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David Bowie - Music & Art

David Bowie, nome artístico de David Robert Jones, Londres, 8 de janeiro de 1947) é um músico, ator e produtor musical inglês. Por vezes...

sábado, 19 de maio de 2012

Pink Floyd - Dark Side of the Moon


Pense em um disco que está na casa de um terço dos ingleses e até hoje é um dos mais vendidos (se não o mais vendido) em todo o mundo. Imagine que esse álbum trouxe evoluções sonoras nunca antes vistas no mundo da música e, pela primeira vez, explorou todo o potencial dos aparelhos estéreo de alta fidelidade que começavam a se popularizar na Europa no início dos anos 70. Este LP é Dark Side of The Moon, a obra-prima do Pink Floyd.
Em seu oitavo LP, a banda inglesa levou a nível máximo os experimentos sonoras que vinha fazendo desde 1967, quando lançou seu primeiro trabalho, The Piper at the Gates of Dawn. Por coincidência ou não, o disco devolveu o Pink Floyd a um sucesso comercial que só havia atingido no início da carreira, quando ainda eram comandados pelo vocalista/guitarrista Syd Barrett.
Com uma lista de nove clássicos eternos do progressivo - Speak to Me/Breathe, On the Run, Time, The Great Gig in the Sky, Money, Us and Them, Any Colour You Like, Brain Damage e Eclipse - o disco condensou em pouco mais de 40 minutos a aproximação mais fiel de um disco pop à cultura lisérgica e da psicodelia. E, por isso, se tornou mais uma daquelas unanimidades intocáveis no mundo do rock.
Adaptado de http://virgula.uol.com.br/ver/noticia/musica/2010/03/23/243450-entenda-a-importancia-de-dark-side-of-the-moon-disco-do-pink-floyd-que-faz-37-anos .

Estima-se que 1 em cada 14 pessoas com menos de 50 anos, nos EUA tenha uma cópia deste álbum.
O tema de Dark Side of the Moon terá sido em parte precipitado pela saída de Syd Barrett um dos membros fundadores dos Pink Floyd.
O álbum contém alguns dos mais complicados usos dos instrumentos e efeitos sonoros existentes à época, incluindo o som de alguém correndo à volta de um microfone e a gravação de múltiplos relógios a tocar ao mesmo tempo. Uma versão quadrifónica, foi também editada com uma nova mixagem. Durante as gravações os Pink Floyd desenvolveram novos efeitos tais como gravações em duas pistas das vozes e guitarras (permitindo a David Gilmour harmonizar consigo próprio), vozes dobradas e efeitos inéditos para aquela época, como ecos e separação dos sons entre os canais. Até hoje, Dark Side of the Moon é uma referência para os audiófilos que o usam para testar a fidelidade dos equipamentos de áudio.
Outra característica do álbum são os trechos de diálogos entre as faixas. O Pink Floyd entrevistou várias pessoas, perguntando-lhes coisas relacionadas com os temas centrais do álbum, como a violência e a morte. O roadie "Roger The Hat" aparece em mais que uma ("giv'em a quick, short, sharp, shock…", "live for today, gone tomorrow, that's me…"). A frase no fim do álbum "there is no dark side of the moon really… matter of fact it is all dark" é do porteiro do estúdio Abbey Road, o irlandês Jerry Driscoll. Paul McCartney foi também entrevistado mas as suas respostas foram consideradas demasiadamente cautelosas para serem incluídas.
Dark Side of the Moon é o álbum que ficou por mais tempo na Billboard 200, tendo permanecido 795 semanas consecutivas e mais de 1000 semanas no total. pouco mais de 15 anos. O álbum chegou a Nº 1 nos EUA, Bélgica e França, até em 2002, 30 anos após o seu lançamento, foram vendidas nos EUA mais de 400.000 cópias, fazendo do álbum o 200º mais vendido desse ano. Em 2003 mais de 800.000 cópias do híbrido SACD de Dark Side of the Moon foram vendidas apenas nos EUA. "Time", "Money", e "Us and them" foram bastante tocadas nas rádios (sendo o single "Money" um sucesso de vendas também).
Dark Side of the Moon foi editado em "Super Audio Compact Disc" (SACD), com uma mistura de som surround 5.1 DSD a partir das fitas de estúdio de 16 faixas, por ocasião do 30º aniversário do seu lançamento. Tornou-se algo surpreendente o facto de James Guthrie ter sido chamado para fazer a mistura do SACD em vez de Alan Parsons, engenheiro do LP original. Esta edição do 30º aniversário ganhou 4 prémios do "Surround Music Awards" de 2003.

