sexta-feira, 24 de junho de 2016

Aardvarks - Austrian Psych Rock, Krautrock



Austrian progressive rock band, with boogie rock and blues influences. On their debut LP they had a more Teutonic/Krautrock hard-rock type sound akin to Harlis or Kaputter Hamster. The Salzburg 'aardvark' produce on their first LP a classic Krautrock sound.  The band was founded in 1980 and played eagerly in the Salzburg and Upper Austria. The driving force behind the group was the bassist Michael Wagner. The Aarvarks left us 3 LPs and a single from the 2nd LP.





Bass – Michael Wagner
Drums – Robert Jansky
Guitar – Kurt Deixler
Guitar, Vocals – Rico Pucher
Keyboards – Johann Kastinger
Vocals, Blues Harp – Horst Trattning

quarta-feira, 22 de junho de 2016

Train - German Fusion Jazz (First Class)


German band Train puts the jazz in jazz fusion. Mostly this is sax and toned down guitar driven jazz rock. But there's also some acoustic guitar pieces, and the opener 'Solution' is pure funk. The best track is saved for last, a slow atmospheric exotic percussive Middle Eastern piece with flute as the lead, appropriately enough titled 'Arabesque'. A real jewel of early jazz-rock in Germany. Groovy interesting themes... Coo Coo out is a danceable jazz-funk track. All the musicians handle their instruments on a high level.






Bass, Double Bass – Michael Harmssen
Composed By, Electric Piano, Synthesizer, Clarinet – Gert Lueken
Cover – Ulrich Neels*
Drums, Percussion – Ulli Neels
Electric Guitar, Acoustic Guitar – Ronald Geißler
Producer – Train (6)
Recorded By, Mixed By – Horst Fehrmann, Josef Alterbaum
Soprano Saxophone, Tenor Saxophone, Flute, Percussion – Siegmar Fetter

terça-feira, 21 de junho de 2016

A.C. Reed - Blues


Aaron Corthen, better known as A.C. Reed (May 9, 1926 – February 24, 2004) was an American blues saxophonist, closely associated with the Chicago blues scene from the 1940s into the 2000s. Reed was born in Wardell, Missouri, and grew up in southern Illinois. He took his stage name from his friend Jimmy Reed. He moved to Chicago during World War II, playing with Earl Hooker and Willie Mabon in the 1940s. He toured with Dennis "Long Man" Binder in 1956 and worked extensively as a sideman for Mel London's blues record labels Chief/Profile/Age in the 1960s, with Lillian Offitt and Ricky Allen, among others. He had a regionally popular single in 1961, "This Little Voice" , and cut several more singles over the course of the decade. He became a member of Buddy Guy's band in 1967, playing with him on his tour of Africa in 1969 and, with Junior Wells, opening for the Rolling Stones in 1970. He remained with Guy until 1977. He then played with Son Seals and Albert Collins in the late 1970s and 1980s. He began recording solo material for Alligator Records in the 1980s. His 1987 album, I'm in the Wrong Business, includes cameo appearances by Stevie Ray Vaughan and Bonnie Raitt. Reed toured extensively in the 1980s and 1990s with his band, the Spark Plugs, playing small venues throughout the United States. He and the Sparkplugs performed in Chicago before he died of cancer in 2004.






segunda-feira, 20 de junho de 2016

The Immortal Rolling Stones


O primeiro disco que tenho dos Stones é de 1964. O último, é de 2016!  Fazendo a matemática básica, são 52 anos!!!! É muito tempo... Muito tempo lançando hits atrás de hits, se reinventando, lotando estádios, fazendo tours, lançando novos álbuns... Só há uma explicação para isso...  Os caras são os melhores no que fazem, e AMAM fazer isso. O som dos Stones deu umas pequenas variadas, mas sempre foi fiel ao seu estilo Rock-Blues-Ballad, com riffs de arrepiar. O Mick Jagger sempre foi um showman. Keith Richards sempre foi ele mesmo, competente, e doidão. É a maior banda de todos os tempos, e temos que reconhecer isto.

Leiam esta reportagem da Billboard sobre o show no Brasil em Fevereiro de 2016.

Quando os relógios marcaram exatas 21 horas, as luzes se apagaram e o vídeo da turnê Olé começou a passar no telão. “Os caras são ingleses mesmo”, notou um espectador à pontualidade britânica dos Stones. Diferente do show no Rio e do primeiro em São Paulo, mas igual ao último na Argentina, o grupo trocou “Start Me Up” pela potente “Jumpin’ Jack Flash” como faixa de abertura, mas manteve “It’s Only Rock N’ Roll” na sequência.

