domingo, 13 de abril de 2014

Transatlantic - A Superb Prog Union


O Transatlantic é uma banda norte-americana de rock progressivo formada em 1999 pelo vocalista e tecladista Neal Morse do Spock's Beard e o baterista Mike Portnoy ex-baterista e líder da banda Dream Theater. O nome do grupo seria originalmente Second Nature, mas foi mudado após sugestão do artista Pet Nordin. O objetivo era fazer uma banda com os melhores integrantes da cena do rock e metal progressivo.Morse e Portnoy primeiramente desejavam incluir o guitarrista Jim Matheos (da banda Fates Warning) na formação da banda, mas como sua presença não foi possível, o guitarrista e vocalista Roine Stolt (da banda The Flower Kings) foi convidado. A formação se tornou completa com a adição do baixista e veterano do rock progressivo Pete Trewavas, da banda Marillion.


Seu primeiro álbum SMPT:e (2000) recebeu críticas positivas, apesar de ser considerada por muitos um derivado de estilos progressivos contemporâneos. Uma turnê pelos Estados Unidos levou a um álbum duplo ao vivo, Transatlantic Live in America, e um videoclipe com o mesmo nome. A banda mostrou sua versatilidade neste álbum, apresentando covers de Beatles (Strawberry Fields Forever) e Genesis (um medley do épico Watcher of the Skies e Firth of Fifth.)

Agora, você deve estar morrendo de curiosidade para ouvir esta banda:


Apesar de SMPT:e conter a obra de trinta e um minutos All of the Above, o segundo álbum de estúdio, Bridge Across Forever (2001), mostrou a banda se voltando mais para o lado do rock progressivo. Ele contém somente quatro faixas. A banda havia terminado após a saída de Morse para lançar uma carreira solo como cantor cristão, o que também incluiu sua saída do Spock's Beard. Um DVD ao vivo da última turnê da banda foi lançado em 2003, apresentando vários épicos do rock progressivo, além de um medley do álbum Abbey Road, dos Beatles. A versão estendida ainda conta com um cover de Shine on You Crazy Diamond, do Pink Floyd. Como bônus para os fãs de metal progressivo, Daniel Gildenlöw, da banda Pain of Salvation, participa do DVD como quinto membro da banda, tocando teclado, guitarra, percussão vocal.

Este também vocês tem que ouvir:


Em abril de 2009 o serviço de newsletter da banda Dream Theater anunciava o retorno da banda Transatlantic. O site oficial da banda também divulgava seu retorno com o lançamento de um novo álbum chamado The Whirlwind que foi lançado no final de 2009. Um novo álbum foi lançado também em 2014 - Kaleidoscope.

Discografia:
Álbuns em estúdio
SMPT:e (2000)
Bridge Across Forever (2001)
The Whirlwind (2009)
Kaleidoscope (2014)

Álbuns ao vivo
Live in America (2001)
Live in Europe (2003)
Whirld Tour 2010: Live in London (2010)
More Never Is Enough: Live In Manchester & Tilburg 2010 (2011)

Outros álbuns
Bridge Across Forever Limited Edition (2001)
The Transatlantic Demos (por Neal Morse) (2003)
SMPTe - The Roine Stolt Mixes (2003)

Integrantes:
Neal Morse - vocal, teclado e guitarra
Mike Portnoy - bateria e vocal de apoio
Roine Stolt - guitarra e vocal de apoio
Pete Trewavas - baixo e vocal de apoio

Seguem os dois primeiros álbuns e um Mix, desta grande banda, formada por feras do Prog.











Mais uma indicação de Peter Hammil (Thanks Peter).




terça-feira, 8 de abril de 2014

Willowglass - Symphonic Neo Prog


Esta banda é uma descoberta recente. Nunca havia escutado um álbum inteiro até vir um presente de Peter Hammil em nossos comments... Fiquei realmente fascinado com o som de Willowglass e gostaria de dividir aqui... 

