Música de todos - Música para todos.
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OS MUNDI was located in Berlin. Two forerunners are to point out, the first named SAFEBREAKERS covered TOP 40 songs and later on ORANGE SURPRISE with own material and also producing film music. Four musicians started in 1970 with the new band name: Udo Arndt (guitar, vocals), Christoph Busse (drums, vocals), Dietrich Markgraf (flute, sax) and Andreas Villain (bass). Their first album 'Latin Mass' was produced for the Metronome label. OS MUNDI tried to convert a catholic mass into Psychedelic/Heavy Rock provided with a dark atmosphere and a rough production. Above all the latin lyrics are characteristic and unique. Wolfgang "Buddy" Mandler (drums, percussion) and Raimund "Mikro" Rilling (cello, bass) later joined the band to produce the second effort '43 Minuten' followed by female Jazz and Pop vocalist Ute Kannenberg. Influences of the new members are well recognizable. Their next album from 1972 is differing to the forerunner prefering more Symphonic and Jazz Rock elements whereas the song 'A Question Of Decision" is known to be the masterpiece.
The band failed producing new albums afterwards but existed until 1975 involving more and more musicians. So OS MUNDI can be considered as one of the first rock big-bands with more than 10 members at once. From 1975 on to 1980 the band gave one sold out revival concert a year at the famous Berlin 'Quartier Latin'. This performances were appointed with a strong Jazz Rock orientation. Some recordings of the band's late phase are taken for a 2004 production named 'Os Mundi'. Finally in 2007 the compilation 'Sturmflut' featuring Harald Skorepa (keyboards) was released by Schneeball Production. This album contains a live track including the follower Free Jazz band OHPSST.
Many of the former band members are still working in the music business.
Sá e Guarabyra é uma dupla musical brasileira formada em 1973 pelos compositores e cantores Luíz Carlos Pereira de Sá (Rio de Janeiro, 15 de outubro de 1945) e Guttemberg Nery Guarabyra Filho (Barra, Bahia, 20 de novembro de 1947). O primeiro sucesso de Guttemberg Guarabyra veio em outubro de 1967, quando fica em primeiro lugar no Festival Internacional da Canção com a música "Margarida" apresentada com o Grupo Manifesto, do qual fazia parte. Já Luiz Carlos Sá teve seu primeiro grande sucesso gravado por Pery Ribeiro em 1966, "Giramundo". Eram artistas solo até os dois formarem, juntamente com Zé Rodrix (que antes era do grupo Som Imaginário), a banda de rock rural Sá, Rodrix e Guarabyra, que alcançou o sucesso a partir de 1971, gravando dois LPs pela Odeon — Passado, presente e futuro e Terra 2 — e se apresentaram, em julho de 1972, em um espetáculo no Teatro Opinião, no Rio de Janeiro, seguido de espetáculos e aparições na televisão. Nessa época, Sá e Guarabyra receberam prêmios de publicidade pelo jingle "Só Tem Amor Quem Tem Amor pra Dar", criado para a Pepsi.
Em 1973, Zé Rodrix separou-se do grupo, e então a formação passou a ser Sá & Guarabyra em definitivo. Gravariam ainda pela Odeon os LPs Nunca (1973) e Cadernos de viagem (1975). A dupla fez grande sucesso nas décadas de 1970 e 80, com as canções "Dona" e "Espanhola", esta última composta com Flávio Venturini, em 1976. Outro sucesso foi a canção "Verdades e Mentiras", uma entre as 100 canções mais tocadas nas rádios do país no ano de 1985 4 , após ter sido incluída na trilha sonora da telenovela Roque Santeiro da Rede Globo.
Para sonorizar esta história, segue primeiro um álbum com Sá, Rodrix e Guarabira:
O quinto LP de Sá e Guarabyra (e sétimo, contando com os dois do trio Sá, Rodrix e Guarabyra), lançado há algumas semanas pela RCA, é exatamente uma retrospectiva destes dez anos de carreira. Chama-se 10 Anos Juntos e foi gravado ao vivo durante as cinco apresentações da dupla no final de outubro do ano passado (1982) em São Paulo. Muito sintomaticamente, o show que resultou no LP não foi apresentado no Tuca, no Pixinguinha ou em qualquer outro dos teatros dos bairros nobres de São Paulo, mas no Paulo Eiró, teatro simples, da Prefeitura, em um trecho barulhento de Santo Amaro (“O Brasil é muito mais do que qualquer zona sul…”). Diante de uma casa lotada, com a platéia ocupando todos os espaços, inclusive dos corredores, Sá e Guarabyra contaram histórias de suas vidas e carreiras e apresentaram músicas de antes e depois de 1972, ano em que começaram a trabalhar juntos.