Lenda
Claro que, como toda a lenda, Dark Side of The Moon também conta com uma boa dose de misticismo. A lenda mais comum em torno dele é sua suposta sincronia com o filme O Mágico de Oz: segundo essa teoria, é possível usar o disco como trilha sonora para o clássico longa-metragem estrelado por Judy Garland.
Os integrantes do Pink Floyd na época - o baixista e vocalista Roger Waters, o guitarrista e vocalista David Gilmour, o tecladista e vocalista Richard Wright e o baterista Nick Mason - sempre atribuíram o fato a uma mera coincidência, mas a sincronia da trilha com o filme é realmente muito impressionante...


Versão completa: - ( http://youtu.be/0gXvVUg-VAE )

Comentários de Nick Mason sobre a Lenda Urbana de Mágico de Oz e Dark Side:

Livros
Foram escritos vários livros para relatar e explicar o fenômeno Dark Side. Alguns exemplos em português:

The Dark Side of the Moon - Os Bastidores da Obra-Prima do Pink Floyd (John Harris)

A obra conta os bastidores da produção de "The Dark Side of the Moon", um disco histórico da banda inglesa Pink Floyd que permanece no gosto das mais diferentes gerações e continua a ser ouvido nos lugares mais distantes do mundo.
Trazendo imagens inéditas e entrevistas exclusivas com os integrantes da banda, o livro revela curiosidades e detalhes que envolvem a histórica gravação, como a superação da saída de Syd Barrett, o ambiente no estúdio, a integração das canções para formar um todo homogêneo, os truques tecnológicos para criar sons até então inimagináveis, a sensibilidade para resumir os sentimentos da juventude. Tudo isso e a incrível universalidade dos temas abordados constituem a matéria desse livro, que fornece ao leitor a chave do mistério do lado escuro da lua.
A obra apresenta ainda um apêndice com informações atuais sobre cada integrante da banda, um anexo com fontes e referências bibliográficas.



A Outra Face de The Dark Side of the Moon -  Fábio Massao Yabushita

Uma interpretação junguiana da obra-prima do Pink Floyd     

      Este livro traz uma análise psicológica de um dos mais importantes discos de todos os tempos, o antológico The Dark Side of the Moon, lançado pela banda inglesa Pink Floyd.Fundamentado na psicologia de C. G. Jung, o livro mostra o disco de uma forma nunca antes pensada, buscando desvelar o sentido do lado oculto da lua e seu significado no contexto da obra, enquanto expressão dos dramas e conflitos que afligem o homem contemporâneo.





Filmes


Pink Floyd: Live at Pompeii é um filme de 1972, com Pink Floyd tocando seis músicas no Piazza Anfiteatro em Pompeia, Itália. Foi dirigido por Adrian Maben e gravado sem platéia.
As performances de Echoes, A Saucerful of Secrets e One of These Days foram filmadas entre 4 e 7 de outubro de 1971. As músicas restantes foram filmadas em um estúdio em Paris, com filmagens de projeções frontais adicionais para inserção nas performances gravadas na Pompeia. As sequências em Paris foram filmadas no final de 1971 e começo de 1972, e podem ser distinguidas pela ausência da barba de Richard Wright.

Em agosto de 1974, outra versão foi lançada combinando o filme original com sessões das gravações do Dark Side of the Moon no Abbey Road Studios. Essas sessões foram, na verdade, gravadas para o filme, pois as gravações do álbum já haviam sido completadas quando tais sessões foram filmadas em janeiro de 1973, enquanto o álbum estava sendo mixado.

Palhinha: ( https://youtu.be/b_6hFrzsyd4?list=PLBD85ABCBD5335E19 )


Para conhecer a obra:



O original.
Como não podemos colocar o link, segue uma palhinha (http://youtu.be/d78K4rCEfAo )







Primeiro disco ao vivo do Dark Side, (após seu lançamento) em 1974. Pink Floyd tocando maravilhosamente o álbum, com uma Jam de David Gilmour em Time.

Palhinha ( http://youtu.be/EB0scod1_YE )






22 depois, ainda uma obra prima...

Palhinha ( http://youtu.be/NeIjZKiecRw )




34 anos depois e ainda uma obra prima...

