terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Blues Etílicos - Best Brazilian Blues

Mais popular banda de blues brasileira, recordista em público nos shows e em vendagens de CDs no segmento, a banda comemorou 25 anos de carreira em 2010 com o lançamento de seu primeiro DVD: Blues Etílicos ao vivo no Bolshoi Pub. O Blues Etílicos já lançou 10 CDs, abrindo shows para B. B. King, Buddy Guy, Robert Cray, Sugar Blue, Ike Turner, Magic Slim e muitas outras atrações internacionais. A empatia do grupo com o público deve-se à originalidade de compor tanto em inglês quanto português. O vocalista norte americano Greg Wilson confere autenticidade e sotaque correto às canções em inglês. Os solistas de gaita e guitarra, Flávio Guimarães e Otávio Rocha, se destacam nos solos, acompanhados pela cozinha coesa e cheia de swing de Pedro Strasser, na bateria, e Cláudio Bedran, no baixo.




A Banda:
- Greg Wilson - norte-americano, natural do Mississipi. Possui bacharelado em música pela Universidade da Carolina do Sul (EUA). Além de vocalista, toca guitarra e trompete.
- Flávio Guimarães - gaitista referência no blues e rock nacionais,[carece de fontes] atuou como participação especial dos shows de Buddy Guy, Taj Mahal, Magic Slim, Charlie Musselwhite, Sugar Blue e vários grandes nomes do blues norte americano. Gravou com Alceu Valença, Ed Motta, Cássia Eller, Titãs, Zeca Baleiro, Zélia Duncan, Fernanda Abreu, Luiz Melodia e Paulo Moura, entre outros.
- Otávio Rocha - considerado um dos melhores guitarristas de slide do mundo, atua também como guitarrista base e compositor.
- Pedro Strasser - baterista com formação no Musicians Institute (Los Angeles, EUA), acompanhou artistas como Paulo Moura, Fernando Magalhães (Barão Vermelho) e Celso Blues Boy.
- Cláudio Bedran - baixista e também fundador da banda, atua como compositor de boa parte das músicas em português do grupo.


Para conhecer esta banda Brazuka de BLUES:








Simplesmente uma grande banda brasileira de blues para encerrar as atividades de 2014. 

Mais Brazilian Blues:






FELIZ 2014 E MUITO SOM EM SUAS VIDAS... SÃO O VOTOS DOS VALVULADOS A TODOS NOSSOS AMIGOS E PARCEIROS DE 2013!!!!
LONG LIVE ROCK 'N' ROLL


terça-feira, 24 de dezembro de 2013

Confraria dos blogs apresenta: Gentle Giant

Gentle Giant foi uma das grandes bandas de rock progressivo da década de 1970. Apesar de não conseguir o mesmo reconhecimento de bandas contemporâneas, alcançou certo prestígio de crítica e de público, sendo o suficiente para angariar legiões de fãs espalhadas pelo mundo. A banda foi formada pelos três irmãos Shulman (Phil, Derek e Ray), todos ex-integrantes da banda britânica pop/soul/psicodélica Simon Dupree and the Big Sound, formada em 1966. No início, tocaram por toda a Inglaterra durante quatro anos, sendo bem recebidos pelas rádios e televisão. Lançaram um álbum com um compacto no top 5 da parada britânica, mas sem deixar uma impressão indelével na cena musical britânica. Pelo final de 1969, os Shulmans terminaram a Simon Dupree e lançaram seus olhares sobre o crescente fascínio do meio musical por uma música mais criativa, inteligente e complexa que viria a ser chamada de rock progressivo. No DVD Giant on the Box, o grupo tem o seu estilo definido como Baroque & Roll1 .


