domingo, 2 de outubro de 2011

Domingão é dia de som, Domingão é dia de ROCK




Não menos controverso, “Live Killers” (1979), do Queen, foi registrado ao longo da tour européia do álbum “Jazz”, mais notadamente na França. As críticas por parte da mídia especializada desta vez se direcionavam à performance morna da banda em muitas canções, fato contestado pelos fiéis seguidores da banda (dentre os quais, este que vos escreve). Outro ponto foram algumas discussões internas e o perfeccionismo da banda, que acabaram por gerar alguns “overdubs” (sempre eles), probleminhas de mixagem em uma ou outra faixa, e a exclusão de alguns temas até então obrigatórios em todos os shows da banda, como a grande “Somebody To Love”, que só foi ter sua primeira versão ao vivo oficial em disco quando do lançamento do CD “Queen On Fire”, gravado em Milton Keynes em 1982. O álbum foi, contudo, responsável pela versão que todos conhecemos de “Love Of My Life”, que se tornou clássico instantâneo nos shows, especialmente no Brasil. E tem ainda “Bohemian Rhapsody”, “Don’t Stop Me Now”, “Brighton Rock” (incluído aí o solo do grande Brian May), a dobradinha “We Will Rock You”/“We Are The Champions”... Apenas anos mais tarde, após o falecimento de Freddie Mercury, com o lançamento póstumo de “Live At Wembley ‘86”, a banda conseguiu unanimidade entre fãs e crítica...




No seu terceiro álbum, o MANOWAR estava realmente honrando o power metal. "Hail to England" tinha algumas das letras extravagantes e a postura já comum da banda, mas a composição e a musicalidade estavam realmente boas. O álbum começa com tudo com a sensacional "Blood of my Enemies" e mantem a qualidade até a épica "Bridge of Death" no final. Esta foi a banda que colocou o poder no power metal.



Esta é a terceira aparição do RAVEN no top 10 em três anos, mas também é sua última. O terceiro álbum era ótimo, mas depois disso a popularidade e qualidade musical deles sumiu. "All for One" mostra os vocais de John Gallagher em alta frequência, e a guitarra de seu irmão Mark em perfeita forma. O New Wave of British Heavy Metal estava se enfraquecendo, mas o RAVEN em 1983 teve seu pico.



Este foi o segundo de três álbuns marcantes lançados em três anos entre 81 e 83. Ele tem o som da banda no seu melhor momento. As músicas combinam o NWOBHM com thrash/speed metal, que seria um gênero que decolaria nos próximos anos. É um álbum poderoso e que sobreviveu bem ao teste do tempo.




O RAVEN fez parte do New Wave of British Heavy Metal, e seu álbum de estreia foi também o melhor deles. Eles sempre foram ofuscados pelos seus contemporâneos, como o IRON MAIDEN e o JUDAS PRIEST, mas o trio britânico soltou alguns álbuns excelentes no início da década. Eles tocavam de maneira rápida e crua, e quase poderiam ser classificados como Speed Metal. Lars Ulrich do METALLICA foi um dos primeiros fãs da banda.




O RIOT era uma banda de metal de Nova Iorque que teve seu início no meio da década de 70. Este álbum foi o melhor deles, e depois dele o vocalista Guy Speranza deixou a banda e eles nunca mais foram os mesmos. É uma banda que nunca teve muito sucesso comercial e muitos fãs de metal não estão cientes da sua existência. O início do catálogo deles merece ser explorado, especialmente este álbum, que é excelente e melódico, com diversos hinos do rock de arena.




O DIAMOND HEAD era uma banda que teve uma forte influência no METALLICA, que depois acabaria por fazer covers de várias de suas músicas. "Am I Evil", "Helpless" e "The Prince" são deste álbum de sete músicas










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