Música de todos - Música para todos.
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William Scott Bruford (born 17 May 1949) is an English retired drummer, percussionist, songwriter, producer, and record label owner who first gained prominence as the original drummer of the rock band Yes, from 1968 to 1972 and again from 1989 to 1992. After his departure from Yes, Bruford spent the rest of the 1970s playing in King Crimson, touring with Genesis in U.K., and eventually forming his own group, Bruford.
In the 1980s, Bruford returned to King Crimson for three years, collaborated with several artists including The Roches, Patrick Moraz, and David Torn, and formed his jazz band Earthworks in 1986. He then played in Anderson Bruford Wakeman Howe, which eventually led to his second stint in Yes. Bruford played in King Crimson for his third and final tenure between 1994 and 1997, after which he continued with Earthworks and further collaborations.
On 1 January 2009, Bruford retired from public performance. He released his autobiography, and continues to speak and write about music. He operates his record labels, Summerfold and Winterfold Records. In 2016, after four-and-a-half years of study, Bruford earned a PhD in Music at the University of Surrey. He was inducted into the Rock and Roll Hall of Fame as a member of Yes in 2017.
Drum Nation Volume 1 features the Worldís Greatest Drummers performing with ensembles or solo. Terry Bozzio; Bill Bruford; Steve Smith and Zakir Hussain; Chad Wackerman; Stanton Moore; Simon Phillips; Josh Freese; Rod Morgenstein; Tim Alexander and Brain; Marco Minnemann; Stephen Perkins and Brooks Wackerman. The first Drum Nation album emerged as a result of Magna Carta Records' Pete Morticelli and his vision. The label head had long observed that an unusual sense of community existed among drummers - a rare breed, to be sure! The first edition of this series explored what some of these drummers would do if given total creative reign. For Volume Two, Pete ventured into the labels vaults and retrieved some of the most stirring performances you've ever heard from indisputably the most influential drummers of our time.
Drum Nation Volume One [2004] Featuring Exclusive Performances By: Terry Bozzio (Frank Zappa, Jeff Beck) Bill Bruford (King Crimson, Yes) Steve Smith (Vital Information, Journey) Zakir Hussain (John McLaughlin and Shakti, George Harrison) Chad Wackerman (Frank Zappa, Steve Vai) Stanton Moore (Galactic) Simon Phillips (The Who, Toto) Josh Freese (The Vandals, A Perfect Circle) Rod Morgenstein (The Dregs, Steve Morse) Tim Alexander (Primus, Blue Man Group) Brain (Primus, Buckethead, Tom Waits) Marco Minnemann (Paul Gilbert) Stephen Perkins (Jane’s Addiction) Brooks Wackerman (The Vandals, Suicidal Tendencies)
Drum Nation Volume Two [2005] Featuring a Collection of previously available Performances By: Mike Portnoy - Andy West with Rama "Rama 1" (Dream Theater, Liquid Tension Experiment), Pat Mastelotto - from "Encores Legends & Paradox" (King Crimson), Dennis Chambers with Niacin "Live: Blood, Sweat & Beers" (George Clinton), Terry Bozzio & Billy Sheehan "Nine Short Films" (Frank Zappa, Jeff Beck), Clyde Stubblefield with The Clinton Administration "One Nation Under A Re-Groove" (James Brown), Virgil Donati with Derek Sherinian "Planet X" , Tim Alexander with Attention Deficit "The Idiot King" (Primus), Keith Carlock with Oz Noy "Oz Live" (Steely Dan), Rod Morgenstein - Andy West with Rama "Rama 1" (Dixie Dregs), Simon Phillips - from "Encores Legends & Paradox" (Toto, The Who), Josh Freese with Stripsearch (Vandals, A Perfect Circle), Anton Fig and Stanton Moore (Galactic) with The Clinton Administration "Take You Higher".
Após as polêmicas sobre as últimas performances do YES, resolvemos fazer um Post de uma de nossas bandas preferidas, para resgatar a memória de uma das maiores bandas de Rock Progressivo da história. O YES teve várias formações, porém a formação que mais gostamos e, que na nossa opinião, compôs os melhores discos é: Jon Anderson (Vocal), Chris Squire (Baixo, vocal), Steve Howe (guitarras acústicas e elétrica), Rick Wakeman (Órgão Hammond, piano, RMI 368 Electra-Piano, Mellotron, Moog), Bill Bruford (Bateria, percussão). Entre os álbuns, considero Fragile (1971) uma obra de arte, com músicas, acordes, letras, tudo em grande sintonia. Uma grande inspiração.