Palhinha ( http://youtu.be/0nploMzYPbc )




V.A. - A Special Tribute To Pink Floyd (2002)
Um tributo muito especial com grandes músicos:

Musicians:

Robin McAuley (Michael Schenker Group, Grand Prix) - Vocals
Doug Pinnick (King's X) - Vocals
Steve Porcaro (Toto) - Keyboards
Mike Porcaro (Toto) - Bass
Jason Scheff (Chicago) - Vocals
Billy Sherwood (Yes, Air Supply, Motorhead) - Guitar, Producer, Engineer, Vocals
Jeff Scott Soto (Yngwie Malmsteen, Panther) Vocals
Philip Soussan (Ozzy Osbourne, Van Halen, Billy Idol) - Bass
Pat Torpey (Mr.Big) - Drums
Derek Sherinian (Dream Theater, Alice Cooper, Billy Idol) - Keyboards
Marco Mendoza ( Ted Nugent, Gary Moore) - Bass
Eric Singer (Kiss, Black Sabbath) - Drums
Richie Kotzen (Mr.Big, Poison) - Guitar
Tommy Shaw (Styx) - Vocals
Fee Waybill (The Tubes) - Vocals
Elliot Easton (Cars) - Guitar
Aynsley Dunbar (Whitesnake, Jefferson Starship, Jeff Beck Group, Journey) Drums
Jimmy Haslip (Yellowjackets) - Bass
Gary Hoey (Tony Franklin) - Guitar
Mike Baird (Journey) Drums
Gregg Bissonette (Santana, David Lee Roth, Steve Vai, Andy Summers) - Drums
Vinnie Colaiuta (Sting) - Drums
Edgar Winter (Edgar Winter Group) - Saxophone
Tony Franklin (Whitesnake, The Firm) - Bass
Bobby Kimball Vocals
Bob Kulick (Kiss) - Guitar, Producer
Bruce Kulick (Kiss) - Guitar
Tony Levin (King Crimson, Peter Gabriel, Pink Floyd) - Bass
Steve Lukather (Toto) - Guitar, Vocals
Ronnie Montrose (Montrose, Gamma) - Guitar
Chris Squire (Yes) - Bass, Vocals
Dweezil Zappa Guitar
Robben Ford (Yellowjackets) - Guitar
Alan White (Yes) - Drums
Scotty Page (Pink Floyd Band) - Saxophone
Glenn Huges (Deep Purple) - Vocals
Jeff 'Skunk' Baxter (Steely Dan, Doobie Brothers) - Guitar


Track List:

1. Money - Tommy Shaw, Ritchie Kotzen, Tony Levin, Mike Beard, Edgar Winter
2. Welcome To The Machine - Doug Pinnick, Gary Hoey, Mike Porcaro, Greg Bissonette, Derek Sherinian
3. Comfortably Numb - Billy Sherwood, Chris Squire, Alan White
4. Shine On You Crazy Daimond - Steve Lukather, Marco Mendoza, Vinnie Colaiuta
5. Us And Them - Jeff Scott Soto, Bob Kulik, Jimmy Haslip, Scotty Page, Pat Torpey
6. Young Lust - Glenn Hughes, Elliot Easton, Tony Franklin, Aynsley Dunbar
7. Run Like Hell - Jason Sheff, Dweezil Zappa, Tony Franklin, Aynsley Dunbar
8. Any Color You Like - Robben Ford, Tony Franklin, Aynsley Dunbar, Steve Porcaro
9. Another Brick In The Wall - Fee Waybill, Ronnie Montrose, Mike Porcaro, Gregg Bissonette
10. Have A Cigar - Bobby Kimball, Bob & Bruce Kulick, Mike Porcaro, Gregg Bissonette
11. Breathe (In The Air) - Rick McAuley, Jeff ‘Skunk’ Baxter, Phil Soussan, Eric Singer


Depois de mais de um ano que fiz este post, achei que valia pena uma correção. O primeiro disco ao vivo do Dark Side of the Moon, aconteceu antes de sua gravação em estúdio, conforme reportagem a seguir:

