sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Porcupine Tree - Neo Prog Rock...


Porcupine Tree é uma banda britânica formada em Hemel Hempstead, Hertfordshire, Inglaterra. É o projeto musical de maior sucesso e projeção do músico Steven Wilson, como evidenciado pela popularidade da banda. É constituída por uma mistura de rock progressivo, rock psicadélico, experimentalismo avant garde e heavy metal. Apesar disso, o vocalista Steven Wilson não possui a mesma opinião. Ele cita que a música de sua banda é muito simples, sem elementos complexos. A complexidade está na produção, na maneira como os álbuns são construídos.


Em 1987, o Porcupine Tree começou como um projeto solo de Steven Wilson, e, de certo modo, nasceu como uma brincadeira. Wilson cita que foi iniciado logo quando ele possuía dinheiro suficiente para comprar seu próprio equipamento para estúdio. Também diz que quando você possui um estúdio em casa você faz coisas que não faria quando paga para usar um estúdio profissional, justamente pela falta de tempo disponível. No início de 1989, Steven classificou algumas de suas gravações para compilar uma fita de oitenta minutos intitulada Tarquin's Seaweed Farm, que era acompanhada de um encarte de 8 páginas com informações sobre membros obscuros da banda, como Sir Tarquin Underspoon, Timothy Tadpole-Jones e Linton Samuel Dawson. Wilson enviou cópias da compilação para pessoas que ele julgava interessadas no projeto. Uma delas se dirigiu a revista britânica underground Freakbeat, dirigida por Richard Allen e Ivor Trueman. Desconhecidos de Steven na época, eles estavam em processo de criar seu próprio selo musical. Apesar de terem feito críticas negativas ao álbum na revista, eles convidaram o Porcupine Tree para contribuir em uma música para seu primeiro lançamento, um álbum de compilações dos melhores grupos de música psicodélica no meio underground.


Em 1990, Wilson pode tornar a música sua carreira, quando seu outro projeto No-Man assinou contrato com gravadoras de respeito. Este projeto recebeu boas críticas da imprensa. Livre de seu antigo trabalho, Steven começou a distribuir a música do Porcupine Tree através da fita sucessora, The Nostalgia Factory, acompanhado novamente de livretos com uma história imaginária sobre a banda e outras informações de fantasia. As fitas provocaram interesse no meio underground. Logo depois, Steven foi convidado pelo novo selo para ser um dos primeiros artistas a assinar contrato com a Delerium. O convite original era para relançar as duas primeiras fitas em um álbum duplo, mas Steven decidiu compilar o melhor material em um álbum que se tornou o On the Sunday of Life.... O resto do material se tornou uma edição especial intitulada Yellow Hedgerow Dreamscape.
 

A partir de dezembro de 1993 a banda começou a se apresentar em shows com Steven na voz e guitarra, Colin Edwin no baixo, Chris Maitland na bateria e Richard Barbieri no teclado. Todos os três novos membros do grupo trabalharam com Steven em vários projetos antecedentes. Essa nova formação formou uma boa química, como ilustrada posteriormente pelo álbum Spiral Circus, em 1997. Lançado em 1995, o terceiro álbum da banda The Sky Moves Sideways se tornou um sucesso entre fãs do progressivo, com a banda sendo ovacionada com o Pink Floyd dos anos 1990. O álbum era uma experimentação melódica do rock.  A partir daí, Porcupine Tree lançou grandes álbuns e apresentamos alguns exemplos a seguir:























14 comentários:

  1. Com toda a sinceridade, acho o Steven Wilson superestimado. Acho que ele deve sentir o mesmo. (rsrs) Concordo com ele que a música do Porcupine Tree é relativamente simples. Porém, é um simples bem trabalhado e sofisticado. Definitivamente não é simples e ruim como o pop insosso ou açucarado que toma conta das rádios há tanto tempo. E claro que simples, também, em comparação com Genesis, King Crimson, Yes e outros tantos.
    Apesar dessa declaração acima, não quero dizer que o Porcupine Tree seja ruim, muito pelo contrário, pois tem muitas e muitas músicas totalmente excelentes, tanto as mais viajantes quanto as com uma pegada mais pop ou rock ou heavy.
    Eu também não classifico o som da banda como neo-prog, porque tá mais pra psicodélico, space e experimental, principalmente no começo, tendo evoluído também para crossover prog e heavy prog, mas sem perder as características psych e space, mas já sem tantos experimentalismos.
    Digno de nota na banda é o tecladista Richard Barbieri, fundador de uma das bandas mais interessantes (e, de certo modo, obscura) dos anos 80, o Japan, onde cantava o também excelente David Sylvian.
    Achei interessante a sua escolha dos discos postados. Na minha opinião, todos os discos entre The Sky Moves Sideways e Deadwing (com esses incluídos) são simplesmente obrigatórios na coleção de discos de todos aqueles que adoram música, em especial rock progressivo.
    Valeu!!