No início de 1970, eles formaram o Gentle Giant junto com Martin Smith, Kerry Minnear e Gary Green. O novo grupo começou a fazer um som mais aventureiro, desafiante e distinto de tudo o que se conhecia em termos de música. Características marcantes do grupo incluíam vocais múltiplos e dessincronizados, pouco comuns em sua época (vide outras em Atributos musicais). Compara-se a inovação do Gentle Giant para o rock progressivo com a que os Beatles representaram para o rock na década anterior. Tinham como influências musicais rock, jazz, música clássica, avant-garde, blues, folk e música medieval inglesa.
A música do Gentle Giant possuía vários aspectos em comum a outras bandas de rock progressivo da época e outros que a diferenciava, acrescentando características únicas a essa banda:
1 Álbuns conceituais.
2  Rápidas mudanças no tempo.
3 Compassos diversificados dentro duma mesma canção, a maioria dos quais considerada de alta complexidade.
4 Melodias complexas e extensivamente elaboradas, com harmonias frequentemente contrastando devido à dissonância.
5 Vasto uso de instrumentos musicais não convencionais, como instrumentos medievais e renascentistas (Clavicórdio, Cravo, Alaúde, Harpa...) e até mesmo criados pelos próprios membros (como o "Shulberry", inventado por Derek Shulman).
6 Estruturas musicais contrapontísticas tipicamente associadas à música erudita clássica, como fugas e madrigais, e música erudita contemporânea atonal do começo do século XX.
7 Letras complexas, recheadas de conteúdo altamente conotativo, de difícil interpretação e compreensão, por vezes fantásticas, muitas delas fazendo referências a livros, como os do autor francês François Rabelais (escritor prestigiado por alguns membros da banda).
8 Todos os membros da banda eram multi-instrumentistas, uma qualidade ímpar e memorável do conjunto.

A seguir alguns álbuns:






Divirtam-se!!!!

Aqui estão os links (roubartilhado diretamente do APONCHO ROCK) com os demais blogs que formaram a "Confraria dos Blog":


APONCHO ROCK com Free Hand
 
Som Mutante com Interview 


 
PROG ROCK VINTAGE com King Alfred´s College Winchester


  • PIRATA DO ROCK com Capitol Studios

    NAS ONDAS DA NET com Playing The Fool Live
  • TheRedHippie com Acquiring The Taste
     
    A Casa de Roderick com Octopus

    SOM TRIMADO com a Discografía da Banda

  • quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

    Ry Cooder - Slide Guitar Man


    Ryland Peter Cooder, conhecido como Ry Cooder (Los Angeles, 15 de Março de 1947), é um guitarrista e compositor norte-americano. Foi considerado o 8º melhor guitarrista de todos os tempos pela revista norte-americana Rolling Stone. É um músico eclético cujas composições musicais vão dos blues ao rock and roll, passando pelo reggae, tex-mex, jazz, country, folk, música instrumental, rhythm and blues e gospel. O característico som da sua guitarra, tem origem na técnica utilizada, designada por slide guitar. Participou do filme A Encruzilhada (1986), onde a maior parte das dedilhadas de Ralph Macchio foram dubladas por ele.
    A primeira vez que ouvi Mr. Ry foi no filme Paris, Texas. O slide lento e profundo chamava muito a atenção.


    Seguem meus discos preferidos:


    A Encruzilhada conta à história de um cara, que aprendeu a tocar guitarra em uma universidade renomada de música e que acaba caindo na estrada ao lado de um velho gaitista negro, em busca das músicas inéditas do bluesman Robert Johnson. O garoto é interpretado por Macchio e o filme tem uma participação muito especial de Steve Vai, no final, em um monumental duelo de guitarras em que o som que sai da guitarra de Macchio vem, na real, do mestre Ry Cooder. O filme é um belo tributo às raízes do blues, tem direção de Walter Hill - um dos cineastas mais rock'n'roll da década de 1980 - e toda a trilha tem blues elétrico de Ry Cooder. Trilha sonora completa, incluindo o grande duelo final com Steve Vai.



    Paris, Texas is a 1984 American drama film directed by Wim Wenders and starring Harry Dean Stanton, Dean Stockwell, Nastassja Kinski, and Hunter Carson. The screenplay was written by L.M. Kit Carson and playwright Sam Shepard, and the distinctive musical score was composed by Ry Cooder. The cinematography was by Robby Müller. The film was a co-production between companies in France and West Germany, and was filmed in the United States. The plot focuses on an amnesiac (Stanton) who, after mysteriously wandering out of the desert, attempts to revive his relationship with his brother (Stockwell) and seven-year-old son (Carson), and to track down his former wife who abandoned their family (Kinski). At the 1984 Cannes Film Festival, the film unanimously won the Palme d'Or (Golden Palm) from the official jury, as well as the FIPRESCI Prize and the Prize of the Ecumenical Jury.


    E segue um Bônus para quem gosta de Blues e Slide:



    SLIDE IN!!!!

    domingo, 15 de dezembro de 2013

    Pepeu Gomes - Brazilian Guitar Masters

    Pedro Anibal de Oliveira Gomes (Salvador, 7 de fevereiro de 1952) mais conhecido como Pepeu Gomes, é um guitarrista e compositor brasileiro. Pepeu já foi considerado pela revista americana Guitar World de 1988 como um dos dez melhores guitarristas do mundo na categoria "world music". Pepeu foi casado com Baby Consuelo, com quem teve seis filhos, três das quais formaram o conjunto SNZ - Sarah Sheeva, Nana Shara e Zabelê. Após sua separação, foi casado com a cantora Simone Moreno, com quem não teve filhos. Atualmente, Pepeu é casado com sua produtora Simone Sobrinho, com quem teve uma filha e "adotou" o filho do primeiro casamento de Simone, Filipe Pascual.