“Hoje é sábado. Vamos quebrar tudo”


Alguns ficam maravilhados com o repertório de frases em português de Mick Jagger, outros acham que o vocalista poderia se esforçar mais para melhorar o idioma, já que tem um filho por estas terras. O fato é: quem ensina as frases ditas por Jagger nos shows? Depois de lançar um “beijinho no ombro” no show anterior, Jagger voltou com outras pérolas. Em um momento, antes de enfileirar “Wild Horses”, “Painted In Back” e “Honky Tonk Women”, ele disse se sentir devagar por ter “comido muitas coxinhas”. Jagger usa pequenas colas no palco para não se perder no idioma. Jagger também se inteirou sobre o futebol local. “Vocês torcem para o Corinthians? Para o São Paulo? Palmeiras? Ou Santos? É a primeira vez que temos os quatro no Morumbi”. Até para apresentar os integrantes da banda, Jagger deu um jeito de encaixar uma citação, chamando Ron Woods de “o Rogério Ceni do rock” e o baterista Charlie Watts de “a rainha da bossa nova”. Watts fez uma cara como se quisesse dizer: “Ok, se é você que está dizendo…!”. Apenas um momento non sense da noite. E não foi dessa vez que o público brasileiro viu um show dos Stones sem chuva. Se no Rio, uma tempestade caiu antes do show, no dia do primeiro show em São Paulo a cidade viveu um dia de caos depois de uma chuva igualmente forte. Neste sábado, o público chegou ao Morumbi com o céu aberto e poucas nuvens. O tempo foi ficando nublado e em “Gimme Shelter” começou a cair uma chuva fraca que durou cerca de 15 minutos, o suficiente para muitas pessoas tirarem suas capas de chuva do bolso. Veremos se Porto Alegre seguirá essa tradição.


Embora não tenha estes shows no Brasil, partilho com vocês o show de Cuba, com o mesmo repertório.








Um álbum fresquinho, fornecido pelo nosso correspondente espacial, Peter Hammil:




Totally Stripped is a newly-revised version of the documentary that was originally made to coincide with the release of The Rolling Stones Stripped album released in November 1995. It tells the story of the two studio sessions and three live shows that made up the Stripped project. This followed the conclusion of the mammoth Voodoo Lounge tour and found The Stones reimagining tracks from their back catalog pared back versions alongside a couple of carefully chosen covers in the studio and doing smaller scale club gigs to showcase these versions, which was a marked contrast to the huge arenas and stadiums that had hosted the Voodoo Lounge tour. This new version of the documentary includes previously unseen footage and lays bare the inner workings of both The Rolling Stones and of some of their best loved tracks. Revealing, intimate and moving, Totally Stripped is unmissable. The deluxe edition also contains a CD of favourites drawn from across the three live shows and three DVDs featuring, for the first time, each of those shows in full.


E para finalizar, meu disco ao vivo preferido (foi o que mais ouvi)...




“Still Life” foi produzido com o fim de reproduzir os melhores momentos da American Tour 1981, a qual entraria pra história como uma das melhores da história da banda, além de dar início a um novo tipo de shows, com palcos gigantescos, e duração de até 3 horas, algo inovador e que se tornaria um modelo copiado à exaustão pelos grandes músicos pop internacionais a partir de então. A banda havia atingido o auge novamente, após o enorme sucesso de crítica e público dos recentes álbuns Some Girls, Emotional Rescue e Tattoo You, compostos por sucessos como Miss You, She So Cold e Start Me Up. Nessa enorme turnê, os Stones fizeram dezenas de shows por várias cidades americanas, lotando estádios e arenas, com uma arrecadação milionária,e atingindo novo ápice de prestígio tanto entre os velhos roqueiros como quanto com a nova geração. As músicas foram gravadas em shows esparsos ocorridos em 5, 6 e 25 de novembro, e em 13, 18 e 19 de dezembro de 1981. A edição de estúdio ocorreu entre março e abril de 1982. Os shows refletiam o bom momento vivido pelos membros da banda, com Keith Richards controlando enfim seu destrutivo vício em drogas, e Mick Jagger, já quarentão, demonstrando muito vigor físico e absoluto domínio de palco. O sucesso desta turnê também levou o diretor cinematográfico Hal Ashby a gravar durante seus shows e lançar o filme Let's Spend the Night Together, o qual também conseguiu uma boa bilheteria nos cinemas em 1982.




Keith Richards and his Daughters: When THEY die, HE will inherit ALL!!!!


