sexta-feira, 22 de maio de 2015

Everything I Do Gonna Be Funky...



Um discaço com muito Funk'N'Soul... Uma compilação alemã da Brown Sugar Records para ouvir e dançar!

Brown Sugar presents:
from Jazz to Soul 'n' Funk to Blaxploitation 





01 Rufus Thomas - Funky Robot
02 The Dramatics - Whatcha See Is Whatcha Get
03 Melvin Sparks - Who's Gonna Take the Weight
04 Johnny Pate / Adam Wade - Brother on the Run
05 Isaac Hayes - Blue's Crib
06 Archie Shepp - Attica Blues
07 Michael Longo - Like a Thief in The Night
08 O'Donel Levy - Everything I Do Gonna Be Funky
09 Leroy Hutson - Butterfat
10 Merl Saunders - Aunt Monk
11 Azteca - Can't Take the Funk Out of Me
12 Sonny Rollins - Shout It Out
13 Bennie Maupin - Water Torture
14 The Pointer Sisters - How Long (Betcha Got a Chick) (Extended Version)
15 Pleasure - Ghettos of the Mind

Credits
Artwork By [Cover Design] – Knut Schötteldreier
Compilation Producer – Uwe Hager
Compiled By, Liner Notes – Michael Möhring


Para Ouvir e Dançar!!!!!


quarta-feira, 20 de maio de 2015

Mice on Stilts - Crossover Prog • New Zealand

Peter's Gift

Mice On Stilts biographyhttp://www.progarchives.com/artist.asp?id=8706 )
Catharsis, the bloom of emotion, is the harbored hope for MICE ON STILTS as a sound, as symbol and a family. Life and its heaviness is not ignored in the ideology and creativity of MICE ON STILTS. Making sense of it all is the essence of what we are doing. As band members we find sound the most powerful means of expression through our instruments, and strive for a creative experience that invites others to share in what we've found to be life giving. Reaching for the corners of musical ideas, MICE ON STILTS collects sound in diversity, hosted by seven very different and unconventional musical talents. From lush sound-scapes to crushing walls of sound, the collision of the internal experience is exposed; raw, vulnerable and with all effort, real. MICE ON STILTS has worked relentlessly for two years, culturing and conveying its compositions to a wide and well loved audience. MICE ON STILTS started as an escape from an end for singer/writer Ben MORLEY. A dream for a different reality than one overwhelmed by the coarseness of life was seeded in Ben's mind. From a bedside passion project, it's flourished into a seven piece orchestration. MICE ON STILTS has seen members join this dream, a musical identity, and with each new contribution these songs have taken on water, and taken to the road across New Zealand.


AN OCEAN HELD ME is the first studio release from MICE ON STILTS. Adopting the DIY values of Aotearoa, this work has been refined, combed and fostered into an art that we believe in. Risking it all, the lyrical narrative built from the consequences and longings of love and the musical symbolism balanced on the edge of intensity and vacancy, which we hope will bring listeners into a beautiful listening reflection. We're taking braver steps with each challenge. Honing in our desire to take this to the world, this wild and beautiful live show is going to dangerous places, wherever and to whoever wants to take part.

Aroha Nui
Biography provided by artist and used with permission







segunda-feira, 18 de maio de 2015

Nigeria 70


 Review by Jeff Tamarkin
The 2001 three-CD compilation Nigeria 70 was revelatory in that it introduced Westerners to the reality of post-independence Nigeria: that there was plenty of other music -- music of great variety -- to be found in the country besides that of Fela Kuti and King Sunny Ade (although they too were included in the set). Nigeria 70: Lagos Jump takes it to the next step by digging deep and coming up with 16 obscure tracks that, like its predecessor, run the gamut stylistically. Ify Jerry Krusade's "Everybody Likes Something Good" is quasi-psychedelic, organ-dominated funk; Chief Checker's " Ire Africa" is deep roots reggae to rival anything emerging from Jamaica at the time; and Peacocks Guitar Band, on their "Eddie Quansa," turn to Latin rhythms for inspiration. Everything from hard soul to classic rock to jazz and, of course, the numerous indigenous Nigerian forms of juju, highlife, and palmwine shows up in this richly rewarding, historically vital collection of rarities.