Embora, para muitos fâs, a turnê no Brasil tenha decepcionado por não ser um Mega concert, em favor da banda, é bom lembrar que Steve Howe está com 65 anos e Chris Squire está com 64, e mesmo assim, toparam tocar e incluir nos shows, os álbuns The Yes Album , Close to the Edge e Going for the One, realizando um show de três horas para o relativo pequeno público que compareceu.
Estes senhores continuam na ativa e pretendem lançar um novo disco em 2014. E embora façam shows em cruzeiros, e a banda atual parece não ter a expressão do que foi no passado, o YES foi uma das bandas mais marcantes, mais influenciadoras do Rock Progressivo.
Para começar, uma comparação do melhor show do Yes, com o último aqui no Brasil:
Um vinil triplo: “Yessongs”, lançado em 1973, e gravado na tour do grandioso “Close To The Edge”. O disco traz Rick Wakeman em sua melhor forma, mostrando porque é considerado o grande mago dos teclados.
Uma formação quase clássica (apenas o vocalista Jon Davison é um novato em se tratando de Yes), com Geoff Downes (tocou no álbum do Yes "Drama" e tocou com Steve Howe no Asia) retornando aos teclados. Os demais são os feras Chris Squire no baixo e Steve Howe na guitarra, além de Alan White na bateria.
Fonte: Resenha - Yes (Vivo Rio, Rio de Janeiro, 25/05/13)
Bill Bruford:William Scott "Bill" Bruford (17 de Maio de 1949), foi baterista do Yes (link), King Crimsom (link), UK e Genesis (link), entre outros conjuntos de rock progressivo. Bill Bruford trouxe para o rock novos rudimentos, técnicas orquestrais e de jazz. Bruford foi um dos criadores do rock progressivo.
Segundo a Digital Dream Door, Bruford é o sétimo maior baterista de rock de todos os tempos. Principal batera do YES, sendo substituído por Alan White de tempos em tempos.
Primeiro álbum solo com Allan Holdsworth (guitarra), John Goodsall (guitarra), Jeff Berlin (baixo), Dave Stewart (teclados) e Kenny Wheeler (flugelhorn). Oálbum foi considerado uma vanguarda do Jazz Progressivo.
Este é o terceiro álbum de Bill Bruford. Foi co-produzido por Ron Malo (Weather Report) e lançado em 1980. Também é consideradoum dos melhores álbuns do gênero Progressivo Rock Fusion...
Chris Squire: Christopher Russell Edward Squire, conhecido como Chris Squire (Londres, 4 de março de 1948), baixista da banda de rock progressivo Yes, da qual é co-fundador e único membro constante. O estilo do baixo de Squire é melódico, dinâmico e agressivo, o qual é sua marca. Ele usa caracteristicamente o baixo Rickenbacker 4001, que junto com seus ajustes pessoais gera um timbre inconfundível. Squire foi considerado o 18º melhor baixista do milênio numa lista divulgada pela revista Guitar há poucos anos.
Solo album lançado durante um período de inatividade do Yes. Com uma força de Bill Bruford e Patrick Moraz, Squire detona no baixo, guitarra e vocais. Também participam Mel Collins no sax e Andrew Pryce Jackman no piano. O álbum é considerado prograssivo, na mesma linha do Relayer, com umas pinceladas de Jazz.
Jon Anderson:Jon Anderson (Accrington, 25 de outubro de 1944) é um cantor, músico multi-instrumentista, compositor e poeta britânico conhecido por seu trabalho como vocalista da banda de rock progressivo Yes. Ele também possui uma extensa carreira solo, tendo gravado vários discos, entre eles a obra-prima "Olias Of Sunhillow", e colaborado com diversos músicos e bandas, como o grego Vangelis, através do projeto Jon & Vangelis, o King Crimson, o brasileiro Milton Nascimento e o também inglês Mike Oldfield. Jon Anderson é vegetariano e místico. Suas letras costumam retratar histórias, livros e temas místicos de escrituras orientais.
De toda a sua obra solo, escolhemos estes discão por ter a participação de Milton Nascimento e Boca Livre. Neste álbum há várias experiências interessantes de Mr. Anderson com vários músicos latinos.
