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sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Sebastião Rodrigues Maia - The Godfather of Brazilian Soul

Como última postagem do ano, gostaria de homenagear nosso grande Tim Maia. Síndico e Pai da Soul Music "Brasileira".



Tim Maia (nome artístico de Sebastião Rodrigues Maia; Rio de Janeiro, 28 de setembro de 1942 — Niterói, 15 de março de 1998), foi um cantor, compositor, produtor, maestro, multi-instrumentista e empresário brasileiro, responsável pela introdução do estilo soul na música popular brasileira e reconhecido mundialmente como um dos maiores ícones da música no Brasil. Suas músicas eram marcadas pela rouquidão de sua voz, sempre grave e carregada, conquistando grande vendagem e consagrando muitos sucessos. Nasceu e cresceu na cidade do Rio de Janeiro, onde, em sua infância, já teve contato com pessoas que viriam a ser grandes cantores, como Jorge Ben Jor e Erasmo Carlos. Em 1957, fundou o grupo The Sputniks, onde cantou junto a Roberto Carlos. Em 1959, emigrou para os Estados Unidos, onde teve seus primeiros contatos com o soul, vindo a ser preso e deportado por roubo e porte de drogas. Em 1970, gravou seu primeiro disco, intitulado Tim Maia, que, rapidamente, tornou-se um sucesso país afora com músicas como "Azul da Cor do Mar" e "Primavera".
Nos três anos seguintes, lançou vários discos homônimos, fazendo sucesso com canções como "Não Quero Dinheiro" e "Gostava Tanto de Você". De 1975 a 1977, aderiu à doutrina filosófico-religiosa conhecida como Cultura Racional, lançando, nesse período, as músicas "Que Beleza" e "Rodésia". Pela decadência de suas músicas influenciadas por essa escola filosófica, desiludiu-se com a doutrina e voltou ao seu estilo de música anterior, lançando sucessos como "Descobridor dos Sete Mares" e "Me Dê Motivo". Em 1988, venceu o Prêmio Sharp na categoria de melhor cantor. Muitas de suas músicas foram gravadas sob a editora Seroma e a gravadora Vitória Régia Discos, sendo um dos primeiros artistas independentes do Brasil. Ganhou o apelido de "síndico do Brasil" de seu amigo Jorge Ben Jor na música W/Brasil. Na década de 1990, diversos problemas assolaram a vida do cantor: problemas com as Organizações Globo e a saúde precária, devido ao uso constante de drogas ilícitas e ao agravamento de seu grau de obesidade. Sem condições de realizar uma apresentação no Teatro Municipal de Niterói, saiu em uma ambulância e, após duas paradas cardiorrespiratórias, faleceu em 15 de março de 1998. É amplo seu legado à história da música brasileira, e sua obra veio a influenciar diversos artistas, como seu sobrinho Ed Motta. A revista Rolling Stone classificou Tim Maia como o maior cantor brasileiro de todos os tempos, e também como o 9º maior artista da música brasileira.

Mas vamos a sonzeira...
Os gringos descobriram Tim Maia e estão escutando e remixando o melhor do Rei dos Baurets.

Olhem o que estão publicando lá: ( http://strictlyriddims.com/2012/09/05/tim-maia-brazilian-funk/ )

Tim Maia, The Godfather of Brazilian Soul






Brazilian funk legend…soul superstar…religious cult…drugs…prison…aliens!! Wonder what these have in common? All of these describe the larger than life Tim Maia. Short in stature but huge in personality (a press release says he was 5’7″ tall, “6′ with the Afro”).
His story is the stuff of legend. He grew up in Rio de Janeiro, formed his first group at 14 and even gave quitar lessons to local gang members. In 1959 at aged 17, he illegally emigrated to New York. There he went to school, worked as a janitor and formed a band called The Ideals. He was eventually send to jail and deported back to Brazil for smoking weed in a stolen car. American soul music and the civil rights movement left a big impression on him.
In 1970 Maia released his debut LP. It was labeled “a massive cannonball into the pool” of Brazilian culture. It brought together Brazilian pop music and American soul/funk in a whole new way. It spent 24 weeks on the top of the charts.
Maia’s drug use was well known and grew along with his fame. In 1976, Maia joined the Racional Energy cult and he stopped doing drugs, lost weight, wore all white robes, performed and recorded only for cult members. Cultura Racional believed that humans are really aliens that need to reconnect with an elemental form of energy through the teachings of a book called Universo Em Desencanto (Universe in Disenchantment). He recorded two albums during this time. He eventually split from the cult in 1976 but said these albums could never be released during his lifetime.
“Tim Maia became a member of the Brazilian Socialist Party (Partido Socialista Brasileiro – PSB) in October 1997. He was rumoured to have joined the party in order to run for a seat in the Federal Senate for Rio de Janeiro in the 1998 general elections, but died before that. When asked by a reporter why he chose to join the then small PSB, he replied: “Brazil is the only country where – in addition to whores cumming, pimps being jealous, and drug dealers being addicted – poor people vote on the right-wing”. His phrase would become a famous aphorism on the way Brazilians face politics.”