sábado, 16 de maio de 2015

Electric Sandwich - Blues Psych Rock

Peter's Gift

Electric Sandwich biography http://www.progarchives.com/artist.asp?id=2801 )
Electric Sandwich were formed in late 1969 by a group of German students from Bonn. The band initially consisted of four musicians, all of whom had already played with other bands: bass player Klaus Lormann had been playing with "Chaotic Trust"; lead guitarist Jorg Ohlert used to be with "Slaves of Fire"; drummer Wolf Fabian, the founder of the band, had been touring with a band called "Muli and the Misfits", and singer Jochen "Archie" Carthaus sang with the "Flashbacks". Their own material has been recorded into the legendary Dieter Dirks Studio in Stommeln (1973 Brain catalogue). The music contains typical spaced out, freak n roll improvisations with many jazzy rock ingredients, folkish accents and Mellotron excursions.







quinta-feira, 14 de maio de 2015

HADDAD - Capixaba's Prog Rock

Peter's Gift

Banda capixaba que já esta na estrada desde 1993, Gustavo e Leandro Haddad, filhos do saxofonista Zezito Haddad - músico com marcante participação em conjuntos e grandes bandas de jazz de Vitória nos anos 40/50 - começaram a atuar como compositores e instrumentistas de rock a partir de 1980, tendo realizado, desde então, shows nos principais palcos capixabas, entre os quais, o Teatro Carlos Gomes, o Ginásio Dom Bosco e o Centro de Artes da UFES. Em 1985 fundaram o primeiro estúdio de múltiplos canais de Vitória: o Studio Um, que mantiveram em intensa atividade até 1990, gravando demos e discos para músicos independentes e produzindo jingles publicitários. Em 1987, participaram do I FEST UFES corn Camburi Blues, música classificada entre as oito melhores do festival. Ainda em 1987, gravam Camburi Blues para o disco oficial do FEST UFES e se apresentam na I Mostra da Música Capixaba no Rio de Janeiro, realizada no Teatro Sérgio Porto, em dezembro. Em 1988 gravam o LP Gustavo Haddad, somente corn músicas próprias, fortemente influenciado pelos grupos progressivos ingleses dos anos 70, em especial, Pink Floyd, Camel e Supertramp. 


A seguir, já corn a "rnarca" HADDAD, gravam e lançam o CD Haddad, trabalho desenvolvido nurn estilo mais direto, em que predominam canções e baladas pop. Entre abril de 1994 e maio de 1995, editam a primeira revista especializada em rock no Espírito Santo, denominada Long Live Rock, que alcançou excelente repercussão junto ao público consumidor de música no Estado. Em 1997, são lançados simultâneamente dois CDs: Deuses, Anjos, Homens & Bestas (rock progressivo) e Blues e Outros Bichos (blues/rock), sendo que o primeiro foi reeditado, cerca de urn ano depois, pelo selo carioca Rock Symphony, passando a ser distribuído em varios países da Europa, América Latina, Nova Zelândia e Japão, corn boa receptividade de público e crítica. Estes dois discos contam com o trabalho dos seguintes músicos: Gustavo (teclados e voz), Leandro (violão e voz), Paulo Pelissari (guitarras), Rubens Oliveira (baixo), Eric Carvalho (bateria) e Zezito (sax), considerada a "formação clássica" da banda Haddad. Em 1998, Gustavo e Leandro voltaram a se apresentar ao vivo no circuito de bares de Vitória (Brasil Pandeiro e Beco do Blues) . 



Em 2000, mais um CD é lançado em parceria com a Rock Symphony: Orion, trabalho que aprofunda o envolvimento do Haddad com o Rock Progressivo. Em 2001 é lançado Blue Notes, e retoma a trilha aberta por Blues e Outros Bichos. Vem sendo considerado por muitos o melhor trabalho da banda. Em 2003 é lançado Ars Longa VIta Brevis que supera Blue Notes em comentários positivos. O grupo fica conhecido em países como Japão, Austrália e reforça ainda mais sua penetração em solo europeu. Finalmente, em 2009, sai seu ultimo trabalho entitulado "Eros & Thanatos", mais uma vez pela dobradinha Rock Symphony/Musea Records, uma duple edição digipack.






terça-feira, 12 de maio de 2015

Dream City - Denmark Blues Psych


Quadrinhos é uma de minhas paixões, e Gilbert Shelton é um dos melhores cartunistas de minha coleção. Ao ver um álbum com os fabulosos Freak Brothers na capa, encarte e CD, tive que adquiri-lo imediatamente. A banda é dinamarquesa, tocando um Blues Rock psicodélico, totalmente de acordo com o encarte. Com certeza, Phineas Phreak, Fat Freddy Freekowtski e Freewheelin' Franklin Freek curtiram muito este som.