Steve Howe:Stephen James Willian John Howe (8 de Abril, 1947 em Londres) é um músico inglês de rock progressivo, internacionalmente conhecido por seu trabalho como guitarrista da banda Yes. Considerado um dos melhores e mais influentes guitarristas de todos os tempos. Ele também já participou das bandas The Syndicats, Bodast, Tomorrow, Asia e GTR, além de já ter lançado 14 álbuns solo. Falar mais o que de Steve Howe... Os acordes, os solos, as composições, um exímio e competente guitarrista. Para mim, um dos grandes responsáveis pelas belas composições do YES.
Discaço solo de Mr. Howe com vários músicos inclusive Bill Briford, Alan White e Patrick Moraz
Rick Wakeman:Richard "Rick" Christopher Wakeman (Londres, 18 de maio de 1949) é um tecladista de rock progressivo britânico. Ele é um pianista clássico treinado, e tornou-se bastante famoso por sua virtuosidade. Nos primeiros anos de sua carreira ele foi um pioneiro no uso de teclados eletrônicos e seu nome tornou-se sinônimo de tecladista cercado por uma vasta gama de equipamentos. Wakeman alcançou a fama em 1970 tocando com a banda The Strawbs, juntando-se ao Yes em 1971. Ele entrou e saiu da banda pelo menos quatro vezes, reflexo de um relacionamento turbulento com o grupo. Em 2002 ele voltou ao Yes pela quinta vez. Wakeman tem uma carreira solo extremamente longa. Ele também tocou como músico convidado para artistas como Elton John, Brian May, Alice Cooper, Lou Reed, David Bowie, Ozzy Osbourne e Black Sabbath.
Lançado em 1973, é considerado por Rick Wakeman, como o seu primeiro, já que é nele que o artista iniciou propriamente o seu estilo progressivo e sinfônico. Uma curiosidade: Em 1973, Rick Wakeman quis fazer um show sobre o tema do álbum em Hampton Court Palace, um castelo construído por Henrique VIII e teve seu pedido negado. 36 anos depois, no final de 2008, Wakeman foi finalmente convidado formalmente pela realeza britânica para celebrar os 500 anos da ascensão de Henrique VIII ao trono inglês e deu origem ao show "The Six Wives of Henry VIII Live at Hampton Court Palace" lançado em CD, DVD e Blu-Ray em 2009.
Embora tenha feito o post do YES, declaro para os devidos fins que sinto falta do YES com esta formação e a inspiração criativa dos anos 70. Queria ver eles lançando um álbum nesta formação, que lembrasse o poderoso Fragile, o acordiônico Going to the Edge, ou o enérgico e virtuoso Yes Songs. Mas, deixo registrado, uma pequena homenagem a uma das melhores bandas que já ouvi...
Acho que todos que curtem música, gostariam de ser bateristas. Assistindo a performances ao vivo, o batera é o cara que mais se entrega, que mais se diverte tocando... Alguns solos de baterias em shows são incríveis e vendo aquele instrumento imponente soltando aquela batucada poderosa, mexe com qualquer um...
A bateria é uma invenção do século XX. "No começo dos anos 1900, bandas e orquestras tinham de dois a três percussionistas cada. Um tocava o bombo, outro tocava a caixa, e o outro tocava os pratos, os blocos de madeira e fazia os efeitos sonoros." (CANGANY, 1996, p. 31). Um bom exemplo disso eram as bandas de rua de New Orleans, nos Estados Unidos, que tocavam o estilo de Jazz conhecido como Dixieland, onde havia pelo menos dois percussionistas, um tocando caixa e o outro tocando o bombo e os pratos, que ficavam fixos em cima do bombo, possibilitando tocá-los em pé ou caminhando.
A partir da invenção do pedal de bumbo, tornou-se possível que uma pessoa apenas fizesse o trabalho que antes, três pessoas faziam. O primeiro modelo prático de pedal de bumbo foi construído por William F. Ludwig em 1910. Outra invenção aparentemente simples que tornou a bateria possível foi a estante para caixa, desenhada pela primeira vez em 1899. Antes disso, o instrumento era pendurado nos ombros com o uso de correias, ou então apoiado em cima de cadeiras. Uma vez que pedais e suportes para caixa práticos se tornaram disponíveis, um único baterista poderia executar o trabalho previamente feito por três. E assim nasceu a bateria.