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    1. Ok, Maddy. I respect you, but I Want Secret Cinema, Dreaming of my past. Please...

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    2. Graaaaaande MAAAAAADDY Lee... Muito bom te ver aqui. O Pantano está na minha lista de Blogs Fantasma (autoriza?).

      Concordo que o Steven Wilson não é Gilmour, Howe ou Fripp, mas criou umas músicas demais e fez uma sonzeira. Surgiu em uma época que não havia muita coisa nova(de qualidade) e se destacou.

      Abraços

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  2. Honorável Maddy Lee... Muito nos honra a sua presença no Valvulados. Concordo com seus comentários, com uma ressalva... Em 2002, quando conheci o Porcupine Tree, achei o som bem diferente, bem original e em um único álbum, as faixas podem ter classificações diferentes de estilos. Gosto do som mais pesado do Porcupine Tree. Estes álbuns são os que mais ouvi, mas tenho álbuns que não gosto...
    Saudaçoes

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  3. Edson e Anonimo, desculpem mas seus comentários foram deletados, não pela falta de humor, nem pela falta de contexto... Simplesmente porque poderiam começar a direcionar a conversa (e emoções) para outros assuntos, já bem resolvidos e bem passados.
    Saudações aos dois.

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    1. em minha defesa, eu não sei de nada... é tudo culpa do Gringo, que aparece uma vez por ano e faz toda a confusão.

      gringo, é brincadeira.

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  4. E aê, El Gringo, tudo na mais perfeita desordem?
    Eu conheci o PT bem tardiamente, como contei quando postei a discografia completa da banda lá no Pântano Elétrico (http://opantanoeletrico.blogspot.com.br/2011/03/porcupine-tree.html). Mas também chapei geral e acabei virando fã. Músicas como Arriving Somwwhere But Not Here, Blackest Eyes, Waiting, Even Less, Shesmovedon, Strip the Soul e Open Car são algumas daquelas que me pego cantarolando e/ou assoviando de vez em quando; até a patroa aqui adora! rsrsrsrs
    Aliás, o trabalho que tive pra upar essa discografia (mais de 50 discos!!) foi um dos motivos para eu me decidir a deixar de ter todos esse trabalho, muito cansativo realmente.
    Tenho frequentado seu blog ultimamente, mas infelizmente não é sempre que dá tempo de comentar; de qualquer maneira, tenho que te parabenizar pelo trabalho que tem feito aqui, que é realmente do jeito que eu gosto: bem eclético e sempre com boas informações.
    Grande abraço!

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    1. Acabei de ver o POST... Realmente dá trabalho tocar os blogs.Meu, deu saudade do Pântano... Mas concordo que cansa. Admiro os caras que tocam sozinho os blogs. Aqui, temos um grupo, e quando um está cansado e deixando a peteca cair, o outro assume e toca de onde parou.
      Cara, receber elogios do famoso e saudoso Maddy Lee faz o dia de qualquer um... Muito obrigado.
      Um grande abraço

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    2. Maddy Lee, obrigado.

      Gringo, é nóis , mano!

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  5. Porcupine Tree..... Entrou em minha vida no inicio dos anos 90 para não sair nunca mais......

    Por conta de um arquivo de áudio que procurava do Marillion, acabei por escutar uma música totalmente diferente que em nada se parecia com o que eu realmente procurava e confesso que tive muito trabalho para descobrir a banda, mas valeu muito a pena acha-los......

    “In Absentia” é uma obra de arte musical eclética que flerta com diversas tendências musicais sem com isso descaracterizar a identidade da banda.......

    Uma merecidíssima homenagem à banda feita por vocês!!!! Parabéns!!!!

    Um forte abraço a todos da “Tropa de Elite” do VALVULADO!!!

    Gustavo

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    1. PQP!!! Gustavo e Maddy Lee nos comments... estes post já ficou na história.
      Saudações caro Gustavo e um grande abraço.

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    2. Gustavão, post com a sua benção estoura nas paradas!
      Obrigado meu velho.

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  6. Gringo, tô gostando de sua interação. Aproveita e faz um post bonitinho.
    Abraços

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  7. This band is the nearest band to......Pink Floyd in the future....here we go.

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