He died at 55 years old after a heart attack in 1998. He would have turned 70 this year. After years of negotiations, ‘Nobody Can Live Forever: The Existential Soul of Tim Maia’ is set be be released. You can find it on iTunes.
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Segue uma coletânea que fizemos aqui, com os melhores Funk 'n' Soul do Godfather.



Tim Maia - The Soul of Brazil (2013)





Segue também uma grande raridade, encontrada por acaso em uma garimpagem na FENAC da Paulista:



Tim Maia Racional Vol. 1 Remixado - V.A.

Apresentando novas versões para as faixas que fazem parte do principal disco feito por Tim Maia em sua fase racional, o álbum Tim Maia Racional Vol. 1 Remixado, lançado pela Trama Virtual, conta com um time formado por nomes como Parteum, Rodrigo Brandão (Mamelo Sound System), Zegon, Espião (Rua de Baixo), Instituto, Max de Castro, Bossacucanova, entre outros. Enquanto você espera o download terminar, aperte o play para conferir duas faixas que fazem parte da produção.

01. Rational culture (Bruno E remix)
02. Rational culture (Parteum remix)
03. Bom senso (By Silvera)
04. Imunização racional (Que beleza) (Instituto remix)
05. You don't know what I know (JMB remix feat. Robinho & Maita)
06. Leia o livro universo em desencanto (Rappin' Hood remix)
07. Universo em desencanto (Zegon remix)
08. Bom senso (By Bossacucanova)
09. Imunização racional (Que beleza) (Madzoos Rebirth remix)
10. Rational culture (By Grand Daddy & Jam com a participação de Heloize Malaquias)
11. Bom senso (By Max de Castro)
12. You don't know what I know (By Dj Mau Mau and Soul remix)



E é isso aí!!! Feliz Natal e um ótimo 2013... Em Janeiro nos vemos. Abraços dos Valvulados...

Som Imaginário


Antes de postar sobre os músicos e bandas, sempre dou uma fuçada na rede pra ver se encontro boas informações e compilo, junto com alguns pitacos meus. Sobre o Som Imaginário, encontrei uma ótima resenha do primeiro disco e reproduzirei aqui.

 

Dedico esta sonzeira de rocha ao brother Marcião! Talvez você nem se lembre, camarada, mas dois dos seus três discos dessa fantástica coleção do Som Imaginário, tão comigo! E junto com a caixinha, tudo conservadinho, viu? Nem fique brabo, quando percebi, já tinha viajado muitos quilômetros, mas fique sossegado, à casa eles retornarão!!! Quantos anos faz isso?

Da minha parte posso dizer que o Som Imaginário é do caralho mesmo! O som dos caras é de fuder!!! Quem já assistiu qualquer um deles tocando ao vivo, sabe bem do que falo! É, juntos não tive o privilégio de ver, mas Robertinho Silva, Wagner Tiso e Naná Vasconcelos botam pra quebrar em seus shows! Sempre vale a pena.

 

Abaixo uma reportagem na Revista Intervalo, publicada em março de 1971, baixe aqui.


Então segue a bela resenha escrita por R.Schott e publicada em seu blog Discoteca Básica. Parabéns pelo texto!