More Rolling Stones






sábado, 18 de junho de 2016

A-440 (Ulysses - The Greek Suite) - Prog Rock


A-440 appears to have been a studio entity built around the talents of writer/keyboardist Michael Rapp. Produced by J.J. Jorgensen A-440's debut came in the form of a rather bizarre 1978 effort entitled "Ulysses, the Greek Suite". Released for 20th Century Fox, the resulting 23 track, double album set was clearly intended as a concept piece built on ancient Greek mythology. Written and arranged by keyboardist Rapp, musically the set showcased the talents of singers Ted Neeley (who'd previously released several solo efforts and starred in the film "Jesus Christ Superstar") and Yvonne Iverson. Neeley wasn't half bad, displaying a nifty gruff voice that was well suited for more mainstream rock (the MOR Ambrosia-styled 'Ithaca'). 


Recalling Yvonne Elliman, Iverson wasn't as impressive, though it didn't matter since her performances were scattered far and wide ('Polyphemus (Island of the Cyclops)'). Exemplified by material such as the instrumental 'Greetings from Olympus', 'Ulysses Theme' and 'Island of the Lotus Eaters' the collection was heavy on pomposity, complete with spoken word narratives and over-the-top ELP-styled synthesizers and keyboards (check out the instrumental 'Greetings from Olympus'). Hardly something to get excited about, though it would have made for dandy background music when you were studying the Classics. (The album was originally released with an elaborate gatefold sleeve and included a multi page lyric insert.)







Acoustic Guitar – Peter Klimes
Backing Vocals – Channen Junge, Cindy Snyder, Grant Goracy
Bass – Bob Gross, Craig Meacham
Creative Director – Joey Reynolds (2)
Design [Cover], Illustration – J. Daniel Chapman
French Horn – Darrel Gardner
Guitar – Carlos Luevano
Harmonica – Peter Klimes (tracks: B4)
Harp – Maureen Love
Mastered By – Brian Gardner
Music By, Lyrics By, Arranged By – Michael Rapp
Narrator – David Arias
Percussion – Billy Myers, Ian Hoffman
Producer – "JJ" Jorgensen*
Producer [Assistant Producer] – Skip Konte
Saxophone – Lee Secard
Steel Guitar – Jim Eaton (tracks: D3)
Trumpet – Darrel Gardner

quinta-feira, 16 de junho de 2016

Airbag - Norwegian Prog II


Mais uma gentil recomendação de Mr. Peter Hammil!
Norwegian prog act Airbag releases their fourth album via Karisma Records on June 10th 2016. The new album - titled Disconnected - is the follow-up to the bands critically acclaimed 2013 release ‘The Greatest Show on Earth’. The album features six songs with a common theme running through them. From the opening track, ‘Killer’, to the thirteen-minute long title track, the listener is taken on a sonic journey of lush soundscapes and arrangements, underlined by soaring guitars and soulful vocals. 









More Airbag:

terça-feira, 14 de junho de 2016

Sons of Anarchy OST


Sons of Anarchy foi uma série dramática de televisão americana criada por Kurt Sutter sobre a vida de um clube de Motoqueirose que se passa em Charming, uma cidade fictícia no norte da Califórnia. O protagonista é Jackson Teller (Charlie Hunnam), também chamado de "Jax", que é o vice-presidente do clube Sons of Anarchy, fundado por seu falecido pai. Na série, o clube é comandado por Clarence Morrow (Ron Perlman), apelidado por "Clay", presidente do clube, que é casado com sua mãe, "Gemma Teller". Para sobreviver, "Jax" terá que conciliar os interesses do clube, com a sua vida normal com sua ex-esposa e filho, passando pelas investidas da ATF e IRA. Sons of Anarchy estreou em 3 de setembro de 2008 da rede a cabo FX (FX Networks). A sua segunda temporada estreou em 8 de setembro de 2009.  A primeira temporada da série alcançou 5,4 milhões de telespectadores semanais fazendo que fosse a série mais acompanhada de 2008/09 no canal FX.  Em novembro de 2013, Kurt Sutter anunciou que estava em negociação com a FX sobre uma possível série envolvendo os First 9, o começo de Sons of Anarchy em 1960. No Brasil, até fevereiro de 2016, a Netfix exibe até a 6° temporada dublada, não disponibilizaram ainda a sétima e última temporada. A sétima temporada só encontramos legendado e alguns sites... Uma grande série com uma sonzeira de primeira...