Biography by Prog Archives ( http://www.progarchives.com/artist.asp?id=1694 )
WILLOWGLASS is solo artist/multi-instrumentalist Andrew Marshall who lives in Yorkshire, England. Although involved in music from a young age and has played in various local groups over the last 20 years, the self-titled debut is his very first solo outing. Andrew's work blends 1970's style progressive rock with elements of classical music, adding a colourful palette of emotions & mood to his compositions, which have a uniquely English pastoral feel. It is clear that his inspiration has come from numerous symphonic prog rock bands since the 60s/70s and there are notable references to early GENESIS, YES, CAMEL and even a touch of PINK FLOYD thrown in for good measure.  The self-titled debut (2005) contains ten instrumental tracks recorded between September 2004 and April 2005, with lashings of mellotron, flute, 12-string acoustic & electric guitars. If you listen carefully you may find references to other works such as : CAMEL- "Rain Dances", GENESIS- "Selling England By The Pound", BARCLAY JAMES HARVEST - "Everyone Is Everybody Else" and YES - "Fragile". However, this is NOT just a hackneyed clone of past Classics, it is a sophisticated, graceful & intelligent interpretation of these, taking the lucky listener on a journey into lush green pastures where we can forget the busy world and almost believe we are back in 1970's again ...

HIGHLY RECOMMENDED to those who like any of the 1970's classic prog bands mentioned above and especially for those who like the style & mood of Anthony PHILLIPS' "The Geese & the Ghost" .





Thanks Peter Hammil.

sábado, 5 de abril de 2014

David Bowie - Music & Art


David Bowie, nome artístico de David Robert Jones, Londres, 8 de janeiro de 1947) é um músico, ator e produtor musical inglês. Por vezes referido como "Camaleão do Rock" pela capacidade de sempre renovar sua imagem, tem sido uma importante figura na música popular há cinco décadas e é considerado um dos músicos populares mais inovadores e ainda influentes de todos os tempos, sobretudo por seu trabalho nas décadas de 1970 e 1980, além de ser distinguido por um vocal característico e pela profundidade intelectual de sua obra. Embora desde cedo tenha realizado o álbum David Bowie e diversas canções, Bowie só chamou a atenção do público em 1969, quando a canção "Space Oddity" alcançou o quinto lugar no UK Singles Chart. Após um período de três anos de experimentação, que incluem a realização de dois significativos e influentes álbuns, The Man Who Sold the World (1970) e Hunky Dory (1971), ele retorna em 1972 durante a era glam rock com um alter ego extravagante e andrógino chamado Ziggy Stardust, sustentado pelo sucesso de "Starman" e do aclamado álbum The Rise and Fall of Ziggy Stardust and the Spiders from Mars. Seu impacto na época foi um dos maiores cultos já criados na cultura popular. Em 1973, o disco Aladdin Sane levou Ziggy aos EUA. A vida curta da persona revelaria apenas uma das muitas facetas de uma carreira marcada pela reinvenção contínua, pela inovação musical e pela apresentação visual.


Em 1974, o álbum Diamond Dogs previa, com seu som e sua temática caótica, a revolução punk que surgiria anos depois. Em 1975, Bowie finalmente conseguiu seu primeiro grande sucesso em território americano com a canção "Fame", em co-autoria com John Lennon, do álbum Young Americans. O som constitui uma mudança radical no estilo que, inicialmente, alienou muitos de seus devotos no Reino Unido. Nessa etapa, a carreira musical de Bowie se renovou e seguiu novos rumos. Após a criação de uma nova persona, Thin White Duke, apresentada no aclamado Station to Station (1976), que traz um Bowie interessado em misticismo, Cabala e Nazismo, ele confundiu as expectativas de seu público americano e de sua gravadora com a produção do minimalista Low (1977)—a primeira das três colaborações com Brian Eno durante os próximos dois anos. A chamada "Trilogia de Berlim" (com "Heroes" e Lodger) trouxe álbuns introspectivos que lograram o topo nas paradas britânicas e que ganharam admiração crítica duradoura. 


Seguindo o sucesso comercial irregular no final dos anos 70, a canção "Ashes to Ashes" do álbum de 1980 Scary Monsters (and Super Creeps) alcançou o primeiro lugar no Reino Unido e lançou bases para um novo movimento chamado New Romanticism. No ano seguinte, junto à banda Queen, escreveu e cantou a canção "Under Pressure" e em seguida atingiu novo pico comercial com o álbum Let's Dance (1983), que rendeu sucessos com a canção homônima e o fez cativar nova audiência. Ao longo dos anos 1990 e 2000, Bowie continuou a experimentar novos estilos musicais, incluindo os gêneros industrial, drum and bass, e adult contemporary. Seu último álbum de inéditas foi por muito tempo Reality, uma mistura de melancolia e humor, suportado pela A Reality Tour de 2003–2004. Após um período de quase dez anos em hiato, anuncia The Next Day pelo Facebook e pelo seu novo website. Seu novo albúm (The Next Day), está com três indicações ao Grammy (Melhor performance de rock 'Stars Are Out Tonight), Melhor Conteúdo Extra (The Next Day Extra) e melhor álbum de rock.