Das várias composições que apresentaram, escolheram 11 para compor o LP – o qual, fazem questão de dizer no encarte, não tem adicionais de estúdio e reproduz fielmente o que foi apresentado no espetáculo. (O ouvinte não perde nada com isso: a qualidade de som é muito boa). Para a legião relativamente pequena, mas muito fiel, dos admiradores da dupla, é um disco imprescindível – mesmo porque nada garante que daqui a uns dois anos ele ainda possa ser encontrado em qualquer loja. Para quem não conhece bem o seu trabalho, é uma experiência no mínimo agradável.
As vozes são gostosas, afinadas, corretas, simpáticas; as interpretações são sensíveis, às vezes comoventes (Luís Carlos Sá consegue a proeza de regravar uma música que ficou muito conhecida na voz de Milton Nascimento e fazer-nos até esquecer da versão do grande cantor, na faixa “Caçador de mim”, de Sá e Sérgio Magrão). Os arranjos são simples, nada grandiosos ou grandiloqüentes, e muito bem cuidados; o acompanhamento, do conjunto Ponte Aérea, que há cinco anos toca com a dupla e até já gravou um LP solo, é muito bom (nada mais que guitarras, baixo, teclados e bateria, com o acréscimo de violas e violões tocados por Sá e Guarabyra).
E as canções são, todas, no mínimo gostosas, agradáveis (até mesmo as mais fracas, como “Dança o atrevido”, bela melodia para uma letra muito pobre), às vezes inteligentes e sensíveis (como “Vem queimando a nave louca” e “Sete Marias”), às vezes brilhantes (como “O Pó da Estrada”, “Dona”, do último festival da Globo, e “Sobradinho”). Uma bela lição de simplicidade, coerência e competência. E mais uma bela prova de que o Brasil – felizmente – é muito mais do que qualquer zona sul.
( Este texto foi publicado na revista Ato, na edição de março/abril de 1983.)
Sá e Guarabira foram músicos muito presentes na época em que fiz faculdade, em Jaboticabal. Tocaram em todos Festivais de Música da SECITAP, na saudosa Concha Acústica, e participaram de algumas festas nas Repúblicas. Há uma lenda que diz que a música DONA, foi inspirada por uma bela estudante de Veterinária...
Concha Acústica de Jaboticabal-SP
E para finalizar, um solo de Zé Rodrix, no auge do Rock Rural;
Bob Dylan (nome artístico de Robert Allen Zimmerman; Duluth, 24 de maio de 1941), nasceu no estado de Minnesota, neto de imigrantes judeus russos, aos dez anos de idade Dylan escreveu seus primeiros poemas e, ainda adolescente, aprendeu piano e guitarra sozinho. Começou cantando em grupos de rock, imitando Little Richard e Buddy Holly, mas quando foi para a Universidade de Minnesota em 1959, voltou-se para a folk music, impressionado com a obra musical do lendário cantor folk Woody Guthrie, a quem foi visitar em Nova York em 1961. Em 2004, foi eleito pela renomada revista Rolling Stone o 7º maior cantor de todos os tempos e, pela mesma revista, o 2º melhor artista da música de todos os tempos, ficando atrás somente dos Beatles, e uma de suas principais canções, "Like a Rolling Stone", foi escolhida como a melhor de todos os tempos.1 Influenciou diretamente grandes nomes do rock americano e britânico dos anos de 1960 e 1970. Em 2012, Dylan foi condecorado com a Medalha Presidencial da Liberdade pelo presidente dos Estados Unidos, Barack Obama.