Segue um trailerzinho da série:











Sons of Anarchy  ( 2009 ) - North Country [ EP ]



Sons of Anarchy  ( 2009 ) - Shelter [ EP ]



Sons of Anarchy  ( 2010 ) - The King Is Gone [ EP ]








domingo, 12 de junho de 2016

Aaron - Psych Rock


Muito pouco se sabe sobre esta banda americana de Virginia. Apenas 500 cópias deste álbum foram prensadas, o que o torna uma raridade (em períodos pré internet). O som é bem legal, com uma batera pesada, baixão, guitarra e um teclado rasgando os acordes. Tem horas que me lembrou o Grand Funk. Vale a pena!





sexta-feira, 10 de junho de 2016

Brian Wilson and Friends in Las Vegas...


Uma grande contribuição de Peter Hammil (mais uma), e esta para fãs do Beach Boys...

Apresentado pelo próprio Peter:

"Hoje trago um excepcional show realizado pelo grande Brian Wilson muito recente.....



Diz a lenda que Brian Wilson ficou tão impressionado com o álbum Rubber Soul dos Beatles que decidiu criar canções mais elaboradas, fugindo do surf rock. O resultado deste grande esforço foi o álbum PET SOUNDS de 1966, onde os demais membros da banda, são praticamente músicos de apoio......pois bem....The Beatles (diga-se Paul McCartney) ouviram este novo álbum...o mesmo motivou a criação em 1967 do Sgt Peppers....o efeito dominó estava lançado....Brian se propõe então a lançar "o álbum definitivo do rock"...mas devido a problemas pessoais (LSD) e desentendimento entre os membros do grupo, este álbum, SMILE, não foi lançado na época e isto contribuiu ainda mais para o colapso de Brian que passava agora, a maior parte do tempo em sua cama.......o resto é história que todos conhecem...

Pois bem....este show que acaba de ser apresentado na tv americana, traz o melhor dos álbuns PET SOUNDS e SMILE, com uma pequena "pitada" de surf rock....

São 2 cds numa gravação espetacular...

Peter Hammill -SP"


Soundstage returned to public television nationwide in spring 2015 with this star-studded concert taped at the beautiful Palazzo Theatre at the Venetian Hotel in Las Vegas. Legendary Beach Boys co-founder and iconic songwriter Brian Wilson performs with his 12-piece band along with special guests Nate Ruess from Fun.; Beach Boys co-founder Al Jardine and renowned guitarist Blondie Chaplin; singer/songwriter actress Zooey Deschanel and M. Ward (She & Him); Capital Cities’ Sebu Simonian; Grammy-winning country star Kacey Musgraves; and jazz trumpeter/composer Mark Isham. These talented artists all perform with Wilson on his new album release – No Pier Pressure – which features new arrangements of Beach Boys classics as well as exciting new material.





'Brian Wilson and Friends' was recorded live in Las Vegas for Chicago television's prestigious 'Soundstage' programme. The programme features Brian Wilson's phenomenal touring band (including long-time Beach Boys sidemen Blondie Chaplin and Ricky Fataar) along with special guests Mark Isham, Kacey Musgraves, Nate Ruess (front man of Fun) and She & Him. Set list on the CD includes the Beach Boys classics' 'Good Vibrations', 'Don't Worry Baby', 'Wild Honey', 'Wouldn't It Be Nice' and many more.

TRACKLIST

01 Our Prayer
02 Heroes And Villains
03 Sloop John B
04 Dance Dance Dance
05 Good Vibrations
06 This Beautiful Day
07 Marcella
08 Wild Honey
09 Sail On Sailor
10 Sail Away
11 Half Moon Bay
12 Don't Talk
13 The Right Time
14 Wouldn't It Be Nice
15 Help Me Rhonda
16 Fun Fun Fun
17 California Girls
18 California Saga
19 All Summer Long
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quarta-feira, 8 de junho de 2016

Fam de Funk & Pee Wee Ellis - Funk & Soul (Barcelona)




Uma banda da Barcelona fazendo um Funk Soul de primeira linha. Até me surpreendi quando vi que era de Barcelona. Um som muito bom que vale a conferida. Fam de Funk é uma banda que surgiu em 2003 pelo tecladista Joan Capdevila e pelo trombonista Carles Lluis Pascual. Logo foram adicionados músicos como os saxofonistas Gloria Torres e Toni Solá, trompetista Leonardo Torres, o guitarrista Eugeni Gil, o baixista Matthias Míguez, o baterista Daniel Levy, além da vocalista Bethlehem Alonso, para formar uma formação poderosa de nove membros. No último álbum de 2015, tiveram a colaboração do lendário saxofonista Pee Wee Ellis, componente do Horns JB (JB Band), a seção de metais de James Brown, tocando também com Maceo Parker e Fred Wesley. Sonzeira de primeira!









segunda-feira, 6 de junho de 2016

Porn Soundtracks II - The X-Rated Music


Mais uma coleção de álbuns do X-Rated World (continuando o Porn Soundtracks I). Trilhas sonoras que poucos notam, e que foram especialmente selecionadas para criar o clima... Algumas são apenas músicas orquestradas, mas há trilhas sonoras muito interessantes... ENJOY!!!!