O QUE VOCÊ APOSTARIA numa banda psicodélica formada por membros do grupo que acompanhava Milton Nascimento no fim dos anos 60? Pode apostar alto: os três únicos discos lançados pelo Som Imaginário (cujos músicos também acompanharam Lô Borges, Beto Guedes, Erasmo Carlos, Gonzaguinha e outros) são good trips garantidas. O primeiro, em especial, trazia um som mais pop, que misturava Beatles, psicodelia, rock progressivo, hippismo explícito e praticamente nada de MPB - destacando a criatividade de Frederyko, um dos melhores e menos reconhecidos guitarristas do Brasil, hoje sumido da mídia.
A formação que gravou Som Imaginário foi surgindo aos poucos, no fim dos anos 60. Wagner Tiso, que acompanhava Milton Nascimento desde o início de carreira (chegaram a montar, na adolescência, um conjunto de jazz chamado W Boys, graças à predominância na banda de rapazes com a inicial W no nome - Milton, que era o baixista, chegou a trocar seu nome para Wilton) se juntou a alguns músicos que tocavam com ele na noite carioca, como o baterista Robertinho Silva e o baixista Luiz Alves, e acabaram formando uma banda para tocar com o cantor mineiro. Antes disso, boa parte da formação do Som Imaginário podia ser encontrada no grupo de bailes Impacto 8, que tinha, entre outros, Robertinho e Frederyko. A banda não deu muito certo - Raul de Souza, trombonista e, em tese, líder do Impacto 8, desistiu do grupo após um show num Clube Militar em que todos os músicos simplesmente "esqueceram" de animar o baile para improvisar no palco.
Já contando com Wagner Tiso, Luiz Alves e Robertinho Silva, o Som Imaginário logo admitiria Frederyko, o percussionista Laudir de Oliveira (que não ficaria na banda) e mais uma dupla de compositores que também se destacaria no álbum de estréia: Zé Rodrix (órgão) e Tavito (guitarra-base e violão de 12 cordas). O grupo gravaria o LP de 1970 de Milton Nascimento e logo entraria em estúdio para registrar Som Imaginário, um dos mais interessantes lançamentos da música psicodélica brasileira. O disco tinha muito menos influências de MPB do que o pedigree dos músicos poderia fazer supor - mas havia a presença de Milton, fazendo alguns vocais (não creditados) e cedendo o instrumental prog mineiro "Tema dos deuses", sem contar a latinidade que aparecia em algumas canções assinadas por Zé Rodrix, como a ruidosa "Morse" e a doidaralhaça "Super-God", com sua letra psicodélica e contra-cultural. Todas as faixas eram preenchidas pela fuzz-guitar de Frederyko, que ainda contribuiu com dois dos momentos mais hippies do disco, a bela "Sábado" (gravada nos anos 80 pelo - veja só - Roupa Nova) e a balada anarquista "Nepal", gravada em clima de zoação no estúdio.
O maior sucesso do disco acabou sendo "Feira moderna", parceria de Beto Guedes, Lô Borges e Fernando Brant, gravada pela banda numa versão crua, cheia de riffs de órgão - é aquela mesma música que você conhece da versão de Beto Guedes no disco Amor de índio, de 1978 (e regravada também pelos Paralamas do Sucesso nos anos 90). Zé Rodrix, que praticamente liderava o grupo no disco e fazia quase todos os vocais, prosseguia sua viagem pop e lisérgica em faixas como "Make believe waltz" (mesclando valsa, rock e country), a agressiva "Hey man" (espalhando brasa para a Copa de 70 e a ditadura nos versos: "você precisava da taça de ouro/você precisava beber nessa taça/que você pagou com o sangue que nela derreteu.../só que nesse instante você foi feliz/você é feliz quando deixam") e o hino psicodélico "Poison", com letra lembrando Timothy Leary e os Beatles de "Tomorrow never knows" ("I always get the poison that I need to be alive, to see and sing/so poison me to get my mind way out/my mind way in").
Formado por músicos bastante requisitados - até hoje, aliás - o Som Imaginário se dividia entre a banda e vários trabalhos para outros artistas. Com o tempo o grupo foi perdendo integrantes. Zé Rodrix logo sairia da banda para se juntar a Sá & Guarabyra e gravar dois discos não menos clássicos, além do solo 1º acto, de 1973 (também pela Odeon). O segundo disco do Som Imaginário (1971), também homônimo, trazia Frederyko na liderança, compondo uma série de faixas anárquicas (como "Cenouras" e a engraçada "Salvação pela macrobiótica"), além do tema "A nova estrela", dele e de Wagner Tiso. E é a sonoridade de Wagner que domina Matança do porco, disco de 1972 da banda, mais chegado ao estilo que marcaria os trabalhos solo do tecladista. Com três discos bastante diferentes uns dos outros - Milagre dos peixes ao vivo, disco de Milton Nascimento lançado em 1975, pode ser considerado o quarto LP do grupo, por ter sido creditado a eles e ao cantor - o Som Imaginário chegou a um resultado que não permitia comparações com praticamente nenhuma banda nacional ou internacional. Pena que tenha durado tão pouco.
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O Timaço:

Wagner Tiso - piano e órgão
Tavito - violão
Luiz Alves - baixo
Robertinho Silva - bateria
Frederyko atualmente mais conhecido como Fredera - guitarra
Zé Rodrix - órgão, percussão voz e flautas

Outros integrantes:

Laudir de Oliveira - percussão
Naná Vasconcelos - percussão
Nivaldo Ornelas - saxofone e flauta
Toninho Horta - guitarra
Novelli - baixo
Paulinho Braga - bateria
Jamil Joanes - baixo




Som Imaginário - 1970 - Som Imaginario













Osibisa - Osibisa (1971)




Osibisa foi uma banda pan-africana, com músicos do Ghana, Nigéria e Caribe, radicados na Inglaterra. A banda misturava os ritmos africanos com rock, jazz e música latina. Batera e baixo combinados com uma percussão tribal poderosa, metais e teclado. Simplesmente incrível. Vinilzão digitalizado, só aqui no Valvulado.

Grand Funk Railroad - Shinin On (1974)








Grand Funk Railroad (ou simplesmente Grand Funk) é uma banda de rock da década de 1970, descoberta em 1969 no Atlanta Pop Festival, que chegou a ser uma grande sensação do rock para os jovens no final dos anos 60 e começo dos anos 70. O grupo Grand Funk Railroad nasceu em 1964, na cidade de Flint, Michigan, Estados Unidos, quando quatro amigos se juntaram para formar uma banda. Seu nome original era Jazzmasters e não tocavam jazz como o nome sugere, "mestres do Jazz", mas faziam um rock'n roll tão alto quanto seus amplificadores podiam suportar. Era formado por: Mark Farner, guitarra e vocal; Don Brewer, bateria e vocal; Craig Frost, órgão e piano e Don Lester baixo elétrico.

Jean-Luc Ponty

Filho de músicos (o pai era professor de violino e a mãe de piano), este violinista francês começou na área musical ainda quando pequeno, Começou a tocar aos 11 anos, completando seus estudos no final de sua adolescência, no Conservatório Nacional de Paris. Apesar de sua sólida formação erudita, foi no post-bop e no fusion que Ponty encontrou seu verdadeiro caminho, tocando na mítica banda "The Mothers of Invention" de Frank Zappa, fazendo colaborações junto à seu conterrâneo e também influenciador Stephanie Grappelli e passando pela segunda formação da Mahavishnu Orchestra.Partiu para carreira-solo e consolidou-se de vez como um dos expoentes no desenvolvimento e evolução do violino elétrico (a Zeta Violin desenvolveu, um moderníssimo modelo de interface MIDI especialmente para ele), bem como na introdução deste instrumento na vanguarda do jazz-rock nos anos 70, além de inspirada exploração de texturas eletrônicas em sequencers e sintetizadores.

Gravado durante alguns shows em São Francisco,Santa Barbara, Califórnia e Los Angeles, Live mostra toda a competência de Ponty como músico e compositor,e sua banda azeitadíssimos e tocando como nunca , preste atenção na cozinha da banda na execução das músicas.O disco inicia com a música Aurora dividida em 2 partes,sendo a 1ª mais progressiva.A partir da segunda parte da música a veia jazz rock de Ponty nos é mostrada explicitamente até a última faixa. Imaginary Voyage segue o tradicional arranjo de estúdio, também dividida em 2 partes onde o batera Casey solta o braço em ambas partes sendo na minha opnião o destaque, juntamente com o baixista que arrebenta num groove. E assim segue o disco que em cada faixa um integrante ou mais da banda, vão mostrando serviço em prol da boa música. O disco é de uma produção de dar inveja , muito bem gravado, mixado e masterizado... (adaptado de http://fredyharp-vitrinedorock.blogspot.com.br/2011/05/o-solitario-violino-do-jazz-jean-luc.html ).