Até 1920, os bateristas de jazz nos EUA, não se destacavam muito, limitando-se apenas a marcar o tempo da música. Aos poucos, alguns músicos foram se destacando, devido à técnica e sua maneira de se apresentar, como por exemplo, Jo Jones e Gene Krupa. Krupa, no entanto, apesar de não ter sido o primeiro grande baterista da história, tornou-se conhecido como um dos primeiros solistas na bateria, devido ao fato de não sofrer discriminação racial, já que era branco. Sendo assim, ele se apresentava nas principais casas de shows dos EUA, tornando sua maneira de tocar bastante popular, como por exemplo, ao lado da orquestra do clarinetista Benny Goodman na música ‘Sing Sing Sing’. Bem mais tarde, outro baterista tornou o instrumento bastante popular em todo o mundo, a partir do início dos anos 60. Era Ringo Star que devido à sua grande popularidade e, junto com diversos outros bateristas de grupos de Rock, trouxeram cada vez mais um lugar de destaque para bateria.
Dessa forma, a criação da bateria, como um instrumento musical bastante recente (cerca de 100 anos de história), está intimamente ligada ao surgimento do Jazz, proveniente da tradição das bandas de rua (Marching Bands) norte-americanas, bem como o seu desenvolvimento está ligado à história e ao desenvolvimento do Jazz e do Rock, respectivamente na primeira e segunda metade do século XX. Por isso, os EUA são a principal referência no estudo da bateria e em produção de material didático, já que o instrumento foi se desenvolvendo de acordo com o cenário musical no qual estava inserido, o jazz norte-americano em suas diversas fases: New Orleans, Swing, Big Bands, Be Bop.
Em seguida, na segunda metade do século XX, o rock passou a ser o principal movimento musical mundial. Apesar das bandas européias, principalmente inglesas nos anos 60, serem as de maior sucesso em todo o mundo, os EUA continuam sendo a maior referência para a bateria.
No Brasil, a influência norte-americana sempre existiu no que diz respeito à bateria, seja pelo cinema, pelas gravações e shows de jazz, pelos equipamentos, ou pelos primeiros livros e métodos de bateria que mesmo com muita dificuldade, os bateristas brasileiros sempre procuraram ou desejaram ter acesso para satisfazer a busca por escassas informações disponíveis em nosso país.
Com a influência das jazz-bands, surgem no Rio de Janeiro diversos grupos e orquestras com arranjos diferenciados para a música brasileira. É então que começa a aparecer um maior número de bateristas. Os músicos paulistanos nas décadas de 50 e 60 se encontravam para trocar informações, inclusive com os bateristas norte-americanos que apareciam com freqüência acompanhando artistas famosos do Jazz.
Paralelamente a isto, os bateristas brasileiros foram desenvolvendo maneiras particulares de tocar o instrumento, incorporando os elementos da percussão e as idéias musicais provenientes da enorme riqueza cultural e musical brasileira. É o caso, por exemplo, de Luciano Perrone, um dos primeiros bateristas brasileiros. Ele criou uma maneira própria de tocar samba na bateria, já que naquela época, seu instrumento resumia-se a uma caixa, colocada sobre uma cadeira, um prato, pendurado na grade que separava os músicos da platéia, e um bumbo sem pedal que ora era percutido com a baqueta, ora com o pé mesmo. Nascido no Rio de Janeiro em 1908 e tendo iniciado sua carreira aos 14 anos de idade, na época do cinema mudo - no antigo cinema Odeon do Rio de Janeiro - Luciano Perrone é considerado o pai da bateria brasileira. Foi Luciano Perrone quem inventou a bateria no Brasil. Este típico instrumento americano, recebeu através das mãos deste baterista, o suingue e a nobreza dos ritmos brasileiros.
Na década de 50, Edison Machado surge como o primeiro baterista a tocar samba com o prato de condução e Milton Banana (com link) torna famosa, no mundo todo, a batida da bossa nova através de gravações com Tom Jobim e João Gilberto, só para citar alguns exemplos. Além deles, muitos outros inovaram a maneira de tocar bateria, incorporando as idéias e as riquezas dos ritmos e da percussão brasileira, aliando-os à modernidade e à vanguarda, como por exemplo: Robertinho Silva, Nenê, Zé Eduardo Nazário, Marcio Bahia, Carlos Bala, Paschoal Meirelles, Guilherme Gonçalves, entre outros. Os bateristas brasileiros mostram que, mesmo tocando um instrumento que nasceu nos Estados Unidos e que tem como característica reunir vários instrumentos de percussão para uma pessoa tocar sozinha, pode-se dar a esse instrumento um tratamento com base nas mais profundas raízes da percussão, já que no Brasil, a enorme riqueza e as diversidades rítmica e cultural influenciam sobremaneira a arte musical e os músicos. Dessa forma, o uso de outros instrumentos de percussão, característicos nos diversos ritmos brasileiros, podem e devem contribuir para a formação musical do baterista.