The Band:
Tomrer Claus / guitarra
Peter Ingemann / baixo, vocais
Soren Berlev / bateria

Original from Venenos do Rock

domingo, 10 de maio de 2015

Rock Progressivo - Brasil (O Terço & 14 Bis)


Duas grandes bandas do rock progressivo brasileiro, em uma seleção minuciosa de nosso grande "Brother" Ricardo...

"Fala Java!
Tenho visitado o Valvulado Som e o trabalho de vocês está fantástico. São aulas de música, parabéns.
E olha o que aprontei em retribuição: Fiz uma compilação de vários álbuns do 14 Bis e O Terço, destacando somente as músicas instrumentais. Fiz isso porque tinha uma música gravada em fita cassete, lá dos idos tempos da Fluminense FM e demorei quase dez anos para descobrir que era uma música do 14 Bis, Blue, a primeira da compilação. Criei umas capas meio toscas também, rs.
Não tenho visto postagens recentes destes grupos brasileiros que tanto contribuíram para a popularização do rock no Brasil. Acho que merecem um espaço no seu Blog, mas fique à vontade para decidir..."

Decidido, então... Segue esta seleção maravilhosa...









 Obrigado, Ricardo



sexta-feira, 8 de maio de 2015

Garota de Ipanema (The Girl from Ipanema) - A canção mais famosa do Brasil


"Garota de Ipanema" é a música brasileira mais famosa, e já tem 53 anos! A bossa nova nasceu em 1958, mas foi em 1962, quando Tom Jobim e Vinicius de Moraes conceberam uma "Garota de Ipanema" que representava tantas outras e tantas ideias amadurecidas em seis anos de parceria que a música brasileira fez sua volta completa ao mundo, carregando com ela uma imagem de país (um tanto real, um tanto utópica). “Garota de Ipanema” é a canção brasileira mais conhecida em todo o mundo, com mais de 169 gravações feitas por artistas como Frank Sinatra, Cher, Mariza, Madonna, Sepultura e vários outros artistas. Em 19 de março de 1963 deu-se a gravação para a “gravadora Verve”, no ano seguinte sai o LP: “Getz/Gilberto” com a participação de Tom Jobim no piano. Na história da música brasileira é uma das poucas músicas em versão em inglês cantada originalmente pelos seus compositores a fazer sucesso no exterior. A versão original da música, com o nome de Menina que Passa, continha apenas estes versos: “Eu vi a menina/Que vinha num passo/Cheio de balanço/Caminho do mar”, na realização da versão final. Porém, nem Tom nem Vinicius gostaram da letra da canção.


Então a versão definitiva foi refeita mais tarde por Vinicius, inspirado em Helô Pinheiro, que passava frequentemente em frente ao Bar Veloso, hoje “Garota de Ipanema”, no Rio de Janeiro. Tom e Vinicius frequentavam assiduamente o bar, que dispunha de pequenas mesas na calçada. A “Garota de Ipanema”, Heloísa, morava na rua Montenegro, número 22 e somente dois anos e meio depois, já com namorado, ficou sabendo que era a inspiração da canção. Provavelmente em retribuição à homenagem, Heloísa, quando se casou, convidou Tom Jobim e sua esposa Teresa para serem padrinhos. Frequentemente, Heloísa passava em frente ao bar Veloso - que mais tarde, como vimos, mudaria para “bar Garota de Ipanema” - na esquina das ruas Montenegro e Prudente de Moraes. Jovem e linda, ela atraía os olhares das pessoas por onde passava. O que Helô, como é chamada até hoje, não imaginava é que dois desses admiradores a tornariam mundialmente famosa e lhe dariam um título importante pelo resto da vida. Tom Jobim e Vinícius de Moraes se encantaram pela jovem e, em sua homenagem, escreveram uma das letras mais famosas da música brasileira. Garota de Ipanema foi composta em 1962, época em que Helô Pinheiro tinha apenas 17 anos.


Letra de “Garota de Ipanema” - 1962 (Composição: Vinícius de Moraes / Antônio Carlos Jobim):
“Olha que coisa mais linda/Mais cheia de graça/É ela menina/Que vem e que passa/Num doce balanço, a caminho do mar/Moça do corpo dourado/Do sol de Ipanema/O seu balançado é mais que um poema/É a coisa mais linda que eu já vi passar/Ah, porque estou tão sozinho/Ah, porque tudo é tão triste/Ah, a beleza que existe/A beleza que não é só minha/Que também passa sozinha/Ah, se ela soubesse/Que quando ela passa/O mundo sorrindo se enche de graça/E fica mais lindo/Por causa do amor”.