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Segue esta sonzeira do Jean-Luc Ponty tocando composições do Zappa, com a participação do próprio. Ponty tocava na banda do Zappa e depois de algum tempo saiu para a carreira solo de sucesso. King Kong marca o fim da relação entre Ponty e Zappa, a partir dali nunca mais se falaram. Dá pra destacar o ritmo lento e pulsante de King Kong, a sintonia entre Ponty e Ernie Watts em Cigars, assim como o solo de Ernie e o wah-wah de Zappa em Head.








Itamar Assupção mais uma vez!!!




Grande álbum de Itamar Assumpção. Itamar foi um grande músico inovador, misturando Rock, samba e Funk. Poeta e um músico genial, sempre viveu à margem da mídia. foi um grande parceiro de Arrigo Barnabé, bem no início de sua carreira. Faleceu em 2003 deixando grandes músicas. Este álbum é fantástico... Versões ousadas para Amélia e Laranja Madura...

Ginger Baker - Pop History Vol. 10 (1977)



Peter Edward "Ginger" Baker é um percussionista inglês que tornou-se famoso como integrante do Cream de 1966 a 1968 com Jack Bruce e Eric Clapton, e mais tarde fazendo parte do grupo Blind Faith. No começo dos anos 70, Baker viajou em turnê e gravou com sua própria banda, Ginger Baker's Air Force.
A técnica de Baker chamou atenção por sua virtuosidade, técnica e o uso de tympani e outros instrumentos de percussão nunca antes usados no rock. Embora às vezes tocasse de maneira bombástica (similar àquela de Keith Moon do The Who), Baker também era capaz de tocar de forma mais contida, graças à sua experiência se apresentando com bandas de jazz inglesas durante o final dos anos 50 e começo dos 60, estabelecendo um novo patamar de profissionalismo entre os percussionistas de rock. Baker também apresentava longos solos improvisados (como em "Toad") em seu elaborado kit de bateria; ele foi um dos primeiros músicos a usar dois bumbos, inspirado pelo baterista de jazz Louie Bellson.
Desde 1986 Ginger vem lançando diversos álbuns e viajando em turnê com inúmeros astros do jazz, da música clássica e do rock. Além das bandas com seu nome, como Ginger Baker's Airforce, Baker Gurvitz Army (1975-1976) e Ginger Baker's Energy (1976), Baker também foi integrante dos grupos Hawkwind (1980), Atomic Rooster (1980), Public Image Ltd (1986) e Masters of Reality (1990).
Este disco é um dos álbuns de vinil de minha coleção. Baixem e ouçam

Jimi Hendrix


Notícia recente do mundo empresarial da música. Enquanto se discutem as questões contratuais, logo postaremos alguns albuns preciosos do mestre eterno da guitarra.

Com reverências ao grande Hendrix...



Seg, 30 Nov, 05h25
(BR Press) - Chegou a vez da Sony Music colocar a mão num dos maiores legados da música pop de todos os tempos: o catálogo de Jimi Hendrix (1942-1970). A gravadora comprou os direitos da preciosidade por um período de oito anos, que começa a vigorar a partir de 1º de janeiro de 2010. E a boa nova é que reeditar inteiramente a obra do genial guitarrista.


Os fãs terão seu apetite hendrixiano saciado com edições especiais dos três álbuns do trio The Jimi Hendrix Experience: o clássico Are You Experienced? (1967), Bold as Love (1967) e Electric Ladyland (1968), além de coletâneas de raridades extraídas do acervo do selo Dagger Records.
Palco
Haverá ainda o lançamento de DVDs dos registros dos shows históricos feitos por Hendrix no Royal Albert Hall, em Londres, entre 18 e 24 de fevereiro de 1969. Os vídeos, que celebram os 40 anos das apresentações - sairiam em 2009 mas atrasaram por questões contratuais.

