segunda-feira, 20 de junho de 2016

The Immortal Rolling Stones


O primeiro disco que tenho dos Stones é de 1964. O último, é de 2016!  Fazendo a matemática básica, são 52 anos!!!! É muito tempo... Muito tempo lançando hits atrás de hits, se reinventando, lotando estádios, fazendo tours, lançando novos álbuns... Só há uma explicação para isso...  Os caras são os melhores no que fazem, e AMAM fazer isso. O som dos Stones deu umas pequenas variadas, mas sempre foi fiel ao seu estilo Rock-Blues-Ballad, com riffs de arrepiar. O Mick Jagger sempre foi um showman. Keith Richards sempre foi ele mesmo, competente, e doidão. É a maior banda de todos os tempos, e temos que reconhecer isto.

Leiam esta reportagem da Billboard sobre o show no Brasil em Fevereiro de 2016.

Quando os relógios marcaram exatas 21 horas, as luzes se apagaram e o vídeo da turnê Olé começou a passar no telão. “Os caras são ingleses mesmo”, notou um espectador à pontualidade britânica dos Stones. Diferente do show no Rio e do primeiro em São Paulo, mas igual ao último na Argentina, o grupo trocou “Start Me Up” pela potente “Jumpin’ Jack Flash” como faixa de abertura, mas manteve “It’s Only Rock N’ Roll” na sequência.

“Hoje é sábado. Vamos quebrar tudo”


Alguns ficam maravilhados com o repertório de frases em português de Mick Jagger, outros acham que o vocalista poderia se esforçar mais para melhorar o idioma, já que tem um filho por estas terras. O fato é: quem ensina as frases ditas por Jagger nos shows? Depois de lançar um “beijinho no ombro” no show anterior, Jagger voltou com outras pérolas. Em um momento, antes de enfileirar “Wild Horses”, “Painted In Back” e “Honky Tonk Women”, ele disse se sentir devagar por ter “comido muitas coxinhas”. Jagger usa pequenas colas no palco para não se perder no idioma. Jagger também se inteirou sobre o futebol local. “Vocês torcem para o Corinthians? Para o São Paulo? Palmeiras? Ou Santos? É a primeira vez que temos os quatro no Morumbi”. Até para apresentar os integrantes da banda, Jagger deu um jeito de encaixar uma citação, chamando Ron Woods de “o Rogério Ceni do rock” e o baterista Charlie Watts de “a rainha da bossa nova”. Watts fez uma cara como se quisesse dizer: “Ok, se é você que está dizendo…!”. Apenas um momento non sense da noite. E não foi dessa vez que o público brasileiro viu um show dos Stones sem chuva. Se no Rio, uma tempestade caiu antes do show, no dia do primeiro show em São Paulo a cidade viveu um dia de caos depois de uma chuva igualmente forte. Neste sábado, o público chegou ao Morumbi com o céu aberto e poucas nuvens. O tempo foi ficando nublado e em “Gimme Shelter” começou a cair uma chuva fraca que durou cerca de 15 minutos, o suficiente para muitas pessoas tirarem suas capas de chuva do bolso. Veremos se Porto Alegre seguirá essa tradição.


Embora não tenha estes shows no Brasil, partilho com vocês o show de Cuba, com o mesmo repertório.








Um álbum fresquinho, fornecido pelo nosso correspondente espacial, Peter Hammil:




Totally Stripped is a newly-revised version of the documentary that was originally made to coincide with the release of The Rolling Stones Stripped album released in November 1995. It tells the story of the two studio sessions and three live shows that made up the Stripped project. This followed the conclusion of the mammoth Voodoo Lounge tour and found The Stones reimagining tracks from their back catalog pared back versions alongside a couple of carefully chosen covers in the studio and doing smaller scale club gigs to showcase these versions, which was a marked contrast to the huge arenas and stadiums that had hosted the Voodoo Lounge tour. This new version of the documentary includes previously unseen footage and lays bare the inner workings of both The Rolling Stones and of some of their best loved tracks. Revealing, intimate and moving, Totally Stripped is unmissable. The deluxe edition also contains a CD of favourites drawn from across the three live shows and three DVDs featuring, for the first time, each of those shows in full.


E para finalizar, meu disco ao vivo preferido (foi o que mais ouvi)...




“Still Life” foi produzido com o fim de reproduzir os melhores momentos da American Tour 1981, a qual entraria pra história como uma das melhores da história da banda, além de dar início a um novo tipo de shows, com palcos gigantescos, e duração de até 3 horas, algo inovador e que se tornaria um modelo copiado à exaustão pelos grandes músicos pop internacionais a partir de então. A banda havia atingido o auge novamente, após o enorme sucesso de crítica e público dos recentes álbuns Some Girls, Emotional Rescue e Tattoo You, compostos por sucessos como Miss You, She So Cold e Start Me Up. Nessa enorme turnê, os Stones fizeram dezenas de shows por várias cidades americanas, lotando estádios e arenas, com uma arrecadação milionária,e atingindo novo ápice de prestígio tanto entre os velhos roqueiros como quanto com a nova geração. As músicas foram gravadas em shows esparsos ocorridos em 5, 6 e 25 de novembro, e em 13, 18 e 19 de dezembro de 1981. A edição de estúdio ocorreu entre março e abril de 1982. Os shows refletiam o bom momento vivido pelos membros da banda, com Keith Richards controlando enfim seu destrutivo vício em drogas, e Mick Jagger, já quarentão, demonstrando muito vigor físico e absoluto domínio de palco. O sucesso desta turnê também levou o diretor cinematográfico Hal Ashby a gravar durante seus shows e lançar o filme Let's Spend the Night Together, o qual também conseguiu uma boa bilheteria nos cinemas em 1982.




Keith Richards and his Daughters: When THEY die, HE will inherit ALL!!!!


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