A influência de David Bowie é única, musical e socialmente. Como escreveu o biógrafo David Buckley, "ele penetrou e modificou mais vidas do que qualquer outra figura comparável."1 De fato, grande é sua influência no mundo da música entre artistas e bandas mais antigas e a nova geração (Ver Influência), e, além de ter auxiliado movimentos como a libertação gay e a recriação de uma nova juventude independente, introduziu novos modos de se vestir na cena musical e tem uma carreira prestigiada no cinema. Em 2002, ficou em 29º lugar na lista popular 100 Greatest Britons e já vendeu mais de 136 milhões de álbuns ao longo de sua carreira. Foi premiado no Reino Unido com 9 certificações de álbum de platina, 11 de ouro e 8 de prata, e, nos Estados Unidos, 5 de platina e 7 de ouro. Em 2004, a Rolling Stone colocou-o na 39ª posição em sua lista dos "100 Maiores Artistas do Rock de Todos os Tempos" e em 23º lugar na lista dos "Melhores Cantores de Todos os Tempos".


David Bowie, respeitado por todos músicos. Suas canções atravessaram as gerações e todos os modismos, sendo sempre de vanguarda. Inovou, criou e influenciou... Nossa reverência a este ícone da música.

Gosto de vários discos do Bowie, mas aqui apresento os que ouvi mais, os que me impactaram pela letra e que me fizeram admirar sua obra.






The Rise and Fall of Ziggy Stardust and the Spiders from Mars (often shortened to Ziggy Stardust) is a 1972 concept album by English rock musician David Bowie. It peaked at number five in the United Kingdom and number 75 in the United States on the Billboard Music Charts. A concert film of the same name directed by D.A. Pennebaker was released in 1973.
Conception and inspiration
The album presents, albeit vaguely, the story of "Ziggy Stardust", the human manifestation of an alien being who is attempting to present humanity with a message of hope in the last five years of its existence. Ziggy Stardust is the definitive rock star: sexually promiscuous, wild in drug intake and with a message, ultimately, of peace and love; but he is destroyed both by his own excesses of drugs and sex, and by the fans he inspired. In interviews, Bowie has said that the real-life inspiration for Ziggy was chiefly Vince Taylor, though the lyrics hint at Jimi Hendrix ("played it left hand ... jiving us that we were voodoo") and the character was likely a composite. Bowie claimed that the name came from a tailor's shop in London called Ziggy's. He later told Rolling Stone it was "one of the few Christian names I could find beginning with the letter 'Z'". "Stardust" comes from one of Bowie's labelmates, a country singer named Norman Carl Odam, The Legendary Stardust Cowboy. Bowie covered a Legendary Stardust Cowboy song, "I Took a Trip (On a Gemini Spaceship)" thirty years later on Heathen. Rock keyboardist Rick Wakeman was given the opportunity to play keyboards on the album but Rick opted to join the progressive rock group Yes instead.
In 1997, Ziggy Stardust was named the 20th greatest album of all time in a Music of the Millennium poll conducted in the United Kingdom by HMV Group, Channel 4, The Guardian and Classic FM. In 1998, Q magazine readers placed it at number 24 and Virgin All-time Top 1000 Albums ranked it at number 11, while in 2003 the TV network VH1 placed it at number 48. It was named the 35th best album ever made by Rolling Stone on their list of the 500 Greatest Albums of All Time. In 2000 Q placed it at number 25 in its list of the 100 Greatest British Albums Ever. In 2004 it was placed at number 81 in Pitchfork Media's Top 100 Albums of the 1970s. In his 1995 book, "The Alternative Music Almanac", Alan Cross placed the album in the #3 spot on the list of '10 Classic Alternative Albums'. In 2006, the album was chosen by TIME magazine as one of the 100 best albums of all time. In 2005, Seu Jorge did a cover album of 14 Bowie songs, many of them from Ziggy Stardust, as a soundtrack for the movie The Life Aquatic with Steve Zissou called The Life Aquatic Studio Sessions. The translation into Portuguese is not always exact, as Seu Jorge maintains the melodies and styles, but often varies the lyrics. Musician Saul Williams named his 2007, Trent Reznor produced album The Inevitable Rise and Liberation of NiggyTardust!. In 2009, Techno Cowboy covered the entire album from start to finish using just the Omnichord called "The Ziggy Stardust Omnichord Album".



