sábado, 26 de julho de 2014

Robert Cray


Robert Cray (Columbus, Geórgia, 1 de agosto de 1953) é um Bluesman Americano, considerado um expoente da nova safra de artistas do blues. Começou sua carreira influenciado pelos Beatles mas, ao assistir um espetáculo de Albert Collins, resolveu seguir o caminho do blues. Ao lado de Albert Collins e Johnny Copeland registrou o já clássico álbum Showdown!. Suas músicas foram regravadas por artistas como Eric Clapton (Bad Influence) e Albert Collins (Phone Booth). A sua juventude, pelo menos comparada à idade da maioria dos intérpretes de blues, e a abertura artística que lhe permite colaborar com músicos rock, R&B ou soul, fazem de Robert Cray uma das esperanças do blues para o século XXI. Desvalorizado por alguns críticos, o autor de "Strong Persuader" tem, no entanto, cinco Grammys, dois discos de platina e um de ouro a comprovar a sua relevância no panorama musical de hoje. Detentor de uma voz poderosa e exímio guitarrista, Robert Cray cresceu a ouvir rock e soul, influências que se viriam a reflectir no seu trabalho. 


Albert Collins, importante músico de blues destacado para tocar na festa de final de curso do então jovem Cray, vem a integrar a primeira banda do novato, que se junta ainda ao baixista Richard Cousins. A estreia em disco chega com "Who's Been Talking", lançado em 1980, e segue-se, passados três anos, de "Bad Influence", registo que convence público e crítica do talento de Robert Cray. "False Accusations", de 1985, precede "Showdown!", disco em que o músico se volta a reunir a Albert Collins e Johnny Copeland. O primeiro Grammy bate à porta do jovem, novamente galardoado em 1986, pelo disco "Strong Persuader", que contribui definitivamente para a sua crescente popularidade.Ao longo da década de 90, álbuns como "Midnight Stroll", "I Was Warned" e "Shame+Sin" provam que, apesar dos prémios e distinções, a maior motivação de Robert Cray consiste em explorar e renovar o seu interesse pela música. Acompanhado pelo teclista Jim Pugh, pelo baixista Karl Sevareid e por Kevin Hayes, na bateria, o intérprete continua a gravar, tendo em 2001 lançado o aclamado "Shoulda Been Home".


Com um recorde de oito álbuns consecutivos nomeados ou premiados com Grammys, o músico é também um assíduo frequentador de outras áreas da arte, tendo cedido algumas das suas faixas para as bandas-sonoras de filmes como "Toda A Verdade Sobre Cães e Gatos". Em estúdio, Robert Cray colaborou já com lendas como B.B. King, John Lee Hooker ou Tina Turner, revelando-se o seu ecletismo na participação num concerto dos Rolling Stones, aquando da sua digressão "Voodoo Lounge", de 1994. Cray passa os anos seguintes a gravar discos e a fazer digressões. Foi um dos convidados do Crossroads Guitar Festival, e fez as "primeiras partes" de Eric Clapton na sua digressão mundial em 2006 e 2007. Em 2011, Cray passa a integrar o Blues Hall of Fame.

Seguem meus álbuns favoritos:

Primeiro álbum deste bluesman...



Strong Persuader is American blues guitarist Robert Cray's fifth studio album, released in 1986, and became his breakthrough album to the mainstream. "Strong Persuader" also became a nickname for Cray. The album was ranked #42 on Rolling Stone's list of the 100 greatest albums of the 80's.The album was certified 2x platinum.





Don't Be Afraid of the Dark, released in 1988, was American blues musician Robert Cray's follow-up to Strong Persuader. It was unable to match the mainstream success of Strong Persuader; peaking at #32 on Billboard 200 and staying on the charts for 60 weeks.




Showdown! is a blues album by Albert Collins, Robert Cray and Johnny Copeland, released in 1985 through Alligator Records. The album won the Best Traditional Blues Recording Grammy Award in 1986.

2 comentários:

  1. Nothing but a woman, cool ... uma delícia de se escutar, e tendo uma mulher do lado, melhor ainda. Não devemos ter don't be afraid to the dark. Pena que Robert Cray abusa em usar metais, mas é um músico sutil, de talento e que é execrado por alguns amantes puristas do blues. Uma pena!

    Filho Ilegítimo do Xerxes

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  2. Já houve quem o classificasse como Blues anos 80... No álbum Showdown, ele detona com os mestres Albert Collins and J. Copeland. Seu primeiro álbum é bom demais e desde o sucesso de Strong Persuader e Nothing But a Woman, começou a fazer um blues mais Rhythm... Gosto pracarai... Valeu Valvulados

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