    Nascido em 7 de fevereiro de 1952, Pepeu começou a ter contato com a música desde muito cedo, pois seu pai tocava em uma orquestra de bailes e sua mãe dava aulas de piano. Assim, cresceu ouvindo músicos como Waldir Azevedo, Jacob do Bandolim, Pixinguinha e Canhoto da Paraíba. Aos 9 anos inventou o seu primeiro "instrumento": um cabo de vassoura com um barbante amarrado nas extremidades. Mais tarde ganha um violão que aprende a tocar de ouvido. Aos 11 anos de idade Pepeu, interessado no estilo da Jovem Guarda, forma sua primeira banda na qual tocava contra-baixo, "Los Gatos". Com 17 anos Pepeu fugiu de casa e formou sua primeira banda profissional, chamada "Os Minos", que chegou a lançar um compacto simples mas que por todos os integrantes serem menores de idade, não progrediu. Passando a tocar guitarra, Pepeu Gomes fundou a banda The Leif's chegando a se apresentar em programas da TV local. Gilberto Gil, na época, assistiu uma destas apresentações na televisão e chamou Pepeu para participar do show de despedida do Brasil que faria com Caetano Veloso em Salvador (naquele momento Caetano e Gil partiam para o exílio político em Londres). Antes de viajar Gilberto Gil presenteou Pepeu com o disco Smash Hits de Jimi Hendrix (ainda desconhecido para Pepeu), que viria ser o artista que mais o influenciaria ao longo de sua carreira. Na década de 70, com Moraes Moreira, Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão e Baby Consuelo formou o grupo "Novos Baianos", no qual tocava guitarra, compunha músicas e fazia os arranjos juntamente com Moraes.


    Após a gravação do primeiro disco dos Novos Baianos, Pepeu passou a estudar profundamente a música brasileira em ritmos como samba, frevo, choro e maracatu, aprendendo também a tocar bandolim.4 Paralelamente aos Novos Baianos, em 1971 Pepeu Gomes substituiu Lanny Gordin na turnê "Fa-tal" de Gal Costa, que foi registrada no disco duplo de mesmo nome, em que Pepeu toca a maioria das faixas.2 5 Pepeu partiu para a carreira individual com o final do grupo, por volta de 1978, gravando seu primeiro disco solo "Geração do Som". Na mesma época tocou com Gilberto Gil no Montreux Jazz Festival na Suiça, que foi registrado no disco "Gil ao Vivo em Montreux". Em 1979, Pepeu Gomes lança seu segundo disco "Na Terra a Mais de Mil", sendo sua estreia como cantor. O disco tem grande sucesso de vendas e possui o hit "Meu Coração". Em 1980 devido a sua elogiada performance em 1978, é convidado novamente para o festival de Montreux, desta vez individualmente. Esse show também foi registrado e lançado com o nome "Pepeu Gomes Ao Vivo". Ainda neste ano lança a música "O Mal é o Que Sai Pela Boca do Homem", uma parceria com Baby Consuelo e Galvão, que gera muita polêmica devido ao verso "Você pode fumar baseado". Em 1981, lança o disco intitulado somente "Pepeu Gomes", que leva Pepeu a ganhar seu primeiro disco de Ouro graças a grande execução da faixa "Eu também quero beijar". O disco é seguido por "Um Raio Laser" (1982) e "Masculino e Feminino" (1983), com este ultimo sendo gravado no Estados Unidos com os arranjos do maestro Ronnie Foster e com músicos consagrados como Paulinho da Costa, Jerry Hey, Garry Grant, Airto Moreira e John Robinson. Em 1985 Pepeu lança o disco "Energia Positiva" e é convidado para participar do Rock In Rio. Mesmo encontrando uma plateia hostil com a maior parte dos artistas brasileiros, Pepeu foi ovacionado e reconsagrado. Pepeu considera o Rock in Rio como um dos maiores momentos de sua carreira, e após o show foi cumprimentado por John Sykes, guitarrista do Whitesnake. Após um hiato de 3 anos, em 1988 Pepeu lança o disco "Pedra Não é Gente Ainda" e excursiona pelo Brasil.