Após seu divórcio em 1977, da esposa Sara Lownds, com quem era casado desde 1965, Dylan viveu uma grande crise pessoal, que refletiu-se em seu trabalho artístico. Depois de uma turnê mundial em 1978, em parte registrada no duplo ao vivo "At Budokan" (gravado no Japão), ele voltou-se para a música gospel, após converter-se ao cristianismo e filiar-se a uma igreja. Foi o período mais controverso e polêmico de sua carreira, principalmente por Dylan afastar-se de seu repertório clássico e investir em canções com temática cristã. Nesta nova fase, surpreendeu seus antigos fãs e se apróximou de músicos do segmento cristão, como Larry Norman , Chuck Girard e Keith Green, em cujo álbum "So You Wanna Go Back to Egypt" chega a gravar uma participação com sua harmônica. Mais importante do que isso, motivado por sua nova espiritualidade, Dylan gravou três álbuns: "Slow Train Coming" (1979) considerado o mais inspirado dos três, deu a Dylan um Grammy de melhor vocal masculino, pela canção "Gotta Serve Somebody". O segundo álbum, "Saved" (1980), teve uma recepção menos entusiasmada, embora na opinião de Kurt Loder da Rolling Stone este álbum fosse superior ao primeiro 48 . "Shot of Love" (1981) encerra a fase cristã de Dylan. A despeito da intolerância das críticas à época do seu lançamento, em 2003, o conteúdo das músicas de "Gotta Serve Somebody" foi depurado, revisitado e redimido por nomes como Shirley Caesar, Helen Baylor, Chicago Mass Choir e outros representantes da música afro-americana, em "The Gospel Songs of Bob Dylan", um CD que se desdobrou em indicação para o Grammy e em documentário (2006) sobre esta fase. O jornal International Herald Tribune declarava que a interpretação afro-americana levava a música de Dylan a um outro patamar. E é esta fase de Dylan que queremos sonorizar aqui no Valvulado...
Slow Train Coming é o décimo nono álbum de estúdio do cantor Bob Dylan, lançado a 20 de Agosto de 1979. O disco atingiu o nº 3 do Pop Albums. Com o single "Gotta Serve Somebody", Dylan ganhou um Grammy Awards na categoria "Best Rock Vocal Performance by a Male" em 1980.
Bob Dylan - 1980 Saved
Saved é o vigésimo álbum de estúdio do cantor Bob Dylan, lançado a 23 de Junho de 1980. O disco atingiu o nº 24 do Pop Albums.
Bob Dylan - 1981 - Shot of Love
Shot of Love é o vigésimo primeiro álbum de estúdio do cantor Bob Dylan, lançado a 10 de Agosto de 1981. O disco atingiu o nº 33 do Pop Albums. O vocalista dos U2, descreveu Shot of Love como um dos seus discos favoritos, devido à capacidade de canto do artista.
In 1969, Lou Adler was one of the hottest producers and songwriters in Los Angeles, having worked with the Mamas and the Papas, Carole King, Sam Cooke, Johnny Rivers, the 5th Dimension, Spirit, and many others. Struck by the melodic influences of vintage gospel music in the songs of Bob Dylan, Adler was inspired to bring together some of the best session vocalists in California - nearly all of whom had a background in gospel - and make an album that cast some of Dylan's best-known songs in a brand new light. Dylan's Gospel, credited to the Brothers and Sisters of L.A., was the result, with Merry Clayton, Gloria Jones, Clydie King, Edna Wright, Patrice Holloway and many others bring heart, soul, and gospel fervor to tunes like "I Shall Be Released," "Chimes of Freedom," "My Back Pages," "Mr. Tambourine Man," and more.
Antes de começar a falar do Ayreon, permitam-me partilhar algo de minha vida pessoal. Entre 1990 e 2000, nos anos que me formei, fiz Pós Graduação e comecei a trabalhar, quase não ouvi músicas novas. Por falta de tempo, ou por uma momentânea falta de interesse, passei uma década agarrado aos meus velhos álbuns de faculdade e pré-universitários. Não sei explicar porque... assim que tive meu primeiro Lap top, e acesso a internet, comecei compulsivamente a procurar músicas, a me atualizar, pois ainda escutava no carro, minhas queridas fitas K7, gravadas uma década antes... Um dos primeiros sites em que me atualizei, foi o Prog Archives, onde pude realmente "estudar" o que estava acontecendo em um dos meus estilos favoritos de música. E percebi que o velho Prog, havia evoluído, e MUITO. Foi em uma destas pesquisas musicais que descobri o Ayreon...
Ayreon is a musical project by Dutch songwriter, singer, multi-instrumentalist musician and record producer Arjen Anthony Lucassen. Ayreon's music is mostly heavy metal and progressive rock but combines them with genres like folk, classical and electronica. The majority of Ayreon's albums are dubbed "rock operas" (or "metal operas") because the albums contain complex storylines featuring a host of characters, usually with each one being represented by a unique vocalist.
Ayreon's music is characterized by the use of traditional instruments in rock music (guitars, bass guitar, drums, analogue synthesizers, electric organs) mixed with instruments more native to folk and classical music (e.g. mandolins, violins, violas, celli, flutes, sitars and didgeridoo). Lucassen writes the music and the lyrics, sings and plays most of the instruments on all of the Ayreon albums, alongside many guest musicians. His most regular collaborator is drummer Ed Warby. In addition, flute player Jeroen Goossens has featured on every Ayreon-release since 2004's "The Human Equation". Due to its particular nature, Ayreon never play live; however, several Ayreon songs were included in two live albums by other Lucassen's bands: Live on Earth by Star One and Live in the Real World by Stream of Passion.