Diamond Dogs é um álbum conceitual de David Bowie, originalmente lançado pela RCA em 1974. O assunto era a natureza apocalíptica do romance 1984 de George Orwell. Bowie queria realizar uma produção cinematográfica de 1984, mas os detentores dos direitos autorais de Orwell negaram os direitos. Então Diamond Dogs foi produzido usando o material e como o título da canção mostra, o tema 1984 ainda está muito em evidência. A arte de capa no álbum original contém um animal metade cão - metade Bowie pintada por Guy Peellaert.

E para finalizar, uma parceria fenomenal do homem camaleão e uma sumidade do Blues:





Recorded live at Las Colinas Soundstage, Dallas, TX, USA - April 27, 1983.

Disc 1 
01. Star
02. Heroes
03. What In The World
04. Look Back In Anger
05. Joe The Lion
06. Wild Is The Wind
07. Golden Years
08. Fashion
09. Lets Dance
10. Red Sails
11. Breaking Glass
12. Life On Mars
13. Sorrow
14. Cat People (Putting Out Fire)
15. China Girl
16. Scary Monsters (Super Creeps)
17. Rebel Rebel
18. I Can't Explain
19. White Light White Heat

Disc 2 
01. Station To Station
02. Cracked Actor
03. Ashes To Ashes
04. Space Oddity
05. Young Americans
06. Soul Love
07. Hang Onto Yourself
08. Fame
09. TVC15
10. Stay
11. Jean Genie
12. Modern Love
13. Life On Mars (Mess Up)

quinta-feira, 3 de abril de 2014

Camel - Psychedelic Space Rock


Apenas para tentar reparar um pequeno erro cometido no post anterior...

Esta é a banda Camel de 1969, de Space Rock, que tem o mesmo nome da banda CAMEL de Symphonic Prog, do post anterior. Segue abaixo a resenha de ProgArchives...

An english group, one of many that came to Italy during the beat era and chose to stay here afterwards, CAMEL only released an album in 1970 and two singles, the first of which under the longer name of SOPWORTH CAMEL. All of their production was made of other artists' covers from the 60's, such as The BEATLES, SPIRIT, The WHO. THIS IS NOT THE ANDY LATIMER BAND.




Thanks Leo Rocha

sábado, 29 de março de 2014

Camel - A Prog Jazz Rock Band


Camel é uma banda britânica de rock progressivo, com umas pitadas de jazz rock formada em 1971. O grupo lançou seu primeiro álbum em 1973. O Camel foi formado em 1971 quando os ex-membros do The Brew Andrew Latimer (guitarra), Andy Ward (bateria) e Doug Ferguson (baixo) recrutaram Peter Bardens (teclado). Após uma apresentação inicial para cumprir um acordo com o nome On, mudaram sem nome para Camel e realizaram a 4 de Dezembro sua primeira apresentação no Waltham Forest Technical College em Londres. Em Agosto de 1972 a banda assinou com a MCA Records e seu álbum de estréia Camel foi lançado seis meses após. Não atingiram o sucesso esperado e mudaram então para a Decca Records. Em 1974 lançaram o segundo álbum, Mirage, no qual Latimer mostrou suas habilidades com a flauta. Apesar de falhar nas paradas regionais, ganhou sucesso nos Estados Unidos, rendendo à banda uma turnê de três meses por lá.

O álbum conceitual e instrumental The Snow Goose, de 1975, inspirado na história de Paul Gallico de mesmo nome, foi um sucesso que trouxe a banda à atenção da mídia. O quarto álbum Moonmadness foi lançado em 1976, continuando o sucesso do anterior, mas foi o último com a então atual formação da banda. Mel Collins (saxofone) reuniu-se com a banda para a turnê seguinte, começando um relacionamento de oito anos com o grupo. Ward estava direcionado para um som mais jazz, o que levou à saída de Ferguson da banda no início de 1977. Richard Sinclair (anteriormente do Caravan) substituiu Ferguson e essa formação lançou Rain Dances (1977) e Breathless (1978), o segundo sendo o último com Bardens, que anunciou sua saída antes da turnê de suporte ao álbum. Ele foi substituído por Dave Sinclair (primo de Richard e também integrante do Caravan) e Jan Schelhaas (que havia sido membro do Caravan). Os primos Sinclair deixaram a banda após a turnê, tendo sido substituídos por Kit Watkins e Colin Bass.