    No final da década de 1980, voltou-se para a música instrumental dedicando-se mais a seu trabalho como guitarrista, relendo velhos sucessos como os chorinhos "Brasileirinho" (Waldir Azevedo) e "Noites Cariocas" (Jacob do Bandolim), presentes no início de sua carreira e que fizeram sua fama de virtuose, participando de festivais de jazz pelo mundo todo e lançando, em 1989, "Instrumental On The Road", sendo agenciado pela Third World Talent Agency de Nova York. O próprio Pepeu afirmou que foi convidado a integrar a banda estado-unidense de heavy metal Megadeth e mais tarde, no final da década de 90, para integrar a banda Living Colour, na época que alguns dos membros planejavam a volta da banda, porém recusou ambos convites devido a motivos pessoais.6 Em 2011, em um programa exibido pelo canal MTV Pepeu Gomes admitiu que recusou os convites pois seria apenas um músico contratado. Segundo ele, só sairia do Brasil para ser integrante fixo da banda e não como um empregado. 7 Na década de 1990 reencontra seu antigo parceiro Moraes Moreira com quem lança dois discos: "Moraes e Pepeu" e "Moraes e Pepeu ao vivo no Japão", este ultimo resultado da turnê que teve o ultimo show realizado no Rock in Rio II. Em 1993 Pepeu lançou um novo disco obtendo bastante sucesso, principalmente devido a música "Sexy Yemanjá" que foi trilha sonora da novela "Mulheres de Areia" da TV Globo. Pepeu continuou durante a década de 90 a fazer turnês, tocando novamente no festival de Montreux e realizou diversos shows com o guitarrista Armandinho. Em 1998 Pepeu lança uma coletânea com todas as músicas intrumentais de sua carreira "20 anos: Discografia Instrumental" e no ano seguinte lança um cd de releitura de seus maiores sucessos com roupagem acústica, intitulado "Meu coração". Esse disco foi produzido pelo guitarrista Robertinho de Recife e possui duas músicas inéditas: "O que é que você quer comigo?" e "Dono de mim". Em 2004 para comemorar seus 25 anos de carreira solo, lançou Cd e Dvd "De espírito em paz - Ao Vivo". No ano de 2011, Pepeu Gomes relançou uma parte de sua discografia remasterizada, com o disco "On The Road" recebendo algumas faixas extras, e aproveitou para lançar um disco inédito, intitulado "Eu Não Procuro o Som", gravado ao vivo em 1979.

    Palhinhas imperdíveis:




    E seguem três álbuns para curtir o som de nosso Steve Vai Brazuka...








    Espero que gostem...



    domingo, 8 de dezembro de 2013

    Jethro Tull - Folk Prog Rock

    Jethro Tull é uma banda de rock progressivo ou Folk Prog, formada em Blackpool em 1967. Sua música é caracterizada pelas letras, o estilo vocal bem característico e o trabalho único na flauta de seu líder Ian Anderson, além de uma complexa e pouco usual construção musical. Inicialmente calcado no estilo blues rock, o Jethro Tull eventualmente incorporou a seu som elementos de música clássica, folk, jazz, hard rock e art rock. A banda vendeu mais de 60 milhões de discos ao redor do mundo. O grupo passou pelo seu "calvário" em clubes britânicos nos anos 1960, com uma formação instável que eventualmente se cristalizaria em Ian Anderson (vocais, flauta, violão e mais tarde diversos outros instrumentos), Mick Abrahams (guitarra), Glenn Cornick (baixo) e Clive Bunker (bateria). A princípio a banda passou por inúmeras mudanças de nome para conseguir mais shows. Jethro Tull foi o que acabou ficando depois que conseguiram um contrato com uma gravadora (o nome vem do agricultor Jethro Tull que inventou a semeadeira). Os empresários então sugeriram que Abrahams assumisse os vocais e a guitarra e que a flauta fosse eliminada, relegando Anderson ao piano rítmico. Depois de uma sucessão de compactos mal sucedidos, eles lançam This Was em 1968, altamente influenciado pelo blues e composto por Anderson e Abrahams. Depois desse álbum, Abrahams deixou o grupo, (formando sua própria banda, Blodwyn Pig), devido principalmente à "diferenças musicais" (Abrahams preferia continuar tocando blues, que Anderson tachava de estilisticamente limitado e de vocabulário restrito aos ingleses de "classe média"). Depois de uma série de audições (ao contrário de rumores, tais audições não contaram com Tony Iommi do Black Sabbath, que na verdade só concordou em aparecer no Rock'n'Roll Circus dos Rolling Stones para tocar "A Song For Jeffrey"), o ex-integrante das bandas Motivation, Penny Peeps e Gethsemane Martin Barre foi contratado como o novo guitarrista. Barre se tornaria o segundo integrante mais antigo da banda depois de Anderson. Esta nova formação lançou Stand Up em 1969. Composto inteiramente por Anderson (com exceção de "Bouree", de Johann Sebastian Bach, aqui adaptada para um formato jazzístico), demonstrava o abandono do blues em favor do nascente estilo progressivo, então em desenvolvimento por grupos como King Crimson, The Nice e Yes. Em 1970 eles adicionaram o tecladista John Evan, embora tecnicamente ele fosse apenas um músico convidado, e lançaram o álbum Benefit. O baixista Cornick abandonou a banda logo após Benefit, sendo substituído por Jeffrey Hammond-Hammond, e esta formação lançou em 1971 o trabalho mais conhecido da carreira do Tull: Aqualung. O álbum é uma combinação de rock pesado focado em temas como párias sociais e cultos religiosos mesclados a experimentos acústicos sobre a vida mundana do cotidiano. Aqualung é adorado e odiado em iguais proporções, embora a faixa título e "Locomotive Breath" sejam constantes em rádios de rock clássico. (texto da wikipedia).