Principalmente a partir de 2012, várias discussões se iniciaram sobre a legalização da Maconha. Acompanho curioso, para ver onde isto vai chegar. Fiquei muito surpreso com as "liberações" nos Estados de Colorado e Washington dos Estados Unidos, e da postura única e original do Uruguai. Esperava esta ação liberatória em países da Europa, principalmente na Holanda, e não nas Américas. Mas está acontecendo... A erva maldita, a erva do diabo está sendo discutida, seus paradigmas e preconceitos desafiados e principalmente, tendo seus estereótipos drasticamente alterados. Médicos, educadores, políticos estão nesta luta, alterando a imagem antiga dos tresloucados, rastafaris e hippies de outrora.. Existem defesas e declarações movidas simplesmente para o uso recreativo, porém as que realmente podem mudar e que questionam o posicionamento da sociedade, é o uso medicinal.
Foto da Revista HAZE
A discussão atingiu a mídia, e há vários tipos de informação... Tanto sobre os malefícios como sobre os benefícios. Há apologias e também muito preconceito. E tudo isso, toda essa discussão já está acessível para qualquer cidadão que queira se informar. Tanto revistas de assuntos cotidianos, como um pouco mais científicas e até especializadas estão trazendo um grande conhecimento, divulgando estudos e discutindo mitos e verdades. Sinceramente, acho isso uma grande evolução de todos os setores prós e contras, e gostaria de ver outros assuntos polêmicos sendo tratados desta forma. Lógico que há, como sempre, os defensores/contraditores do assunto do momento, buscando alguma notoriedade na mídia, mas o saldo disto tudo é altamente positivo. Buscar a opinião baseado em fatos, ter uma opinião racional (e não tanto passional), eleva o nível da discussão.
A maconha sempre teve um affair com a música. Já na década de 30, uma famosa declaração uniu a música com a erva:
“There are 100,000 total marijuana smokers in the US, and most are Negroes, Hispanics, Filipinos, and entertainers. Their Satanic music, jazz, and swing, result from marijuana use. This marijuana causes white women to seek sexual relations with Negroes, entertainers, and any others.” – Harry J. Anslinger, Director, Bureau of Narcotics in the 1930’s
Desde os enfumaçados Jazz Clubs da década de 30, passando pelos Beatles e Bob Dylan na década de 60, o movimento Hippie, Bob Marley, Woodstock, Hip Hop... Muitos movimentos musicais e excelentes músicas estiveram relacionadas com a Marijuana.
Enquanto os governos, a sociedade (o que nos inclui) debatem sobre o assunto na esfera da regulamentação, não existem dúvidas entre a relação da maconha com a musica... Jazz, Reggae, Rock, Psychedelic Rock, Prog Rock, Country, Hip Hop, Pop Rock, quase todos os gêneros tiveram seus momentos canábicos. Vale a pena dar uma ouvida em algumas músicas que selecionamos para registrar estes momentos:
The Pot Songs é uma coletânea realizada nas principais listas encontradas na Internet para "The Best Weed & Pot Songs". Como os gêneros encontrados são muito variados, dividimos em dois álbuns, sendo que o primeiro inclui canções mais novas no estilo Hip Hop, Pop Rock, Ska (Afroman, Black Uhuru, Ice Cub, Rita Marley, Redmen, entre outros). O segundo álbum inclui um rock mais clássico, um som mais década de 70, ou neste estilo... Mais cru e mais Rock (Bob Dylan, Bob Marley, Peter Tosh, Black Sabbath, Steppenwolf, Wishbone Ash, Janis Joplin, e os brasileiros Bezerra da Silva e Planet Hemp).
Um Classic Rock dos anos 70, com músicas de autoria de Gary Wilkinson e Bob Randall, exceto "Take It Easy", composta por Tony Rodriguez, e "It's Only Rock 'N' Stock", composta por Lonnie Gasperini, Tony Rodriguez, Gary Wilkinson e Bob Randall. A banda não é muito conhecida, o sonzinho é legal e fizeram uma capa muito ousada para a época. Vale o registro e a audição. Imagine nos anos 70 você andando por aí com um vinilzão desse debaixo do braço... Bandeira total. Uma geral em cada esquina...
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Sebos dos Anos 80
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