Em todos os gêneros musicais, tivemos bateras de destaque. O baterista, que normalmente era aquele cara que ficava no fundo da banda e poucos sabiam seu nome, foi para a frente do palco e algumas bandas eram lideradas por bateras. Queremos destacar alguns bateristas que além da técnica impecável, se destacaram como compositores e líderes de bandas e deixaram sua marca no mundo da música.
1 - NEIL PEART
Neil Ellwood Peart (Hamilton, 12 de Setembro de 1952) é baterista da banda canadense de rock progressivo Rush e escritor. Peart recebeu inúmeras premiações por suas performances musicais e é conhecido por sua agilidade, proficiência e energia. É uma unanimidade entre a lista dos melhores bateristas de rock de todos os tempos, e considerado por vários críticos e músicos o melhor da atualidade.
Durante a adolescência, ele vagou de banda regional em banda regional e eventualmente acabou largando os estudos para dedicar-se em tempo integral à sua carreira de baterista. Após uma temporada desencorajadora na Inglaterra, Peart retornou para casa, onde entrou na banda regional de Toronto, Rush, no verão de 1974.
No começo da carreira, o estilo de tocar de Peart foi desenvolvido principalmente no hard rock. Ele tirou a maioria de sua inspiração de bateristas como Keith Moon e John Bonham, que estavam no destaque do ramo musical britânico. Entretanto, conforme o tempo foi passando, ele começou a absorver a influência de músicos de jazz e das big bands como Gene Krupa e Buddy Rich. Em 1994, Peart tornou-se amigo e pupilo do instrutor de jazz Freddie Gruber. Foi durante esse tempo que ele decidiu renovar seu estilo de tocar, incorporando componentes do swing e do próprio jazz. Gruber foi também responsável por introduzir ele a produtos da Drum Workshop, a companhia que fornece os produtos da bateria de Peart.
Além de ser um músico, Peart também é um escritor prolífico, havendo produzido diversas memórias e anotações sobre suas viagens. Peart também é o letrista principal do Rush. Em escrever letras para a banda, Peart endereça temas universais como ficção científica, fantasia e filosofia, assim como temas seculares, humanitários e libertaristas. Todos os seus cinco livros são relatos de viagens não-ficcionais, aos quais ele recorre sobre temas de sua vida também. Em termos musicais, Peart recebeu vários prêmios (veja abaixo) por suas performances e gravações e é extensivamente considerado por sua resistência, força, habilidade e virtude. Em termos de influência, ele é um dos mais importantes bateristas da história, e é constantemente classificado como um dos maiores bateristas de todos os tempos.
Segue uma palhinha, da melhor música do Rush, em minha opinião, com um solo maravilhoso de Dr. Peart:
Carl Palmer (nascido Carl Frederick Kendall Palmer, em 20 de março de 1950, em Handsworth, Birmingham, Inglaterra) é um percussionista e baterista britânico. É frequentemente creditado como um dos maiores e mais influentes bateristas de rock de todos os tempos. Palmer é veterano em várias bandas britânicas, incluindo The Crazy World of Arthur Brown, Atomic Rooster, Emerson, Lake and Palmer e Asia. Também contribuiu em trabalhos de Mike Oldfield.
Seguido de sua saída do The Crazy World of Arthur Brown, Palmer juntou-se a Vincent Crane para formar o Atomic Rooster. Tocou somente em um álbum antes de sua saída para o Emerson, Lake, and Palmer. Palmer permaneceu na banda até o fim em 1979. Seguiu com uma nova banda P.M. e deixou posteriormente o projeto em favor do Asia, com antigos membros do Yes, King Crimson e The Buggles. Palmer e Emerson reuniram-se novamente, dessa vez com o guitarrista e vocalista Robert Berry, para formar o 3, lançando um álbum sem sucesso em 1987.