Em meados de 1981 Ward parou de tocar bateria devido a abuso de álcool e drogas, e a banda entrou em hiato sem alardes. Anos após foi levado a público que Ward havia tentado suicídio. Sem a banda, mas com um contrato com a gravadora para lançar um hit, Latimer reuniu-se a um grupo de músicos convidados, incluindo David Paton, Chris Rainbow e Anthony Phillips no estúdio Abbey Road no início de 1982. O álbum resultante, ironicamente chamado The Single Factor, estava longe do som anterior da banda levado ao hard rock e rock progressivo, mas foi bem nas paradas e permitiu uma turnê de aniversário da banda, contando com Paton, Rainbow, Watkins, Stuart Tosh (na bateria) e Andy Dalby (na guitarra), todos acompanhando Latimer. Ton Scherpenzeel (anteriormente da banda de rock progressivo Kayak) reuniu-se com Latimer como novo tecladista do Camel, com Paul Burgess na bateria, para Stationary Traveller (1984). Bass retornou para a turnê, que também contou com Rainbow e Richie Close como segundo teclado. Após o lançamento do álbum ao vivo Pressure Points no final de 1984, a banda desapareceu da mídia sem anúncios. Após o final do contrato com a Decca, Latimer não tinha interesse em outras gravadoras e mudou-se para a Califórnia.


Latimer iniciou um trabalho de versões acústicas de materiais antigos do Camel, mas desistiu do projeto. Em Outubro de 2006 ele completou uma mudança para voltar ao Reino Unido para continuar o tratamento de uma doença hematológica que descobriu pouco tempo antes , e que acabou levando a realização de um transplante de medula , com pleno êxito . No momento encontra-se em processo de recuperação e um novo álbum do Camel não foi descartado para o futuro. Graças a Andrew Latimer, o camel continua na ativa.


Uma grande banda de rock progressivo, que se mantém viva até hoje, graças ao trabalho árduo de sobrevivência de Latimer. Camel não teve o estrondoroso sucesso de YES, mas produziu um sonzaço, com discos temáticos e elaborados... Seguem alguns deles aqui no Valvulado, começando com três álbuns ao vivo...

From ProgRockVintage


Não tenho a capa/cover original...
Segundo Ricardo, um consultor do Blog Valvulado: "Pesquisei na página http://www.pink-camel.de/home.htm e encontrei a informação de que se trata de uma apresentação do dia 11/05/1984, em Londres, no Hammersmith Odeon."



Embora eu goste demais dos 4 primeiros álbuns do Camel, creio que todos já ouviram e eles são facilmente encontrados na NET. Por isso, vamos dar preferência para a segunda (ou terceira) fase do Camel...



Nude é o oitavo álbum de estúdio e um álbum conceitual lançado pela banda Camel em 1981. O conceito do álbum é baseado na história real de um soldado japonês (Hiroo Onoda) que ficou isolado em uma ilha durante a Segunda Guerra Mundial, e ficou lá por vários anos sem saber que a guerra havir terminado. As letras do álbum foram escritas principalmente por Susan Hoover (esposa de Andrew Latimer), exceto "Please Come Home", que foi escrita por Andrew. Este foi o último álbum a contar com o baterista Andy Ward.




The Single Factor, released in 1982, is the ninth studio album by English progressive rock band Camel. The title refers to the fact that guitarist Andy Latimer was the sole remaining original member, though original keyboardist Peter Bardens makes a guest appearance on 'Sasquatch'. The album was essentially a contractual obligation album, created under pressure from Decca Records to produce a hit single, and the "made-to-order" nature of its composition resulted in a selection of songs which can be described as "odd". Unlike previous Camel albums, all the songs were around 3–4 minutes. Anthony Philips plays guitar and piano...





A Nod and a Wink is the fourteenth studio album by the English progressive rock band Camel released in July 2002 on the label Camel Productions. It is their latest studio album. The album was dedicated to Peter Bardens, who died in January 2002.