"Roger, David e Nick, junto com o tecladista Richard Wright trabalharam juntos na criação de material novo, e Roger gravou as primeiras fitas demo em um pequeno estúdio próprio em sua casa em Londres. A banda começou a ensaiar seu material novo em segredo em um pequeno armazém de Londres que pertencia ao grupo Rolling Stones, e depois mudaram para o Teatro Rainbow, na mesma cidade, e aproveitaram a ocasião para comprar novos equipamentos, incluindo amplificadores, uma mesa de mixagem e um conjunto inteiro de iluminação de palco. A banda decidiu realizar um concerto com suas novas canções, antes mesmo de gravá-las, a ser realizado no próprio Teatro Rainbow, e para isso o grupo providenciou que mais de nove toneladas de equipamentos fossem levadas até o teatro, e o novo trabalho foi temporariamente apelidado de The Dark Side of the Moon, mas depois de descobrirem que o título já havia sido usado pela banda Medicine Head, foi decidido que o futuro disco se chamaria Eclipse, mas pouco tempo depois a banda descobriu que o álbum do Medicine Head havia sido um fracasso comercial e o voltaram a usar o nome inicial. Mesmo antes de finalizar a gravação em estúdio, a banda iniciou a turnê The Dark Side of the Moon Tour, que durou de 1972 até 1973 e contou com datas nos Estados Unidos, Canadá e Europa, permitindo que a banda revisse e melhorasse as canções a cada noite; O concerto Dark Side of the Moon: A Piece for Assorted Lunatics foi realizado pela primeira vez no Rainbow em 17 de fevereiro de 1972 com uma plateia formada apenas por jornalistas e críticos, e recebeu avaliações muito boas de quase todos os presentes; Michael Wale, do jornal The Times, escreveu que o espetáculo "trás lágrimas aos olhos", e Derek Jewell, do jornal The Sunday apontou que ambição da banda era "enorme"; por outro lado, a avaliação na revista Melody Maker foi menos favorável, apontando que musicalmente, as ideias eram grandiosas, mas que o efeito sonoro dava a impressão de que as pessoas estavam dentro de uma jaula em um zoológico. As novas canções foram apresentadas quase que na mesma ordem em que foram lançadas no disco posteriormente, mas o som apresentava algumas diferenças quanto ao som lançado mais tarde, principalmente devido a falta de sintetizadores e aos momentos em que eram lidas alguns trechos da bíblia no começo de algumas canções. A banda seguiu fazendo pausas estratégicas na turnê para realizar as gravações em estúdio, realizando o último concerto novamente no Teatro Rainbow em 4 de novembro de 1973."

Segue aqui, o mais próximo que cheguei da primeira versão ao vivo do Dark Side of the Moon.



Gravado em Sapporo, Japão, 1972. Tem demos do Dark Side of the Moon.

Faixas:
1 Breathe in the Air
2 Travel Sequence
3 Time Song
4 Violent Sequence
5 Money Song
6 Mortaly Sequence (including the "Dave's Scat Section")
7 The Lunatic Song
8 One of These Days
9 Careful with that Axe Eugene


E para finalizar, um belíssimo álbum que foi lançado bem depois deste post:


DISC 1 - The Dark Side of the Moon Revisited:
01. Speak To Me / Breathe - Adrian Belew (King Crimson) & Alan White (Yes)
02. On The Run - Larry Fast (Peter Gabriel) & Alan White (Yes)
03. Time - Robbie Krieger (The Doors) & Garry Green (Gentle Giant)
04. The Great Gig In The Sky - Rick Wakeman (Yes) & Steve Howe (Yes)
05. Money - Edgar Winter, Bill Bruford (King Crimson) & Tony Levin (King Crimson)
06. Us And Them - Dweezuk Zappa & John Wetton (King Crimson)
07. Any Colour You Like - Robben Ford, Steve Porcaro (Toto) & Aynsley Dunbar (Frank Zappa)
08. Brain Damage - Geoff Downes (Asia) & Robbie Krieger (The Doors)
09. Eclipse - Peter Banks (Yes), Tony Kaye (Yes) & John Wetton (Asia)

DISC 2 - The Wall and Other Classics:
01. In The Flesh? - Adrian Belew (King Crimson) & Keith Emerson (Elp)
02. The Thin Ice - Ian Anderson (Jethro Tull)
03. Another Brick In The Wall (Part 1) - Steve Morse (Deep Purple)
04. Another Brick In The Wall (Part 2) - Fee Waybill (The Tubes)
05. Mother - John Wetton (King Crimson/asia)
06. Goodbye Blue Sky - Steve Howe (Yes/asia)
07. Young Lust - Glenn Hughes (Deep Purple) & Elliot Easton (The Cars)
08. Hey You - Tommy Shaw (Styx) & Steve Lukater (Toto)
09. Comfortably Numb - Chris Squire (Yes) & Alan White (Yes/john Lennon)
10. Run Like Hell - Dweezil Zappa & Keith Emerson (Elp)
11. Shine On You, Crazy Diamond - Steve Lukater (Toto)
12. Welcome To The Machine - Derek Sherinian (Dream Theater)
13. Set The Controls To The Heart Of The Sun - Psychic Tv
14. Careful With That Axe, Eugene - Nik Turner (Hawkwind)
DISC 3 - Roots, Versions And Relatives:
01. Good Question - Snowy White
02. Celestine - Banco De Gaia Feat Dick Parry
03. Love For Living - Clare Torry
04. See Emily Play - The Chemistry Set
05. Birds Of Paradise - Snowy White
06. Arnold Layne - Ss-20
07. The Music Attracts Me - Clare Torry
08. Who Was It? - Hurricane Smith
09. Oh Babe, What Would You Say? - Hurricane Smith
10. Year Of The Cat - Al Stewart
11. Scream Thy Last Scream - The Green Telescope
12. The Boll Weevil - Pink Anderson
13. Runaway Man Blues - Floyd Council
14. Pink Floyd Interview - Norman "Hurricane" Smith Talks About His Recording Sessions With Pink Floyd