Palmer reuniu-se para reformular o ELP em 1992 para Black Moon e In the Hot Seat, uma compilação com vários DVDs de turnês. Seguido do final definitivo do ELP em 1998, Palmer realizou uma turnê com sua própria banda.
Apesar de nenhuma das bandas em que Palmer foi integrante estar no Hall da Fama do Rock and Roll em Cleveland, a bateria de Palmer está presente, após ter sido comprada e doada por Ringo Starr.
Terry John Bozzio (27 de Dezembro de 1950) é um baterista americano mais conhecido por seu trabalho com Frank Zappa. Bozzio nasceu na California e fez sucesso gravando e fazendo shows com Frank Zappa (e aparecendo no musical Baby Snakes), e na banda UK. Após seu teste com Zappa, todos os bateristas ficaram atrás dele, e ele foi aceito. Ficou famoso por executar "The Black Page", uma composição feita para ser o "pesadelo do músico" cheia de notas tornando-se quase obscura.
Bozzio formou o Missing Persons com sua então esposa e vocalista Dale Bozzio, o ex-guitarrista e ex-baixista de Zappa Warren Cuccurullo e Patrick O'Hearn e o tecladista Chuck Wild.
Após sair do Missing Persons em 1986 depois do lançamento do álbum Color In Your Life, Terry entrou na banda solo do ex-guitarrista do Duran Duran Andy Taylor. Pode ser visto em vários videos desse período. Participou na reuinião oficial "founding members" do Missing Persons em julho de 2000 e gravou um álbum com influencia de Zappa, porém ainda não lançado, Playing in Tongues, com Warren Cuccurullo.
No verão de 2005, Bozzio substituiu Dave Lombardo na banda de Mike Patton: Fantômas na turnê européia e também na América do Sul (incluindo o Brasil). Bozzio foi colocado em Guitar Center's RockWalk em Hollywood em 17 de janeiro de 2007 junto com ícones do rock Ronnie James Dio e Slash.
Recentemente Bozzio trabalhou com a banda Korn no oitavo álbum de estúdio após a saída do baterista David Silveria. Foi contratado também para tocar com a banda na turnê Family Values Tour, mas deixou o grupo e foi substituído pelo baterista do Slipknot Joey Jordison e Ray Luzier.
Inovação Musical: Assim como o baterista da Calçada da Fama Gary Chester, Bozzio é notado por criar o ostinato melódico para bateria. Em grande parte dos seus trabalhos, o ostinato é tocado usando várias permutações de bumbo e chimbal enquanto sola contra essas bases usando as mãos. As vezes (quase sempre na mesma composição) o oposto acontece, onde ele segura um ostinato com as mãos e sola com os pés. Assim como Chester, Bozzio desenvolveu a aplicação para o ostinato melódico para bateria quando ele notou como um pianista faria um solo ou tocaria ritmos contra o ostinato ou o ponto pedal.
William Scott "Bill" Bruford (17 de Maio de 1949), foi baterista do Yes (link), King Crimsom (link), UK e Genesis (link), entre outros conjuntos de rock progressivo. Bill Bruford trouxe para o rock novos rudimentos, técnicas orquestrais e de jazz. Bruford foi um dos criadores do rock progressivo.
Segundo a Digital Dream Door, Bruford é o sétimo maior baterista de rock de todos os tempos.
Peter Edward "Ginger" Baker (19 de agosto de 1939 em Lewisham, Londres), é um percussionista inglês que tornou-se famoso como integrante dos Cream de 1966 a 1968 com Jack Bruce e Eric Clapton, e mais tarde fazendo parte do grupo Blind Faith. No começo dos anos 70, Baker viajou em turnê e gravou com sua própria banda, Ginger Baker's Air Force.
A técnica de Baker chamou atenção por sua virtuosidade, técnica e o uso de tympani e outros instrumentos de percussão nunca antes usados no rock. Embora às vezes tocasse de maneira bombástica (similar àquela de Keith Moon do The Who), Baker também era capaz de tocar de forma mais contida, graças à sua experiência se apresentando com bandas de jazz inglesas durante o final dos anos 50 e começo dos 60, estabelecendo um novo patamar de profissionalismo entre os percussionistas de rock. Baker também apresentava longos solos improvisados (como em "Toad") em seu elaborado kit de bateria; ele foi um dos primeiros músicos a usar dois bumbos, inspirado pelo baterista de jazz Louie Bellson.