E adiciono ao final deste post, as palavras de Ricardo, nosso consultor:

"O Camel está na estrada e realizando uma série de apresentações pela Europa, focando justamente o Snow Goose, que considero o carro chefe deste grupo. Estou na expectativa de um novo álbum de estúdio. Você já deve ter ouvido uma das músicas deste possível novo trabalho, mas por via das dúvidas, segue o link: http://www.youtube.com/watch?v=z4hbjUfSYMk."



terça-feira, 25 de março de 2014

Queen


Queen é uma banda britânica de hard rock formada em Londres em 1971, originalmente composta pelo vocalista Freddie Mercury, o guitarrista Brian May, o baixista John Deacon e o baterista Roger Taylor, formação essa que permaneceu inalterada até a morte de Mercury em 1991 e a posterior aposentadoria de Deacon em 1997, porém, ocasionalmente, May e Taylor se reúnem a outros músicos para dar prosseguimento ao grupo.


Originalmente, o Queen lançava canções mais pesadas e obscuras, mas com o passar dos anos o grupo incorporou uma série de elementos e estilos ao seu som, tornando-se uma banda de sonoridade bastante diversificada. Formado a partir do trio Smile, a banda só consegui lançar seu disco de estreia em 1973, e alcançou proeminência no Reino Unido no ano seguinte com os discos Queen II e Sheer Heart Attack, porém foi com o álbum A Night at the Opera, de 1975, que o grupo atingiu o estrelato mundial, devido principalmente ao sucesso da canção "Bohemian Rhapsody", uma de suas obras mais reconhecidas. O disco de 1977, News of the World, trouxe os dois maiores sucessos do grupo, "We Will Rock You" e "We Are the Champions", dois dos maiores hinos da história da música.


Nos anos 80, a banda demonstrou uma grande mudança de seu estilo, lançado canções ambientas no pop rock, e apesar de ter gerado desapontamento com o disco Hot Space, a banda criou grandes sucessos do gênero, como "Radio Ga Ga", "I Want to Break Free" e "A Kind of Magic, sendo nessa década, recordista em venda de ingressos para apresentações na europa. Nos anos 90, o grupo lançou o último disco com Mercury ainda vivo, Innuendo, de 1991, pois no mesmo ano o cantor faleceu devido a complicações da AIDS, com os membros restantes tendo lançado um disco póstumo, Made in Heaven, em 1995. Desde a aposentadoria de Deacon, May e Taylor continuam criando diversas parcerias para seguir com o grupo, com destaque para o projeto Queen+Paul Rodgers, de 2005, e as recentes apresentações com Adam Lambert, a partir de 2010.


Considerada uma das bandas mais importantes da história do rock and roll, o Queen já vendeu mais de trezentos milhões de discos ao redor do mundo, tendo lançado dezoito álbuns (incluindo coletâneas), dezoito singles e dez DVDs que chegaram ao topo das paradas mundiais.1 O grupo foi introduzido no Rock and Roll Hall of Fame em 2001 e ganhou uma estrela na Calçada da Fama de Hollywood em 2005.

Uma super banda, que segue até hoje, mesmo após a morte de Freddie Mercury. Seguem meus álbuns favoritos:

Around September 1971, Brian May met up with an old friend, Terry Yeadon, who was involved in the setting up of a new recording studio in Wembley called De Lane Lea The studios needed musicians to try out the new equipment they had installed - and preferably a band who could play loud ! The deal was that the musicians would record using the equipment, and potential studio users would be on hand to hear and watch them. In return for their services the band could record their demos for free. It was an opportunity not to be missed and, of course Queen jumped at it. Not only would they be able to make the all important demo tapes, but they would have ample occasion to meet producers and engineers, people who could be vital to their future. The rest is history.........

TRACKS:
1 Keep Yourself Alive
2 The Night Comes Down
3 Great King Rat
4 Jesus
5 Liar


Queen é o álbum oficial de estreia. Foi lançado em julho de 1973 contendo "Keep Yourself Alive" e "Liar", os primeiros singles da banda. Foi gravado no Trident Studios e De Lane Lea Music Centre, em Londres, com produção de Roy Thomas Baker (como Roy Baker), John Anthony e o próprio Queen. O álbum foi influenciado pelo Rock progressivo, hard rock e Heavy metal e abrange temas como folclore ("My Fairy King") e religião ("Jesus"). O vocalista Freddie Mercury compôs cinco das dez faixas, o guitarrista Brian May compôs quatro, incluindo "Doing All Right", que foi co-escrito pelo band-mate da banda Smile, Tim Staffell, e o baterista Roger Meddows-Taylor compôs e cantou "Modern Times Rock'n'Roll". A última música do álbum é uma pequena versão instrumental de "Seven Seas of Rhye". A banda incluiu a frase "sem sintetizadores!" no encarte do álbum, uma ideia de May, já que muitos ouvintes iriam confundir os seus elaborados multi-canais e efeitos processados pela guitarra e os vocais com sintetizadores.