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Os dois albuns de estúdio que mais ouvi foram Crash Landing e Midnight Lightining, fantásticos, porém bem diferentes daqueles arroubos lisérgicos das gravações ao vivo do Mestre. Pra quem ainda não conhece e mesmo aqueles que não ouvem faz um tempo, sempre vale a pena ouvir! Junto com eles uma coletânea chamada Band of Gypsys, com vários sons de primeira!





domingo, 16 de dezembro de 2012

Drums, Rhythm & Soul - Top Drummers II


Na música tivemos grandes bateras. Embora o Rock tenha evidenciado estes grandes maestros, o Post Top Drummers I contemplou apenas 10 grandes bateristas e resolvemos fazer mais um post, com mais alguns. Existem vários sites/blogs discutindo o assunto... Qual o melhor baterista de todos os tempos? Alguns nomes são constantes, e devem constar em todas as listas. Segue alguns escolhidos por nós do Valvulado:


1 - John Bonham:


John Henry Bonham (Redditch, 31 de maio de 1948 — Clewer, 25 de setembro de 1980) foi um baterista inglês membro da banda legendária Led Zeppelin, formado em 1968 pelo guitarrista Jimmy Page, junto ao vocalista Robert Plant e ao baixista e tecladista John Paul Jones. Bonham era estimado por sua velocidade, potência, e o seu pé direito rápido, sons característicos, e seu "sentir" para a música Groove. Ele é amplamente considerado um dos maiores bateristas da história da música rock. Mais de 30 anos após sua morte, Bonham continua a angariar prêmios e elogios, incluindo uma lista dos leitores da Rolling Stone em 2011 colocando-o em primeiro lugar da lista como "um dos melhores bateristas de todos os tempos". ]E incrível como em toda discussão, seu nome é unânime...

DRUM SOLO:


Uma grande performance de John Bonham é no álbum "The Song Remains the Same".  Seu solo acabou imortalizado em uma canção, "Moby Dick", que se transformava nos shows do Zeppelin em seu fantástico número.









2 - Keith Moon:


Keith John Moon (23 de agosto de 1946 – 7 de setembro de 1978) foi o baterista da banda de rock britânica The Who. Ganhou prestígio por seu estilo inovador e exuberante na bateria e notoriedade por seu comportamento excêntrico e por vezes destrutivo, o que lhe rendeu o apelido de "Moon the Loon" ("Moon, o Lunático"). Moon entrou para os Who em 1964, participando de todos os seus álbuns e singles a partir da estreia do grupo com "Zoot Suit" em 64 até Who Are You, de 1978 (link para o post), lançado três semanas antes de sua morte. Moon era conhecido por seu estilo de bateria dramático e cheio de suspense, que frequentemente envolvia a omissão de batidas básicas em prol de uma técnica fluída e acentuada, focada em viradas progressivas pelos toms, trabalho ambidestro no bumbo e passadas e ataques selvagens nos chimbaus. Ele é citado pelo Hall da Fama do Rock and Roll como um dos maiores bateristas de rock and roll de todos os tempos. 


DRUM SOLO:










3 - Ian Paice:


Ian Anderson Paice (nascido em 29 de junho de 1948, Nottingham) é um baterista britânico, famoso por sua participação na banda Deep Purple. Seu primeiro contato com a música foi ao tocar violino, mas aos 15 anos de idade, escolheu a bateria como instrumento. Começou sua carreira como baterista tocando na banda de Dance de seu pai, no começo dos anos 60. Depois, ingressou em mais um projeto musical chamado "Georgie & the Rave-Ons", até fundar o Deep Purple. Ian Paice foi o único membro da formação original do Deep Purple que permanece ativo até hoje na banda.

DRUM SOLO:

















4 - Nicko McBrain:



Nicko McBrain (nome artístico de Michael Henry McBrain; Londres, 5 de junho de 1952), é um baterista inglês. É atualmente o baterista da banda Iron Maiden, onde ingressou em dezembro de 1982, tendo substituído Clive Burr. Foi antes o baterista da banda Trust. Ao contrário da maioria dos bateristas de heavy metal, Nicko não é um utilizador frequente do pedal duplo (um mecanismo que permite tocar ritmos de notas musicais constantes no bumbo com os dois pés) por considerar esta técnica muito complicada, tendo vindo por isso a desenvolver uma técnica incrivelmente rápida apenas com um pé, no qual consegue seguir perfeitamente os ritmos acelerados de Steve Harris no baixo. Até hoje Nicko usou pedal duplo nas músicas "Face in the Sand" do álbum "Dance of Death" e na introdução da música "Satellite 15...The Final Frontier" do recém lançado álbum "The Final Frontier". Em 2003,na gravação do álbum "Dance of Death", Nicko contribuiu pela primeira vez em mais de 20 anos, com a composição de uma música para o Iron Maiden, escrevendo a linha para baixo em "New Frontier".