Desde 1986 Ginger vem lançando diversos álbuns e viajando em turnê com inúmeros astros do jazz, da música clássica e do rock. Além das bandas com seu nome, como Ginger Baker's Airforce, Baker Gurvitz Army (1975-1976) e Ginger Baker's Energy (1976), Baker também foi integrante dos grupos Hawkwind (1980), Atomic Rooster (1980), Public Image Ltd (1986) e Masters of Reality (1990).
Cozy Powell (Cirencenter, Gloucestershire, 29 de Dezembro de 1947 — Bristol, 5 de Abril de 1998) foi um renomado e aclamado baterista britânico.
Muito solicitado em gravações de pop e rock, Cozy Powell foi quase uma lenda no estilo pesado de tocar bateria, tocando ao lado de nomes como Rainbow, Whitesnake, Mickie Most, Black Sabbath, Keith Emerson, Greg Lake (Emerson, Lake & Powell), ou mesmo no seu trabalho solo, como o single "Dance with the Devil", que foi seu maior hit no Reino Unido, em 1974.
Powell começou sua carreira profissional em 1965 com o The Sorcerers, eventualmente tocando com Jeff Beck, depois que este deixou o Yardbirds. Em 1971, formou a Bedlam, chegando a lançar um álbum, mas abandonou este projeto para produzir singles, como o "Dance with the Devil", faixa instrumental que chegou à 3ª posição no Reino Unido em 1974. Mais tarde ele formou o Cozy Powell's Hammer, que rompeu-se em 1975. Em 1975 se juntou ao Rainbow, do guitarrista Ritchie Blackmore, ficando até 1980. Sempre muito requisitado, ele alternava seus trabalhos entre seções de estúdio e concertos ao vivo com uma grande variedade de bandas como o Michael Schenker Group, Whitesnake e Black Sabbath, nunca permanecendo em nenhuma banda por muito tempo. Em 1996, ele trabalhou numa longa turnê com o Fleetwood Mac.
Em abril de 1998, Cozy Powell havia abandonado uma turnê com Yngwie Malmsteen por ter machucado o pé. Pouco tempo depois, em 5 de Abril, Cozy morreu num acidente de automóvel enquanto dirigia seu carro, um Saab 9000, a cerca de 170 km/h sob chuva, na rodovia M4 próximo à cidade de Bristol, na Inglaterra. De acordo com uma reportagem da BBC, no momento do acidente o índice alcoólico de Cozy estava acima do limite permitido. Ele não usava cinto de segurança e conversava com sua atual namorada, Sharon Reeve, no telefone celular.
Carmine Appice (Staten Island, 15 de dezembro de 1946) é um baterista americano de origem italiana. Entre os mais influentes bateristas da música moderna, é considerado por Rick Van Horn de "baterista moderno" uma norma que formaram a bateria do hard rock e heavy metal, antes mesmo de John Bonham e Ian Paice. Conhecido por sua originalidade e sua inabalável dedicação à arte da percussão, ele abriu novos caminhos durante sua carreira, como artista, como professor e como escritor. Desde os primeiros dias com o Vanilla Fudge, considerada por muitos como a primeira banda de rock pesado, ficou claro que Carmine estava criando novos padrões para o rock na bateria. Verdadeiramente, um baterista diferente.
Depois do Vanilla Fudge, Carmine formou o grupo Cactus, com o baixista Tim Bogert. O Cactus é considerado uma grande influência sobre artistas como Alex e Eddie Van Halen. Essa química com Bogert evoluiu para uma união com o “guitar hero” Jeff Beck, uma talentosa combinação de estrelas conhecida internacionalmente como Beck, Bogert e Appice.
Um dos primeiros “showmen” do rock, ficou conhecido mundialmente por suas extraordinárias performances ao vivo, além de se tornar um baterista de estúdio muito procurado, tendo gravado com inúmeros artistas durante os anos 70. Em 1976 Rod Stewart convidou Carmine para integrar sua banda, depois de ouvir mais de quarenta bateristas. Como membro da Rod Stewart Band, Carmine exibiu ainda outro talento: escrever canções de sucesso. "Do Ya Think I'm Sexy?" (mais tarde essa música foi julgada plágio da composição “Taj Mahal”, do brasileiro Jorge Bem Jor, e Rod Stewart passou a doar todos os direitos da música à UNICEF) e "Young Turks" foram dois dos seus maiores hits.