An alternate take on Dark Side Of The Moon
for Rick 1943-2008



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Mais um excelente tributo:






Disc 1
01. Speak To Me - Breathe (In the Air) / voc: Adrian Belew (5:35)
02. Shine On You Crazy Diamond/ voc, g: Steve Lukather (6:51)
03. Welcome To the Machine / voc: Doug Pinnick (7:51)
04. Money / voc: Tommy Shaw (6:23)
05. Have a Cigar / voc: Bobby Kimball (5:17)
06. Run Like Hell / voc: Jason Scheff (5:10)
07. Young Lust / voc: Glen Hughes (4:21)
08. Hey You / voc, b: John Wetton (4:46)
09. Brain Damage / voc: Colin Moulding (3:51)
10. Eclipse / voc: Billy Sherwood (1:50)
11. Us and Them / voc: Jeff Scott Soto (6:20)
12. Any Colour You Like (4:13)
13. Another Brick In the Wall, Pt. 1 / voc, keyb, g, b: Billy Sherwood (3:15)

Disc 2
01. Another Brick In the Wall, Pt. 2 / voc: Fee Waybill (4:01)
02. Comfortably Numb / voc, g: Billy Sherwood (6:53)
03. The Great Gig In the Sky / voc: C.C. White (4:40)
04. Time / voc, g: Gary Green (7:00)
05. Goodbye Blue Sky / voc, g: Billy Sherwood (2:42)
06. In the Flesh / voc: Adrian Belew (3:05)
07. The Thin Ice / voc, fl: Ian Anderson (2:32)
08. Mother / voc, b: John Wetton (6:01)
09. Echoes / Alien Sex Fiend (5:45)
10. Obscured By Clouds / Ummagumma (7:02)
11. On the Run / Larry Fast, Alan White (3:18)
12. Set the Controls For the Heart of the Sun / Psychic TV (8:55)
13. Careful With That Axe, Eugene / Nik Turner (8:35)








Influências do "The Dark Side of the Moon" do Pink Floyd

O Dark Side pode ser considerado um marco na música, no Rock. O álbum estava muito evoluído para a época que foi lançado (1973). É considerado por muitos críticos e fãs dos Pink Floyd como sendo a obra prima da banda. O álbum é uma ponte entre o blues rock clássico e a nova (na época) música electrónica. No entanto são os tons mais suaves e as nuances líricas e musicais que fazem com que este álbum seja uma obra à parte. E esta qualidade musical influenciou todos os gêneros, todos os músicos de antes e agora.
As influências do Dark Side se extendem até hoje, e em todos os tipos e gêneros musicais. O Valvulado traz uma série de influências, desde o Jazz até a música paraense desta obra prima musical.


 Cover feito pelo Dream Theater, uma grande banda de Heavy Metal Progressivo (Prog Metal). Esta banda simplesmente adora Pink Floyd e no Dvd desse show o baterista Mike Portnoy aparece completemente emocionado, tocando as músicas do Dark Side.




Dark Side tocado magistralmente em Jazz.




Tributo Dub Reggae ao Dark Side, direto da Jamaica.






Grande homenagem da banda Flaming Lips, estilo indie rock / pós-punk. O Flaming Lips é conhecido por seus arranjos psicodélicos e cheios de camadas, suas letras viajantes e títulos de músicas bizarros. São também aclamados por seus shows elaborados, incluindo roupas de animais, bonecos, projeção de vídeos e complexas configurações de iluminação de palco. Em 2002, a Q Magazine nomeou o grupo Flaming Lips como "Uma das 50 bandas para ver antes de morrer".





Em 2006, a cantora Mary Fahl - ex-vocalista da banda October Project - gravou um álbum em que criou uma releitura do clássico "Dark side of the moon" do Pink Floyd.  Por motivos obscuros, esse álbum  jamais foi lançado oficialmente. Uma homenagem Pop Rock. 




Um álbum surpreendente, que é um tributo ao clássico do Pink Floyd, com a particularidade de ser totalmente cantado à Capella - oito vozes e um percussionista vocal.