DRUM SOLO:



Todos conhecemos bem o trabalho de Dr. McBrain no Iron Maiden... Segue uns sons que talvez alguns de voces ainda nao ouviram...





Who cares é um projeto idealizado por ninguém mais, ninguém menos do que Ian Gillan (Deep Purple) e Tommy Iomi (Black Sabbath). O projeto faz parte de um trabalho beneficente chamado Ear Music - For a good cause.

Ian Gillan (Deep Purple) – vocal
Tommy Iomi (Black Sabbath) – guitarra
Linde Lindström (HIM) – guitarra
Jason Newsted (Metallica) – baixo
Jon Lord (ex-Deep Purple) - teclado
Nicko Mc’ Brain (Iron Maiden) – bateria






Trust é uma banda francesa com grande influências do ACDC. Classificada nos anos 80 como uma banda de Heavy Metal, hoje é reconhecida como uma das grandes bandas clássicas do Rock. Som muito bom, para quem gosta de ACDC. Os dois bateristas do Iron Maiden fizeram parte da banda (Clive Burr & Nicko McBrain). A última música do álbum é uma homenagem a Bon Scott, vocalista do ACDC que morreu em 1980 (The Final Gig).




5 - Tommy Aldridge:



Tommy Aldridge (Pearl, Mississippi, 15 de Agosto de 1950) é um veterano baterista de hard rock e heavy metal. É conhecido por trabalhar com vários cantores e bandas, destacando-se os cantores Gary Moore e Ozzy Osbourne e as bandas Black Oak Arkansas, Pat Travers Band, Thin Lizzy e Whitesnake. Aldridge aprendeu sozinho a tocar bateria e foi inspirado pelas bandas Cream, Beatles, The Jimi Hendrix Experience e Led Zeppelin e pelos bateristas Joe Morello e John Bonham. Durante sua carreira, tem sido lembrado como pioneiro da técnica de dois bumbos.




DRUM SOLO:














6 - Stewart Copeland:


Stewart Armstrong Copeland (Alexandria, 16 de julho de 1952) é um baterista americano, conhecido por tocar em bandas de renome, como The Police e Curved Air. Copeland também é conhecido no mundo dos videogames, por ser o criador da trilha sonora da trilogia Spyro the Dragon, um dos clássicos de Playstation. Copeland é filho de um ex agente da CIA. Junto com Sting e Andy Summers formaram a banda The Police. Lançou trabalhos solos como o álbumThe Rhythmatist de 1985, também fez parte de bandas como Animal Logic e a mais recente Oysterhead, com o baixista e vocalista Les Claypooldo Primus e o guitarrista Trey Anastasio do Phish. Um dos grandes trabalhos de Stewart Copeland é o álbum Synchronicity - The Police (link para o post)

DRUM SOLO:










7 - Art Blakey:


Arthur (Art) Blakey (Pittsburgh, Pensilvânia 11 de Outubro de 1919 – 16 de Outubro de 1990). Também conhecido como Abdullah Ibn Buhaina, foi um baterista e líder de banda americano. Junto com Kenny Clarke e Max Roach, foi um dos inventores do estilo bebop na bateria. É conhecido como um músico enérgico. Art fez incessantes turnês ao longo dos anos, com sua banda, a Jazz Messengers, Art tocou no Jazz Messengers até sua morte em 1990.

DRUM SOLO:










8 - Max Roach:


Maxwell Lemuel Roach (New Land, Carolina do Norte, em 10 de Janeiro de 1924 - Nova York, 16 de agosto de 2007) foi um percussionista, baterista e compositor de jazz americano. contribuiu para a criação do estilo Hard Bop com um quinteto composto po Clifford Brown no trompete, Harold Land no saxofone tenor (substituído no ano seguinte por Sonny Rollins), Richie Powell no piano e George Morrow no contrabaixo. Entre as gravações de Max Roach é importante ressaltar Money Jungle, de 1962, com um trio composto por Charles Mingus e Duke Ellington. Na contracapa do disco lê-se "Não um trio, um triunvirato". Profundamente envolvido no ensino de jazz, em 1972 Roach integrou o corpo docente da Universidade de Massachusetts, em Amherst. A partir de 2000, Roach tornou-se menos ativo em decorrência de uma enfermidade cerebral. O músico obteve, ao longo de sua vida, um imenso número de premiações e homenagens. Foi um dos primeiros a receber o prêmio de "Gênio" pela Fundação MacArthur; venceu duas vezes oGrand Prix du Disque francês; foi eleito para o Hall da Fama da Sociedade Percussiva Internacinal e também para o da revista Downbeat; recebeu em Harvard o prêmio de "Jazz Master" (Mestre do Jazz); ganhou oito doutorados honoris causa, incluindo pela Universidade de Bologna, na Itália, e pela Universidade de Columbia, nos EUA.

