Proclamation" do Gentle Giant, "Echoes" do Pink Floyd, "Aqualung" do Jethro Tull e "21st Century Schizoid Man" do King Crimson.


Na década de 80, o Rock Progressivo traz novas bandas, chamadas de Neoprogressivo. Os melhores representantes desta época são Marillion, Pallas e Saga. (Já postados em Rock Progressivo II e Marillion ). O Marillion em sua primeira fase (com Fish), lembra muito Genesis com Peter Gabriel. O som é mais pesado e as letras são simplesmente fantásticas.



Nos anos 1990 outras bandas começaram a reviver o estilo com a chamada third wave, composta por bandas como os suecos The Flower Kings, os ingleses Porcupine Tree, os escandinávo e os americanos Spock's Beard e Echolyn, que incorporaram o rock progressivo no seu estilo único e eclético. apesar de não soar igual, tais bandas estão muito relacionadas com os artistas da década de 1970, considerados por alguns inclusive uma fase retrô do estilo.
Enquanto isso (da metade da década de 1980 em diante para ser mais exato), estava havendo o surgimento do metal progressivo, um estilo comercialmente bem sucedido que uniu vários elementos do rock progressivo ao heavy metal. Isso trouxe para o estilo uma maior técnica, fruto de uma aprendizagem acadêmica, capacitando-as a explorar músicas longas e álbuns conceituais. Bandas do estilo incluem Dream Theater, Fates Warning, Tool, Symphony X, Queensrÿche (Estados Unidos), Ayreon (Países Baixos), Opeth, Pain of Salvation, Ark, A.C.T (Suécia), Spiral Architect, Circus Maximus, Conception(Noruega), e no Brasil, o Mindflow. Bandas da década de 1970 frequentemente citadas como referência para o metal progressivo coincidem com as mais bem sucedidas, tais como Yes, Rush, Pink Floyd e Genesis.
No trabalho de grupos contemporâneos como os Radiohead e bandas post rock como Sigur Rós e Godspeed You! Black Emperor, estão presentes alguns dos elementos experimentais do rock progressivo. Entre os músicos mais experimentalistas e de vanguarda, o compositor japonês Takashi Yoshimatsu cita o rock progressivo como sendo a sua primeira influência.
Na última década e meia surgiram, no mundo inteiro, vários festivais dedicados ao género. Como exemplo cite-se o prestigiado festival português Gouveia art rock que se realiza desde 2003 e é já considerado um evento de referência em todo o mundo.



Seguem algumas bandas de Progressivo, Neo progressivo, Metal Progressivo e etc... Às vezes me perco nestas classificações e resumo tudo a uma sonzeira muito boa... Espero que gostem!!!!

Ayreon is a musical project by Dutch songwriter, singer, multi-instrumentalist musician and record producer Arjen Anthony Lucassen. Ayreon's music is mostly heavy metal and progressive rock but combines them with genres like folk, classical and electronica. The majority of Ayreon's albums are dubbed "rock operas" because the albums contain complex storylines featuring a host of characters, usually with each one being represented by a unique vocalist.

Ayreon's music is characterized by the use of traditional instruments in rock music (guitars, bass guitar, drums, analogue synthesizers, electric organs) mixed with instruments more native to folk and classical music (e.g. mandolins, violins, violas, celli, flutes, sitars and didgeridoo). Lucassen writes the music and the lyrics, sings and plays most of the instruments on all of the Ayreon albums, alongside many guest musicians. His most regular collaborator is drummer Ed Warby.







Dream Theater é uma banda de metal progressivo oriunda dos Estados Unidos e formada em meados dos anos 80. Tornaram-se numa das bandas do movimento progressivo mais bem sucedidas desde o auge do rock progressivo em meados dos anos 70. 

Dream Theater também é conhecido por sua versatilidade em estilos musicais, o que tornou possível à banda entrar em turnê com diversas bandas, que incluem Iron Maiden, Joe Satriani, Marillion, Kansas, In Flames, Pain of Salvation, Porcupine Tree, Queensrÿche, Fear Factory, Enchant e Symphony X.
Neste ábum (bootleg), em algumas músicas, há a participação de Steve Howe (Yes).







Opeth é uma banda sueca de Progressive Metal de Estocolmo. Enquanto seu estilo é enraizado no death metal escandinavo, Opeth tem consistentemente incorporado influências de folk, jazz e blues dentro de suas composições geralmente longas. Muitas composições incluem interlúdios de violão e fortes dinâmicas, bem como ambos vocais gutural e limpo. Um som diferente, e muito bom, para agradar os véios e os novos.








Porcupine Tree é uma banda britânica formada em Hemel Hempstead, Hertfordshire, Inglaterra. É o projeto musical de maior sucesso e projeção do músico Steven Wilson, como evidenciado pela popularidade da banda. É constituída por uma mistura de rock progressivo, rock psicadélico, experimentalismo avant garde e heavy metal. Apesar disso, o vocalista Steven Wilson não possui a mesma opinião. Ele cita que a música de sua banda é muito simples, sem elementos complexos. A complexidade está na produção, na maneira como os álbuns são construídos.