 
E, para finalizar, a homenagem brasileira ao Dark Side of the Moon.
Uma homenagem com um sabor salgado e bem peculiar. Um dos maiores discos da história do rock, o antológico The Dark Side of the Moon, do Pink Floyd, recebe uma nova interpretação toda à base da guitarrada paraense, com o carinhoso título de Charque Side of the Moon – em Belém, o charque é a carne bovina salgada preparada para um banquete (em outras regiões conhecida como “Carne-de-sol”) que também denomina, carinhosamente, a genitália feminina.
Luiz Félix, guitarrista e vocalista da banda La Pupuña – e um dos mais fervorosos fãs da banda inglesa – resolveu dar à obra o seu olhar particular sobre o disco de 1973. “A idéia era manter a concepção do disco todo, mas dar a ele um sotaque paraense”, conta o músico, que trabalhou durante 45 dias trancafiado no estúdio do parceiro Fabrício Jomar, co-autor da obra.
Adaptado de http://musicaparaense.blogspot.com.br/2008/04/charque-side-of-moon.html .


Mais um, que saiu depois deste post:





O terceiro CD se chama "Yes - Playing their favorite songs', e lógico que tem o Dark Side. Ouvir o YES tocando Pink Floyd é demais...

1. Yes - Breathe (4:41)
2. Yes - Money (6:22)
3. Yes - Brain Damage (3:28)
4. Yes - Comfortably Numb (6:52)
5. Yes - The Great Gig In The Sky (4:39)
6. Yes - In The Flesh? (3:04)
7. Yes - Los Endos (5:59)
8. Yes - Us And Them (7:34)
9. Yes - On The Run (3:16)
10. Yes - Goodbye Blue Sky (2:41)
11. Yes - Eclipse (1:49)
12. Yes - More Than A Feeling (4:39)


Mais uma, olha só quem está tocando o Dark Side, quase na íntegra:


Dark Side of the Mule (3 CDs Bootleg)


Mais um tributo de Jazz ao Pink Floyd e ao Dark Side:



01. Stella Starlight Trio – Another Brick in the Wall (Part 2) (2:45)
02. The Cooltrane Quartet – Breathe (In the Air) (2:37)
03. Michelle Simonal – Time (3:44)
04. George White Group – Money (2:54)
05. Shirley Adamson – Us and Them (3:51)
06. 48th Collective – Shine on You Crazy Diamond (2:42)
07. Celso Mendes – Wish You Were Here (3:28 )
08. Mandy Jones – Mother (3:58 )
09. Jazzystics – Learning to Fly (3:21)
10. Dinah York – On the Turning Away (3:54)
11. Les Crossaders – See Emily Play (2:39)
12. The Bryan J. White Trio – Run Like Hell (2:37)





Tower of Power - The Best of (2001)

Tower of Power é uma banda de soul funk formada em Oakland, Califórnia. Som para ouvir e dançar...
Palhinha ( http://youtu.be/SN8pWdZhVaM ).

S.O.S Band - The Best of (1995)




A SOS Band foi originalmente formada em 1977. O tecladista e vocalista Jason Bryant, os saxofonistas Billy Ellis e Willie Killebrew, o guitarrista Geno Speight, o baixista John Simpson, o baterista James Earl Jones III e a maravilhosa vocalista Mary Davis formaram inicialmente um grupo chamado Santa Monica que tocava bastante na região de Atlanta, num clube noturno chamado Regal Room. Soul Funk que vale uma palhinha ( http://www.youtube.com/watch?v=OMoqw91FYSM&feature=fvst ).

Paulo Freire - Rio Abaixo Viola Brasileira



Revelação Instrumental do Prêmio Sharp de música, este álbum do cantor, compositor e violeiro Paulo Freire mostra um repertório de canções do norte do estado de Minas, que retratam o verdadeiro som do Grande Sertão.


Mawaca - Pra Todo Canto (2004)




O termo Mawaca (de pronuncia Mauaca), significa cantores-xamãs, que segundo a etnia hausa do norte da Nigéria recorrem ao poder mágico da palavra cantada para atrair o poder dos espíritos. Esse nome foi escolhido logo no início da formação do grupo e só depois de algum tempo é que os integrantes descobriram que o termo, com algumas variações na escrita, estava presentes no léxico de outras línguas. O mesmo termo na língua japonesa pode significar canto sagrado, canto harmônico. Para uma tribo de índios do Xingu, são os mensageiros entre as aldeias. É o nome de uma comunidade indígena vive nas margens do rio Orinoco e que praticava a antropofagia e é também o nome de um lugar sagrado de aguas andinas.


Formado por sete cantoras que interpretam canções em mais de dez línguas, são elas: línguas indígenas brasileiras, espanhol, búlgaro, finlandês, japonês, húngaro, swahili, grego, árabe, hebraico, ioruba e português. Além das cantoras o Mawaca é formado por um grupo instrumental também bastante diverso, tocando instrumentos como: acordeom, violoncelo, flauta, violino e sax soprano, baixo, além dos instrumentos de percussão como as tablas indianas, derbak árabe, djembés africanos, berimbau, vibrafone, pandeirões do Maranhão e marimba.