Após desse fértil período com Rod Stewart, Carmine decidiu prosseguir com seus próprios projetos. Seu primeiro álbum solo, “Rockers”, foi seguido por turnês nos Estados Unidos e Japão, com uma banda de estrelas. Em seguida Carmine liderou a banda King Kobra, gravando dois álbuns, e fazendo turnês internacionais. Tocou em várias bandas e formou várias outras...
Mike Portnoy (Long Island, Nova York, 20 de Abril de 1967) é um baterista norte-americano, ex-membro da banda Dream Theater (link), da qual foi um dos fundadores. Participa também de vários projetos, como Transatlantic, Neal Morse, OSI, Liquid Tension Experiment, Adrenaline Mob e Flying Colors. Mike Portnoy, em 2010 e 2011 foi eleito pela revista "Rythm" dos Estados Unidos Como o 5º melhor baterista do mundo. Seu interesse pela música começou cedo, assim como sua paixão pelos Beatles. Também é fã do grupo Kiss. O fato de seu pai ter sido um DJ foi um dos fatores decisivos para seu ingresso no mundo na música.
É auto-didata no seu instrumento, mas também teve aulas de teoria musical no colégio. Nessa época ele tocou em bandas como Intruder, Rising Power e Inner Sanctum. Logo garantiu uma bolsa na famosa escola de música Berklee, situada em Boston.
Com cerca de dezoito anos John Myung e John Petrucci conheceram-no e formaram a banda Majesty, que mais tarde mudaria de nome, dando origem ao Dream Theater, uma banda de metal progressivo ainda em atividade.
Possui uma grande habilidade com o seu instrumento e é comparado por alguns com Neil Peart.
Mike, ao longo dos anos, ganhou inúmeros prêmios como melhor baterista do mundo por revistas especializadas.
Embora Stanton Moore não seja tão conhecido como os bateras acima, considero este músico, é sem dúvida um grande baterista.
Stanton Moore is a rock drummer raised in Metairie, Louisiana. Most widely known as a founding member of Galactic (link), Moore has also pursued a solo recording career (beginning with his 1998 debut All Kooked Out!) and recorded with bands as diverse as jazz-funk keyboardist Robert Walter and heavy metal act Corrosion of Conformity. He also travels internationally to teach New Orleans drumming, writes a regular column for drumming magazines, and releases instructional books and videos.
As of 2008 some of Moore's recent projects include the Stanton Moore Trio, Garage A Trois and the Midnite Disturbers. Moore performs with his Stanton Moore Trio including a variety of local and visiting musicians in New Orleans. As a trio he has toured nationally with keyboardist Robert Walter and guitarist Will Bernard. Additionally, Walter and Bernard are the credited musicians on Moore's two most recent solo albums.[1] Moore continues to perform with his co-founded Garage A Trois with Skerik, Mike Dillon and Marco Benevento.[2] Moore organized the all-star brass band Midnite Disturbers with drummer Kevin O'Day. The Midnite Disturbers are Trombone Shorty and Jamelle Williams on trumpets, Big Sam and Mark Mullins on trombones, Ben Ellman and Skerik on saxophones, Jeffery Hills on sousaphone and Kevin O’Day and Moore on drums.
Billy Cobham (16 de maio de 1944) é considerado um dos grandes bateristas da história da música norte-americana. Foi mundialmente reconhecido após gravar o álbum Bitches Brew de Miles Davis, considerado o primeiro álbum de jazz-rock da história da música norte-americana. Participou com Jonh Maclaughin, Rick Laird e Jan Hammer num dos maiores grupos de jazz-rock da história: Mahavishnu Orchestra. Acompanhou grandes nomes do funk como, por exemplo, James Brown. Seu álbum solo mais famoso é o Spectrum, de 1973.
Muito crédito é dado a Cobham por sua incrível técnica e habilidade ao instrumento, tendo influenciado gerações de bateristas das décadas de 1970, 1980 e 1990 tais como Dennis Chambers e Rick Lawton.
Outros grandes bateras tais como: Ian Paice, Nicko McBrain, John Bonham, Keith Moon, Dave Lombardo, Ricardo Confessori, Steward Copeland, Buddy Rich estarão em Drummers 2.
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Sebos dos Anos 80
Antes da Internet, para ouvir e conhecer sons novos, somente na Galeria do Rock, Woodstock Discos, Baratos e Afins...