Tool is an American rock band from Los Angeles, California. Formed in 1990, the group's line-up has included drummer Danny Carey, guitarist Adam Jones, and vocalist Maynard James Keenan. Since 1995, Justin Chancellor has been the band's bassist, replacing their original bassist Paul D'Amour. Tool has won three Grammy Awards, performed worldwide tours, and produced albums topping the charts in several countries.
The band emerged with a heavy metal sound on their first studio album, Undertow (1993), and later became a dominant act in the alternative metal movement with the release of their second effort, Ænima, in 1996. Their efforts to unify musical experimentation, visual arts, and a message of personal evolution continued with Lateralus (2001) and the most recent album, 10,000 Days (2006), gaining the band critical acclaim and commercial success around the world.
Due to Tool's incorporation of visual arts and very long and complex releases, the band is generally described as a style-transcending act and part of progressive rock, psychedelic rock and art rock. The relationship between the band and today's music industry is ambivalent, at times marked by censorship and the band members' insistence on privacy.


E para reverenciar o passado, os grandes influemciadores/criadores do Rock Progressivo, uma banda clássica:




BANZAI


Visite também e compare:

Rock Progressivo I

Rock Progressivo II

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Bronx River Parkway - San Sebastian 152 (2009)






Bronx River Parkway is a band based out of NY that was initially formed during an impromptu jam session at the Soul Fire studios in early 2002.  Out of that jam session came their first single entitled “Quines Que Resolverlo” which was released later that year on the Latin Express imprint of Soul Fire Records.
In 2004, Pablo Rodriguez, of Candela Records, and visual artist, Rostarr, had the vision of melding the gritty style and aesthetic of Bronx River Parkway with the distinct musical vocabulary of traditional Puerto Rican music. The way to see this though was to team up NY’s, Bronx River Parkway, with a crew of legendary salsa musicians that make their home in San Juan.  Some of the local musicians who contributed to the album have graced the stage with such legends as Roberta Roena, Tito Puente, Celia Cruz, Ray Baretto, and Tito Rodriguez to name a few.  Sammy Ayala, one the many vocalists featured on the album, was an original member of Cortijo y su Combo.  Fifty years ago, Sammy Ayala, along with Raphael Cortijo and Ismael Riviera, created a blended sound in salsa incorporating the native rhythms of Puerto Rico with the Caribbean sounds from Cuba, Dominican republic and the West Indies. They were one of Puerto Rico’s most successful musical groups, and one of Salsa’s most famous groups across Latin America.
In February of 2005, original members Leon Michels, Jeff Silverman, Quincy Bright, and Nick Movshon were flown to San Juan, PR for eight days. Housed in a 200-year-old, former ballet school that was once owned by Tego Calderon, BRP built a make-shift studio with carefully arranged bed mattresses and began recording what would eventually become the album, “San Sebastian 152”.  What came of these recording sessions is a unique and inspired mix of the varying musical genres that have influenced both BRP and all the musicians involved.  The American soul and R&B influences of BRP remain the basis while traditional bomba, salsa, and rumba shine through to create something completely fresh. BRP continue to push the boundaries of what is considered modern latin music.


Este é um outro som, considerado raro, muito pouco conhecido. Uma banda formada em 2002 com muito soul, funk e R&B. Uma batida forte, com muitos metais e percussão. Uma mistura de James Brown, Santana e Buena Vista. O som é muito bom! 

Gonzalez (1974)


Gonzalez were a British R&B and funk band. They became well known as a backing band for touring R&B, funk and soul stars. Their eponymous album was released in 1974 and they recorded a total of six albums before disbanding in 1986, and are best known for their single success with their worldwide Disco hit, "I Haven't Stopped Dancing Yet".

Gonzalez foi uma banda britânica de Jazz Funk nos anos 70, fazendo um som misturado de Funk, Jazz e música latina. Sonzaço...
Palhinha (http://www.youtube.com/watch?v=a6O-C5a_qlg&feature=colike).

Cosmic Sound Orchestra - Fly Some Funk Up To The Moon (1978)



Um raro Funk alemão da décade de 70, sem informações sobre a biografia... Mas o som é muito bom.
Curtam aí!!!!