Orquestra Mediterrânea (2005)





Este disco foi lançado em 2005 pelo selo SESC SP. A gravação foi feita em uma apresentação ao vivo no teatro do SESC pinheiros em agosto de 2005 com 21 músicos de 12 diferentes nacionalidades incluindo 7 músicos brasileiros (França, Itália, Espanha, Marrocos, Líbano, Grécia, Sérvia, Turquia, Romênia, Uruguai, Peru e Brasil). O som reúne músicas populares e até folclóricas dos diversos países tocadas em conjunto com um toque de cada cultura e com arranjos originais da orquestra, sem tirar as caracteriísticas originais de cada tema, sob a regência de Lívio Tragtenberg, Magda Pucci e Carlinhos Antunes.A formação da orquestra, que mistura instrumentos tradicionais com outros, típicos do país de cada músico, é inédita, assim como o repertório, composto por músicas populares desses países, num ecletismo que vai do jazz ao gawa (música de transe hipnótico da região do Marrocos).

domingo, 13 de maio de 2012

Santana - Blues for Salvador (1987)




Blues for Salvador é um álbum solo lançado em outubro de 1987 pelo guitarrista Carlos Santana, e dedicado à sua esposa Deborah Santana. O álbum rendeu a Carlos o "Prêmio Grammy de Melhor Performance de Rock Instrumental" de 1989.


O álbum chegou à 195ª posição na parada da The Billboard 200.
Faixas
1."Bailando/Aquatic Park" (Santana, Thompson, Vialto) – 5:46
2."Bella" (Crew, Santana, Thompson) – 4:31
3."I'm Gone" (Crew, Santana, Thompson) – 3:08
4."'Trane" (Santana) – 3:11
5."Deeper, Dig Deeper" (Crew, Miles, Santana, Thompson) – 6:09
6."Mingus" (Crew, Santana, Thompson) – 1:26
7."Now That You Know" (Santana) – 10:29
8."Hannibal" (Ligertwood, Pasqua, Rekow) – 4:28
9."Blues for Salvador" (Santana, Thompson) – 5:57
Músicos:
Carlos Santana - guitarra
Greg Walker — vocais
Chris Solberg — vocais, guitarra, teclados
Raul Rekow - vocais, vocais de apoio, percussão, congas
Buddy Miles — vocais de apoio
Alex Ligertwood - vocais, percussão
Orestes Vilato - vocais de apoio, percussão, timbales, flauta
Armando Peraza - vocais, percussão, bongô
Alphonso Johnson — baixo
Tony Williams — bateria
Graham Lear - bateria, percussão

David Bowie - 1972 - The Rise & Fall of Ziggy Stardust


The Rise and Fall of Ziggy Stardust and the Spiders from Mars é um álbum do músico e ator britânico David Bowie lançado em 1972. O álbum foi aclamado pela revista Melody Maker como o melhor disco dos anos 70.
O álbum conta a história de um alienígena chamado Ziggy Stardust, que vem para salvar a Terra que seria destruída em cinco anos e acaba formando uma banda chamada "Spiders from Mars". Ele se torna uma estrela e acaba cendendo aos exageros do Rock n' Roll. O álbum termina com o suicídio de Ziggy.

Spyro Gyra - 1985 Morning dance


Spyrogyra é uma banda americana de jazz fusion originalmente formada em meados de 1970 na cidade de Buffalo. A música feita pelo grupo americano Spyro Gyra já teve uma série de definições em seus mais de 30 anos de existência. Jazz Fusion, Rock Progressivo, Smoth Jazz, Pop instrumental e o que mais se possa imaginar. Na verdade definir essa banda formada por cinco ‘rapazes’de muito swing é quase impossível.


Jean Pierre Rampal & Claude Bolling- Suite for Flute and Jazz Piano Trio (1975)



Ouvi este vinilzão muitas vezes com o Brother Vini em sua padaria. Bons tempos, bons amigos, boas lembranças através da música...
Suite For Flute And Jazz Piano foi composta por Claude Bolling e gravada em 1975 pelo seu trio (piano, baixo acústico e bateria) e o flautista francês Jean-Pierre Rampal (1922-2000).
A suite é formada por 7 peças onde o compositor mistura com maestria música clássica com jazz. Nos dois últimos videos, além da música tem também o quarteto ensaiando. Uma obra prima de composição e execução.

sábado, 12 de maio de 2012

Grand Funk Railroad - Shinin On (1974)








Grand Funk Railroad (ou simplesmente Grand Funk) é uma banda de rock da década de 1970, descoberta em 1969 no Atlanta Pop Festival, que chegou a ser uma grande sensação do rock para os jovens no final dos anos 60 e começo dos anos 70. O grupo Grand Funk Railroad nasceu em 1964, na cidade de Flint, Michigan, Estados Unidos, quando quatro amigos se juntaram para formar uma banda. Seu nome original era Jazzmasters e não tocavam jazz como o nome sugere, "mestres do Jazz", mas faziam um rock'n roll tão alto quanto seus amplificadores podiam suportar. Era formado por: Mark Farner, guitarra e vocal; Don Brewer, bateria e vocal; Craig Frost, órgão e piano e Don Lester baixo elétrico.