Vamos começar com The Devil In Miss Jones - Original Soundtrack, um clássico... 







The Devil in Miss Jones é um filme pornográfico americano de 1973 dirigido por Gerard Damiano, considerado um clássico assim como Deep Throat e Behind the Green Door. É de uma época em que os filmes tinham uma estórinha para contar... Uma mulher de meia idade ainda virgem suicida-se e quando julgada no inferno, implora para poder realizar nele, seus desejos coibidos na Terra.
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Um Cult Porn da Alemana...

Manfred Hubler & Siegfried Schwab





Trailer do filme:




Um conto erótico de terror sobre uma vampira que seduz e mata mulheres para aplacar sua sua insaciável sede de sangue do sexo feminino. (Alemanha, 1971).

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Um filme sobre o Mundo Porno, com uma excelente trilha sonora:



1 John C. Reilly & Mark Wahlberg - Intro (Feel The Heat)
2 The Emotions - Best Of My Love
3 Chakachas - Jungle Fever
4 Melanie - Brand New Key
5 War With Eric Burdon - Spill The Wine
6 Marvin Gaye - Got To Give Up (Part 1)
7 The Commodores - Machine Gun
8 Walter Egan - Magnet & Steel
9 McFadden & Whitehead - Ain't No Stoppin' Us Now
10 Night Ranger - Sister Christian
11 ELO - Livin' Thing
12 The Beach Boys - God Only Knows
13 Michael Penn & Patrick Warren - The Big Top (Theme From "Boogie Nights")

Boogie Nights (Boogie Nights - Prazer Sem Limites, no Brasil,) é um filme americano de 1997 escrito e dirigido por Paul Thomas Anderson. Eddie Adams (Mark Wahlberg), um lavador de pratos, transforma-se em Dirk Diggler, a estrela mais famosa do mundo pornô do final dos anos 70 graças ao diretor Jack Horner (Burt Reynolds). Mas a súbita fama pode ter seu preço. Constante clima de festa, com drogas e música disco , eles têm seus dramas, como o da atriz veterana Amber Waves (Julianne Moore), que tenta a guarda de seu filho na justiça, e do próprio diretor, que sonha em fazer arte mas percebe a mediocridade de seu trabalho. O filme acompanha a ascensão e queda dessas figuras e o mundo turbulento em que vivem, com humor sarcástico, personagens humanos e complexos.

Uma palhinha do filme e do som:



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E mais um pouco de Porn Music....


From: http://schnickschnackmixmax.blogspot.com.br/








In 2008 Proper/Primo released a 40-track anthology of Vintage Sex Songs recorded during the 1920s, '30s, '40s, and early '50s. This collection's immediate predecessors were two 18-track compilations (Sugar in My Bowl and Ride Daddy Ride) presented by Buzzola Records in 2004, and unfortunately the 2004 and 2008 releases have numerous titles in common. Each of these albums presents a varied mixture of classic blues, piano blues, hokum, early modern urban blues, and rhythm & blues, and may provide ideal background music for casual partying and intimate misbehavior. Titles like "I've Got Ford Movements in My Hips," "I Want Plenty Grease in My Frying Pan," and Bessie Smith's ode to horniness "I Need a Little Sugar in My Bowl" mingle nicely with various not-so-subtle songs about things that one sits upon, different kinds of holes, things that go into holes, and how they fit. Three consecutive "Let Me" songs epitomize the attitudes of men possessed by sexual cravings, at least two different singers extol the feats of "jockeys," and a cluster of food tunes reference more than one brand of hunger. The most outrageous numbers include Bull Moose Jackson's "I Want a Bow-Legged Woman" and Lucille Bogan's explicitly pornographic "Shave ‘Em Dry," a breathtakingly lewd performance that you will never hear broadcast over the radio. This collection's lineup is exceptionally varied, and with material drawn from four different decades, perceptive listeners can learn a lot while being entertained.




Porn Rock 'n' Roll




ENJOY!!!!





Mais Porn Music:

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