sábado, 9 de fevereiro de 2013

Woodstocks Discos - The Rock Shop


Na década de 80, sempre que podia ia passar o sábado na Woodstock Discos. Pegava um bumbão na 9 de Julho e era uma grande aventura... A cada parada do ônibus, entravam mais cabeludos. Para um garoto de 14 anos, o mundo era pequeno e ir até o Centro de São Paulo, só com a moçada, era uma aventura. Em casa, tinha poucos discos, a maioria emprestados... Um T. Rex (The Slider), um Deep Purple (In Rock), Warhorse, Emerson, Lake & Palmer, são os que mais me lembro e ouvia muito (estão guardados como um troféu de minha querida juventude). E ainda não estava tão claro este negócio de Heavy Metal. Passava toda a tarde olhando os discos de vinil e suas capas maravilhosas. Não tinha dinheiro, mas ficava todo o tempo dentro da loja, olhando as bandas, decorando os nomes dos músicos, lendo os trechos de reportagens na Rock Brigade. Já sabia falar inglês e traduzia trechos para a moçada que delirava... Lembro de ter visto o EP do Metallica, Jump in the Fire, com quatro músicas apenas (Jump in the Fire, Phantom Lord, Seek and Destroy e mais uma que náo lembro). Quando o EPzão rolava em 45 RPM, silêncio geral da moçada, para ouvir aquela maravilha. Ninguém de minha turma tinha dinheiro para comprar os caríssimos LPs, porém, um bom samaritano capitalista, teve a grande idéia de gravar fitas K7 e vender por um décimo (eu acho) do preço do LP (o que ainda era caro). Aí, meus caros, tive acesso a um universo bem diferente... Comprei Saxon, Jag Panzer, Metallica, Exciter e comecei a curtir muito o Heavy Metal. Fiquei amigo de músicos, aprendi a tocar bateria (tentei)... Quando paro para pensar hoje, com 44 anos, lembro com muita saudade desta época de descobertas, e reverencio a Woodstock Discos pela grande influência musical que teve em minha vida. Vi muitos músicos sendo despertados/criados lá, bandas sendo formadas e vale a pena ler os textos em "História da Woodstock Discos" e Fúria - A História e as Histórias do Heavy Metal no Brasil . O engraçado é que mesmo sendo um fedelho na época, sinto que fiz parte desta história...

Porém, não foi fazendo a cabeça de moleques que a Woodstock foi importante. Foi marcante e fundamental  na história do Heavy Metal no Brasil (leiam os excelentes textos dos Links).
Muito obrigado Woodstock Discos.



É importante registrar este passado. Para descobrir novos sons e ter notícias de música, você tinha que pegar um ônibus e passar a tarde inteira para escolher um único ábum/disco, que você ouvia até a exaustão... Para os amigos mais chegados, você gravava uma fita K7, que aliás dava um grande trabalho para gravar... Tinha que calcular o tempo, e escolher como iria preencher os espaços vazios... Discos com mais de 60 minutos eram uma dor de cabeça, pois não cabiam nas fitas e você tinha que gravar nas caríssimas fitas 90. Caros jovens de hoje, a internet, MP3s, HDs externos, USBs, Ipods resolveram tudo isso. Hoje em um dia, podemos ter acesso a várias músicas, informações, etc... Mas sinto saudade, de colocar o disco na vitrolinha, ouvir o som, vendo a capa ( a arte da capa era uma maravilha), conseguindo ler o que estava escrito... Virar o disco para o lado B e ir a Woodstock Discos comentar/falar sobre música... Isto a  internet e os Ipods não podem trazer de volta.

Confiram também o site da Woddstock Discos ( http://woodstock-discos.blogspot.com.br/ ).

.


Para finalizar esta homenagem, gostaria de postar os principais LPs que comprei na Woodstock e custaram muito, mas muito caro mesmo. Alguns foram comprados em sociedade que terminou em briga entre brothers... Outros, os tenho muito bem guardados até hoje. Tudo em nome da boa música.
Vamos a sonzeira. Espero que gostem.




Saxon é uma banda inglesa de heavy metal formada na região de South Yorkshire em 1976. Foi conhecida como Son of a Gun entre 1976-1978.





Jag Panzer é uma banda americana de heavy metal e power metal formada no inicío dos anos 80.

Em 1983 é lançado o EP Tyrants. Pouco depois a banda mudou-se para Colorado e começa a trabalhar no primeiro álbum. Ample Destruction foi apresentado em 1984. O baterista Rick Hilyard deixa a banda nos finais de 84 e é substituído por Reynold 'Butch' Carlson.





Em 1978 foi criada uma banda chamada Hell Razor, em Ottawa, Canadá. A banda consistia em John Ricci (guitarra), Dan Beehler (bateria) e Allan James Johnson (baixo). Dois anos depois mudam o nome para Exciter e gravam uma demo, que enviam a Mike Varney da Shrapnel Records. Varney inclui uma canção desta demo no álbum US Metal Volume II, em 1982. Pouco depois, Exciter assina contrato com a Shrapnel Records. No ano seguinte é gravado o primeiro álbum, Heavy Metal Maniac.






Liberado em 1983, “Show No Mercy” foi o primeiro álbum que mostrou como o novato Slayer trabalhou bem nos dois anos anteriores pela região de Los Angeles (EUA), e cujas expressivas 40 mil cópias vendidas surpreenderam até mesmo a Metal Blade Records, que na ocasião também estava iniciando suas atividades pelo underground.
Este foi o disco mais caro que comprei. Era importado e em 1984 custava uma fortuna... Compramos em uma sociedade de 10 brothers, e após alguns meses o disco "sumiu". Mas a fita K7 resolvia o problema...




Battle Hymns é o álbum de estreia da banda norte-americana de heavy metal Manowar, lançado em 1982. O álbum é famoso pela narrativa contida na faixa "Dark Avenger", feita pelo ator e cineasta Orson Welles. 
Ouvi muito este discão...

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