DRUM SOLO:











9 - Buddy Rich:  

Bernard "Buddy" Rich (Brooklyn, Nova Iorque, 30 de Setembro de 1917 — Los Angeles, 2 de Abril de 1987) foi um baterista dos Estados Unidos da América do estilo jazz da Era do Swing. Seu estilo notável era caracterizado por uma incrível velocidade e habilidade mesmo em temas mais complexos, tornando-os claros e precisos. Desde criança envolvido com o palco, já possuía sua própria banda aos 11 anos de idade, e tocou com inúmeros grupos entre 1937 e 1939, quando juntou-se a banda de Tommy Dorsey. Serviu com os Marines na segunda guerra, reassumindo seu lugar na orquestra de Dorsey, e paralelamente mantendo seu próprio grupo até 1951. De 1953 a 1966 tocou com a orquestra de Harry James, quando então formou sua própria big band alcançando renome internacional. Nos anos 70, dirigiu seu night club em Nova Iorque e tocou com pequenos grupos, além de participar de inúmeras apresentações em TV, concertos e festivais de rock clássico. E também era conhecido pelo seus fãs pelo seu "humor negro"... Morreu em Los Angeles, Califórnia, dia 2 de abril de 1987. Muitos músicos, críticos e inclusive a maioria dos bateristas famosos de todo o mundo consideram Buddy Rich o melhor baterista de todos os tempos, sendo visto como uma espécie de ápice revolucionário e definitivo no instrumento.

DRUM SOLO:











10 - Ricardo Confessori:

Ricardo Confessori (São Paulo, 25 de janeiro de 1969) é um baterista brasileiro, integrante das bandas Angra e Shaman, além de já ter trabalhado com o grupo Korzus. Seu primeiro trabalho como músico profissional foi na banda Garcia & Garcia. Gravou o álbum Mr. Fire em 1990. Depois da dissolução da banda, ingressou no grupo Korzus em 1992, onde permaneceu por um ano e meio. Durante esse período realizou uma série de shows e acabou por se desligar do grupo por divergências com a gravadora. Imediatamente após sua saída, em 1993, recebeu o convite para assumir o posto de baterista do Angra, após as gravações de Angels Cry, álbum no qual a bateria ficou por conta de Alex Holzwarth (atualmente no Rhapsody of Fire). No Angra, Ricardo gravou o Holy Land, de 1996, um disco conceitual com ritmos brasileiros. Ainda com o Angra, o baterista gravou o álbum Fireworks, de 1998, que rendeu os singles "Rainy Nights" e "Lisbon", o ao vivo Holy Live(1997), o disco Freedom Call (1996) e o single "Evil Warning" (1994). Em 2000, três músicos deixam o Angra, entre eles, Ricardo. Os músicos formam a banda Shaman, com outros instrumentistas, e após dois anos, lançam o álbum Ritual, distribuído em mais 15 países e seguido por um CD/DVD ao vivo intitulado RituAlive (2003). Reason, segundo álbum da banda, foi lançado em 2005 e a turnê passou por todas as regiões do Brasil e diversos países da América Latina. Ricardo participa de diversos workshops importantes pelo Brasil e exterior e é endorsado pelos pratos Zildjian, baquetas Vic Firth, peles e bateria Yamaha e Adesivo Personalizados para bumbo e bateria Bauer Design. Em 2009, voltou para o Angra, que participou de uma turnê com a banda Sepultura.

DRUM SOLO:





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Outros grandes bateras já postados:

Chico Batera

João Barone (Paralamas do Sucesso)

Milton Banana (Simplesmente o batera que criou a batida da Bossa Nova)

Vejam também:  (  Drums, Rhythm & Soul - 10 Top Drummers )


DIVIRTAM-SE

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