domingo, 25 de setembro de 2011

Classicos do Rock



Domingão é dia de som novo no Valvulados.





Aqualung chegou à 7ª colocação das paradas de álbuns pop da Billboard. O single "Hymn 43" ficou em 91° lugar nas paradas de singles pop da mesma publicação. O primeiro lado do LP contém uma série de temas com seis personagens, incluindo indivíduos de reputação questionável (o personagem-título "Aqualung" e "Cross-Eyed Mary") e duas passagens autobiográficas, incluindo "Cheap Day Return", composta por Ian Anderson quando retornava de uma visita a seu pai, então seriamente doente. A mensagem contida nas letras do lado-B são em geral descritas como "pró-Deus, mas antiigreja", e afirmam que a religião organizada pode na verdade restringir o relacionamento de uma pessoa com seu Deus, ao invés de melhorá-lo. Em uma entrevista lançada em Aqualung Live (2005) Anderson refutou as especulações de que este seria um álbum conceitual. Aqualung está na lista dos 200 álbuns definitivos no Rock and Roll Hall of Fame.





O ano era 1972. O Deep Purple estava no auge de sua carreira, graças principalmente à mudança de estilo que coincidiu com a mudança em sua formação três anos antes, com a entrada de Ian Gillan nos vocais e Roger Glover no baixo. A musicalidade da banda fluiu como nunca, incorporando peso e técnica na medida certa. Em pouco tempo, a banda havia lançado uma obra prima após outra: “In Rock” (1970), “Fireball” (1971) e, principalmente, “Machine Head” (1972). E durante a tour deste último, no Japão, foram registrados, pelo engenheiro de som Martin Birch, quatro shows que serviriam de base para um álbum ao vivo. Da primeira apresentação quase nada se aproveitou, dada a timidez dos músicos com o fato de estarem sendo gravados. Tal timidez desapareceu na segunda noite, e a perfomance elétrica de sempre tomou conta do palco. Nascia “Made In Japan”, que inicialmente seria lançado apenas em terras nipônicas, mas dada a qualidade inegável das gravações, acabou sendo lançado também no resto do mundo para a felicidade geral da nação rockeira. Versões arrasadoras de “Child In Time”, “Highway Star”, “Lazy” e, principalmente, “Smoke On The Water” ajudam a compor este, que na opinião de muitos especialistas, é o álbum ao vivo definitivo na história do rock and roll. A versão mais recente em CD traz a adição de “Speed King”, “Black Night” e a cover de “Lucille”, de Little Richards, servindo para incrementar ainda mais o que já era perfeito.

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