Dez curiosidades sobre Garota de Ipanema:

Sentados no bar Veloso, 50 anos atrás, Tom Jobim e Vinicius de Moraes encantaram-se com a beleza da jovem Helô Pinheiro, que passava por ali rumo à Praia de Ipanema. Da admiração dos compositores surgiu Garota de Ipanema, uma das mais conhecidas músicas do planeta e que, mesmo após cinco décadas, continua sendo regravada e atualizada por cantores da nova geração. Composta em agosto de 1962, foi lançada somente em março de 1963, tornando-se o maior sucesso da Bossa Nova. Para homenagear a canção que é símbolo da beleza carioca nos quatro cantos do mundo, listamos 10 fatos curiosos sobre Garota de Ipanema.



1 - Nome original. Poucos sabem, mas a canção escrita por Vinicius de Moraes e com melodia elaborada por Tom Jobim chamava-se originalmente Menina que Passa.

2 - A estreia. Para sorte do público presente, a canção foi apresentada pela primeira vez na Boate Bon Gourmet, em Copacabana. Até o início do show, não se sabia direito como seria a melodia.



3 - A verdadeira musa. Não demorou para várias mulheres se apresentarem como a verdadeira inspiração. A especulação só acabou em 1965, quando Vinicius de Moraes esclareceu que sua inspiração fora a adolescente Heloísa Pinheiro.


4 - A versão em inglês. Nascida na Bahia, a cantora Astrud Gilberto deu voz à versão em inglês em 1964. Com arranjos do consagrado Stan Getz, a música estourou nos Estados Unidos e e encantou o mais importante cantor da América, Frank Sinatra, que a regravou em 1967.



5 - Garota Heavy Metal. Em 2008, os roqueiros do Sepultura deram ao hino da Bossa Nova uma pegada, digamos, rock and roll. Apresentada durante o Grammy Latino daquele ano, em São Paulo, causou reações de fãs acostumados à doce melodia (confira aqui a performance).


6 - Em todas as línguas. Calcula-se em 170 as versões para a canção. E continua a ser regravada por grandes nomes, entre os quais se destaca a feita britânica Amy Winehouse (1983-2011), lançada no último ano.



7 - O dia em que Ipanema virou a Groênlandia. Expoente da New Wave dos anos 80, o grupo B-52's fez uma versão inusitada para a música de Tom e Vinicius. Em Girl From Ipanema Goes To Greenland (ou a Garota de Ipanema vai para a Groênlandia), lançada em 1986, nossa musa deixa o calor de Ipanema e vai viver na inóspita ilha do Hemisfério Norte.


8 - A bossa carioca conquista Nova York. O sucesso foi tamanho que, três meses após lançada no Brasil, a música foi apresentada em concerto do Carnegie Hall, prestigiado palco para shows em Nova York.


9 - A volta. Em 1985, 23 anos após o estouro da música, Tom Jobim voltou a se apresentar no Carnegie Hall. No espetáculo de encerramento após longa turnê pelo Brasil e Europa, foi ovacionado pelas 3.000 pessoas presentes. Tom voltaria ao palco novamente em 1994, realizando espetáculo ao lado dos ingleses Sting e Elton John, e do tenor italiano Luciano Pavarotti.

10 - Nem tudo é festa. O sucesso motivou também disputas judiciais. Em 2001, Helô Pinheiro foi processada por herdeiros de Tom Jobim por usar comercialmente Garota de Ipanema em sua loja de roupas.


Selecionamos algumas das mais variadas versões da canção dedicada a Helô Pinheiro, em português, inglês e instrumental.





CD1 - Nacional


CD2 - Internacional


CD3 - Instrumental




E a música virou filme`:



Com Trilha Sonora:





quarta-feira, 6 de maio de 2015

La Saga du Metal


Uma interessande coleção de 8 CDs, mostrando as bandas embrionárias do Metal, dos anos 60 aos anos 90. Vale a pena....


(The Kinks, Black Sabbath, Colosseum, Steppenwolf, Vanilla Fudge....)



(Montrose, Budgie, Copperhead, Pat Travers, Rainbow, Blackfoot...) 



(Megadeth, Slayer, Metal Church, Savatage, Sepultura,...)



(Motley Crue, Angra, Ministry, Cage, ....)



Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...