Stray Cats - 1980 - Stray Cats

Stray Cats foi uma das bandas que mais fez história nas décadas de 80 e 90. Sua maior inovação foi "desenterrar" clássicos dos primódios do rock e reinventá-los de modo simples e pulsante. Tão logo começaram, não deram em nada em sua terra natal. Sua grande chance veio mesmo quando decidiram se mudar "de mala e cuia" para a Inglaterra e por lá consolidarem um estilo que até então era restrito a círculos: o neo-rockabilly.
Formada por Brian Setzer (guitarra), Lee Rocker (rabecão) e Slim Jim Phantom (bateria), essa trupe fez e continua fazendo muito barulho. Em '89 vieram para o Brasil e suas apresentações são lembradas até hoje por todos que presenciaram. Inclusive, a própria TV Gazeta de São Paulo veiculava à exaustão o clipe de "Stray Cat Strut".
Adaptado de http://colunasdomax.blogspot.com.br/2009/07/straycatsandsjp.html .

Weather Report - 1971 - Weather Report


O local de nascimento do Weather Report foram as sessões de gravação e preparações para os trabalhos de Davis, ‘In A Silent Way” e “Bitches Brew”. Os caminhos do pianista Joe Zawinul e do saxofonista Wayne Shorter, os fundadores do Weather Report, já tinham se cruzado na banda do Maynard Ferguson.

Os músicos originais do WR, além de Shorter e Zawinul, eram o baixista Miroslav Vitous, o percussionista Airto Moreira e o bateirista Alphonse Mouzon. Os outros integrantes da banda foram entre outros, Eric Gravatt, Omar Hakim,Victor Bailey , Alfonso Johnson, Dom Um Romão e Peter Erskine. Depois dos fundadores, o mais famoso foi o virtuoso baixista Jaco Pastorius.

Apesar dos problemas pessoais, o que se percebia era o declínio de Shorter em suas músicas e na banda. O Weather Report permaneceu como uma força por mais de 15 anos (1970-1985). As melhores gravações do Weather Report estão nos discos “Wheather Report”, “I Sing The Body Eletric’ e “Heavy Weather”(o álbum vendeu mais de 400.000 unidades, muito em função do hit "Birdland").

Banda União Black - Banda União Black (2006)



Grupo de soul-music formado no Rio de Janeiro em meados da década de 1970. Conjunto originário do movimento Black Rio, seu único membro fixo era o vocalista Gérson King Combo, sendo os músicos convidados para shows e gravações. No ano de 1977 gravou o disco "Banda União Black", pela Polydor, no qual foram incluídas "Geração black", "A vida", "Só eu e você", "União black", "Black Rio", "Voulez vous", "Melô do bobo", "Abelha africana", "Sou só", "Quando alguém está dormindo", "A família black" e "Laço negro". A banda ficou quase duas décadas sem nenhuma atividade e no ano de 2004, com integrantes originais da primeira formação, participou do disco "Black music Brasil", do qual também fizeram parte Carlos Dafé, Lúcio Sherman, Don Mita, Mariano Brown, Luís Vagner, Valmir Mello, Don Richard e Paulinho de Souza. No CD, lançado pleo selo SomSicam, interpretou três faixas: "Eu pensei" (Bira e Mariano Brown); "Cris vacilou" (Ivan Tiririca, Lula C. Barreto e Cláudio Café) e "Zorra total" (Cláudio Café, Ivan Tiririca e Lula C. Barreto).[fonte]
Vale a pena conferir este álbum excelente da banda União Black. O repertório traz 10 faixas com o melhor do estilo, incluindo "Everyone´s a Winner", "Na Palma da Mão" e "Yeah Yeah Yeah", alguns dos destaques.
Faixas:
1. Everyone´s a Winner
2. Yeah Yeah Yeah
3. Africa Hot Band
4. Tudo Azul
5. Melô do Lula
6. Been So Long
7. Escorpião
8. Astral
9. Na Palma da Mão
10. Cris Vacilou

http://quintalcultural.blogspot.com.br/2007/10/banda-unio-black-banda-unio-black-2006.html
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