    Considero o Aqualung, um dos grandes discos de minha coleção. Cross-eyed Mary, Locomotive Breath são canções maravilhosas, muito bem elaboradas e com um flauta marcante em um som bem pesado, o que é raro. Segue alguns álbuns desta maravilhosa banda:


    Uma coletânea com os melhores momentos....



    Um show em sua melhor fase...






    E finalizando com o melhor disco...


    domingo, 1 de dezembro de 2013

    Afrodisia - Spanish Grooves (Collection)

    Uma grande coleção espanhola, de vários artistas de Jazz Funk, Jazz Soul dos anos 70. Muito bom mesmo. Lançado entre 2000 e 2001 pela gravadora Townsend Records. 


    Afrodisia - V01 Jazz & Funk Urbano de los 70
    Neste álbum: Genne Ammons, Johnny Hammond, Funk Inc., Chico Hamilton, Dizzy Gillespie, entre outas feras.


    Afrodisia - V02 Jazz,Funk,Afro,Latin,Brasil
    Neste álbum: Cal Tjader, Cannorbal Adderley, Black Nasty, Yusef Lateef, Mark Murphy...



    Afrodisia - V03 Soul & Jazz Funk Gospel Brasil
    Neste álbum: Ivan Boogaloo Jones, Rusty Bryant, Johnny Griffin Orchestra, Dom Um Romão, Ella Fitzgerald, Chet Baker... O grande destaque para mim é a Diva Ella Fitzgerald cantando Madalena, tentando imitar Elis Regina. Bom demais.


    Afrodisia - V04 Spanish Grooves
    Para conhecer a Espanha nos anos 70
    Afrodisia. Spanish grooves es una excelente compilación, tan necesaria como atractiva que permite disfrutar con el talento de grandes como Augusto Algueró, Agustín García Abril, Manuel Gas, Alfonso Santisteban, Pepe Sánchez Y Su Rock Band o Jordi Sabatés, autores de temas memorables con un irresistible groove, muchos de los cuales ya figuraban en el tracklist de alguna de las dos entregas de la serie Improvisto. De hecho, hasta incluso hay temas que coinciden, lo que es un claro síntoma de que la escena negra nacional no fue especialmente prolífica. Lo que sí es indudable es que la mayor parte de temas aquí incluidos son de una exultante modernidad, siguen siendo vigente y seguramente incendiarían más de una pista de baile si algún Dj tuviera la buena idea de pincharlos. Escuchad por ejemplo, Jíbaro, de Márquez, un corte que parece recién salido del estudio más que de un antiguo vinilo. 

    1. Bocaccio soul. Augusto Algueró.
    2. El hombre y la tierra. Agustín García Abril.
    3. Melao. Márquez.
    4. Jíbaro. Elkin & Nelson. 
    5. American woman. Manuel Gas. 
    6. Once again. Alfonso Santisteban.
    7. Berimbau. Jayme Marques.
    8. Sones del chicharro. Les Churbos.
    9. Sentimiento. Pepe Sánchez Y Su Rock Band.
    10. Fruta prohibida. Mell & Moll.
    11. Posesión. Max B.
    12. Trompeta loca. O. Stil.
    13. Ocells del més enllá part III. Jordí Sabatés.
    14. ¿Por dónde caminas? Dolores.
    15. Resaca. Juan Carlos Calderón. 
    16. Mugavero. Jorge Pardo. 




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