Tracks:
01. Keep Yourself Alive (Brian May)
02. Doing All Right (May/Tim Staffell)
03. Great King Rat (Freddie Mercury)
04. My Fairy King (Mercury)
05. Liar (Mercury)
06. The Night Comes Down (May)
07. Modern Times Rock 'N' Roll (Roger Taylor)
08. Son And Daughter (May)
09. Jesus (Mercury )
10. Seven Seas Of Rhye (Instrumental) (Mercury)



News of the World é o sexto álbum de estúdio da banda Queen, trazendo entre suas faixas pelo menos dois grandes clássicos, que ao longo dos anos tornariam-se verdadeiros hinos: "We Will Rock You" e "We Are The Champions".

Tracks:
01. We Will Rock You
02. We Are The Champions
03. Sheer Heart Attack
04. All Dead, All Dead
05. Spread Your Wings
06. Fight From The Inside
07. Get Down, Make Love
08. Sleeping On The Sidewalk
09. Who Needs You
10. It's Late
11. My Melancholy Blues
12. We Will Rock You (1991 remix by Rick Rubin)






“Live Killers” (1979), do Queen, foi registrado ao longo da tour européia do álbum “Jazz”, mais notadamente na França. As críticas por parte da mídia especializada desta vez se direcionavam à performance morna da banda em muitas canções, fato contestado pelos fiéis seguidores da banda (dentre os quais, este que vos escreve). Outro ponto foram algumas discussões internas e o perfeccionismo da banda, que acabaram por gerar alguns “overdubs” (sempre eles), probleminhas de mixagem em uma ou outra faixa, e a exclusão de alguns temas até então obrigatórios em todos os shows da banda, como a grande “Somebody To Love”, que só foi ter sua primeira versão ao vivo oficial em disco quando do lançamento do CD “Queen On Fire”, gravado em Milton Keynes em 1982. O álbum foi, contudo, responsável pela versão que todos conhecemos de “Love Of My Life”, que se tornou clássico instantâneo nos shows, especialmente no Brasil. E tem ainda “Bohemian Rhapsody”, “Don’t Stop Me Now”, “Brighton Rock” (incluído aí o solo do grande Brian May), a dobradinha “We Will Rock You”/“We Are The Champions”... Apenas anos mais tarde, após o falecimento de Freddie Mercury, com o lançamento póstumo de “Live At Wembley ‘86”, a banda conseguiu unanimidade entre fãs e crítica...

E para finalizar, um show com Paul Rodgers, tentando substituir Freddie Mercury:

Queen + Paul Rodgers (sometimes referred to as Q+PR or QPR) were a supergroup collaboration between Brian May and Roger Taylor of Queen and Paul Rodgers (formerly of Bad Company, Free, The Firm and The Law). Guitarist May had previously performed with Rodgers on several occasions, including a performance at the Royal Albert Hall. It was made clear that Rodgers would not be replacing Queen's former lead singer, Freddie Mercury, who died on 24 November 1991. He would simply be "featured with" former Queen members. Former Queen bass guitarist John Deacon declined to participate in the collaboration due to his retirement in 1997. The group's three principal members May, Taylor and Rodgers were supplemented on tour by Queen's former touring keyboard player Spike Edney, rhythm guitarist Jamie Moses, and bass guitarist Danny Miranda who had previously worked with Blue Öyster Cult. Throughout their career the band completed two world tours, issued the first studio album for Queen in nearly 15 years entitled The Cosmos Rocks, and released two live DVDs and a live album. Rodgers announced in May 2009 that the 'Queen + Paul Rodgers' collaboration had come to an end, saying "it was never meant to be a permanent arrangement". He did, however, leave open the possibility for future collaborations.

Band:
Brian May - lead guitars, vocals
Paul Rodgers - lead vocals, rhythm guitar, piano, harmonica
Roger Taylor - drums, percussions, vocals
Touring musicians
Spike Edney - keyboards, backing vocals
Jamie Moses - rhythm guitars, backing vocals
Danny Miranda - bass, backing vocals
Neil Murray - Bass Guitar* (only for two shows)

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